Archive for September, 2012

Na entrada da rota de manutenção já tinha uma subida, não muito longa, não muito curta. Paramos ao fim e fizemos um pic-nic. Sentamos e dividimos um pouco das frutas, pães e castanhas que tínhamos. Todo mundo que pedalavam e nos via ria ou fazia algum comentário. Rimos e papeamos por uns 15 minutos e depois seguimos em frente. Parte do trecho de terra parte no asfalto, nenhuma grande dificuldade até onde estava o André e cia para checar os freios da galera.

Bike checada, e seguimos viagem.  As paisagens pelo caminho foram maravilhosas, me distraiam um pouco. A Mata Atlântica é cheia de cores, cheia de verdes. O ar úmido e gelado era bem gostoso, depois de tanto sol na cabeça e de tanto calor da pedalada, esse clima me agradava.  Nas descidas eu controlava minha velocidade mas não segurava o freio. A estrada tinha de um lado morro e do outro um precipício que em alguns momentos só tinha um muro baixo de mais ou menos 25 cm de altura de proteção. No caminho me peguei pensando para que servia esse muro e cheguei a conclusão que era pra salvar a bike numa possível perda de controle do ciclista, o ciclista voa precipício abaixo mas a bike fica.

Paramos em uma cacheira, lavamos o rosto na bica, respiramos ar puro e conhecemos um novo canto remoto. Em um dia tantas coisas, tantas vistas, tantas cores. Antes mesmo de terminar  o percurso minha mente seguia repetindo as imagens num processo de tentar guardar cada detalhe de forma a não ser esquecido. Me vi num passeio ao invés de um desafio. Mas como dizemos na escalada toda via tem um crux e o dessa via uma hora ia chegar. A essa altura eu tinha concluído que o crux tinha sido a primeira subida lá no Grajaú, mas de repente vejo uma subida com boa parte da galera a frente empurrando e quem pedalava tinha uma cara sofrida.

Parei a bike no início, bebi algumas goladas de água, respirei fundo e fui. Com calma, controlando a ansiedade e a respiração. Só parei na hora que um ciclista que empurrava a bike entrou na minha frente e parou, isso me irritou um bocado, pedi pra galera que empurrava tentar ficar do mesmo lado e deixar um lado livre para aqueles que tentavam pedalar.  Subi na bike e recomecei, começar a pedalar na subida é algo um tanto complicado, tentei 3 vezes até conseguir, no topo lá estava o Ben me esperando, vi em seu rosto a felicidade ao ver que consegui chegar lá em cima sem empurrar, em seu olhar eu conseguia ver o orgulho e isso me deixava ainda mais realizada. Desci da bike e comemorei com ele.  Sentamos comemos e ficamos papeando com quem já estava por lá. Dali em diante foi uma descida interminável até Cubatão.

A saída do parque Serra do Mar é num bairro bem pobre e pra evitar assaltos seguimos unidos, a orientação era de irmos num grupo sólido até a ciclovia de Santos. Passando a rodoviária eu já me sentia super feliz, chegar ao quiosque então era uma mistura de diversos sentimentos bons.

Para comemorar comemos lula, peixe e tomamos muito suco, certeza que a nossa nutricionista Isabella vai ficar feliz em saber que escolhemos esse cardápio no lugar de breja e batata frita.

Esse foi um trajeto difícil, ainda mais quando se pensar em descer pra praia, mas olhando pra trás, depois de Sorocaba, Santos não foi tão difícil assim.

If people can steal a house, then they certainly can steal a bike (Bogotá 2002)

So after a quick overview of some of the security issues that might be faced… How minimise the risks of encountering them? After all, it is never possible to guarantee nothing will happen, though things can be done to reduce the likelihood of becoming a victim.

Knowing exactly our route from start to finish is a start, researching about through where the road will run and if it will go through known danger areas, is a start. The more research you can do, the better.

If the route does go through known problem areas, then try to avoid them – research a longer route that goes around this area. With the Darian Gap at the border between Colombia and Panama, there is simply no way around the route by land unless we seriously want to risk our lives to bandits in the region, so boat from Cartagena in Colombia to Colon in Panama is one simple solution.

Rio – such a beautiful city… just be careful

If we come across stretches of road that look suspicious or like they might go through some dodgy areas, then trusting instinct and simply turning back can help avoid disaster. The research you will have done will also help you in developing this instinct and knowing about the broad risks. In Rio de Janeiro for example, it is very easy to get lost, especially when you rely on GPS like these Norwegian tourists: the GPS doesn’t always show the dangerous areas, and it can easily take you through them when you plot a route from A to B. Just being aware of surroundings can tell you that things aren’t looking good, and knowing that the dangerous areas are in the higher section of the city can save your life…

We know many people do cycle through Colombia and things have certainly got a lot safer over the past ten years, though the southern border area with Ecuador still is one of the more dangerous areas. We would definitely be interested in speaking to people who have cycled through the country (and plenty have) and would be keen to hear about your experiences. I don’t believe we should miss this beautiful country out (and from experience, Bogotá and Cartagena are wonderful cities, and the people I met there and who are from there have all been wonderful) and skip by boat. Monitoring the security situation and the news will be important to help avoid trouble spots, though not travelling by night or wandering off the main roads into jungle or unknown areas looks to be the best way of avoiding trouble – and this pretty much applies to all the countries in the Central American region of the Pan-American highway.

Further precautions….

Great colours to see on the mountain, though not so good for blending in

Choosing camping spots carefully and having discreet coloured tents for continental stages. A brightly coloured tent with reflective panels and ropes is great on the high mountain, so it can be easily spotted in the snow and darkness, but it will also attract possibly unwanted attention from others who might see you as a nice easy target. It might be a difficult compromise though as occasions may occur when a bright tent would be useful.

Another simple point is locking bikes even when you feel safe but won’t be able to see your bikes even if only for a few minutes. You might stop off at a place which has security guards, though they might not be able to look at your bike all the time, so best not depend on them. Locking the bikes is always a good solution.

It will be difficult keeping low profiles in many areas so attention – not many people will be cycling through with lots of baggage on their bikes, dressed in cycle gear. When I was living in China, I lived in a country town where nobody had even seen a westerner aside from on television, so I naturally became the centre of attention for many people. A higher profile can lead to criminals targeting you – just like wearing expensive jewellery and looking lost on the beaches of Rio de Janeiro can make you a more attractive target for petty criminals in the area out for easy earnings.

While I think it is wrong to be overly paranoid, being aware of this; being aware of your surroundings, and maintaining a good degree of common sense and respect for the people you meet will help you enjoy the journey, the areas you go through and the people you meet, and at the same time not falling victim to any… foul play.

Igrejinha do Bororé

Igrejinha do Bororé

Depois de tanto tempo finalmente consegui parar para escrever como foi a nossa descida para Santos, antes de mais nada já vou logo avisando que quando eu for para a Baixada de bicicleta nunca mais vou usar o termo descer e sim subir. Desci bastante mas mesmo depois de 100km a sensação de que mais subi não saiu da minha cabeça. Inclusive agora, depois de quase um mês essa sensação e essa certeza não passou.

Quem quiser conferir a rota!

Uma parte do caminho já havíamos feito na ida para Rio Grande da Serra, então  eu já sabia que logo no começo, para ser mais específica no Grajaú eu teria que subir uma “parede”, na primeira vez eu não havia conseguido e tinha empurrado a bike até o topo, dessa vez fui determinada a fazer diferente e não empurrar em nenhum momento. O complicado ali era a grande quantidade de carros você tinha que pedalar cm calma e prestando atenção no que vinha de trás, venci a subida mesmo com um pouco de falta de ar ao final, mas depois de um gole de água tudo estava bem e segui em frente. Nos perdemos às vezes na rota, mas porque o Galo que nos guiava não conhecia bem esse novo trajeto montado pelo André, foi até engraçado porque uma hora pegamos um caminho com subidas e descidas longas e depois vimos que fizemos o caminho errado voltamos e ao fazer o caminho certo saímos no mesmo lugar uma quadra acima. Na hora parte do grupo ficou um tanto irritado com o desgaste desnecessário, mas eu achei graça.

O bairro do Grajaú é um ótimo treino para subidas e para andar em lugar com grande tráfego de carros, mas a grande quantidade de micro-ônibus me deixava tensa, por isso chegar na balsa foi um alívio. A Ilha do Bororé é um show. O cenário é muito bonito, a estrada um verdadeiro charme e me vejo impressionada sempre que penso que um lugar assim tão calmo, recluso e cheio de mata está dentro de São Paulo. Apesar da estrada ser estreita e de duas vias, há poucos carros e pedalar por ali chega a ser relaxante.  Passando por sítios, vendinhas e fazendas pequenas você se distrai muito fácil e o tempo passa rápido. Dessa vez após a segunda balsa viramos a direita onde pegamos 600 metros de subida em asfalto. Foi bem sossegado mas ao chegar no topo nos deparamos com uma descida de terra e pedras soltas, teve gente que chegou a desistir e voltou, eu fiquei receosa porque ainda não havia superado o medo de descidas e não sou tão experiente na junção terra e ladeira. Mas fui no meu ritmo, do meu jeito. Alguns passaram ao meu lado a todo vapor que chegava a subir uma nuvem de fumaça a minha frente. Mas nem assim arrisquei imitar. Por aqui também tivemos subidas difíceis mas consegui. Na maior parte do tempo estava com o Almir, Ricardo e Vitor. E isso me deixava mais segura. Uma equipe unida, eu diria, um esperando e dando suporte ao outro.

Trecho de terra na Ilha do Bororé

O Ben seguia a frente mas também com o porte e a facilidade que ele tem em subidas seria injusto e um tanto cruel obrigá-lo a seguir conosco, porém depois de uma descida muito íngreme ou de uma subida estúpida lá estava ele me esperando e checando se consegui chegar bem. E isso me deixava tranquila.

Para entrar na Imigrantes tivemos que carregar as bikes morro acima, e para ficar mais fácil fizemos uma corrente, cada um passava a bicicleta para o outro até chegar ao último que a encostava no muro ao lado da pista. O trecho que pedalamos pela rodovia foi curto mas bem difícil porque estávamos no contra fluxo e a resistência do vento foi um adversário de peso. Nessa hora lembrei de um texto que li em algum blog e cheguei rir em pensamento – “Pedalar numa subida muito íngreme é como comprar uma casa financiada cada parcela é difícil mas ao final você tem uma conquista, pedalar contra o vento é pagar aluguel, é uma energia imensa para algo momentâneo”. Acho que pensar nisso me ocupou e quando menos esperei cheguei na entrada da estrada de manutenção, mas o resto desse desafio fica para o próximo post.

Parada para água e reabastecimento!

Um treino de verdade!

Posted: September 22, 2012 by Paulo Filho in Cycling, Português, Training
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Foto de Tom Allen

Com o fim do ano chegando, e com ele nossas tão aguardas férias, chegou a hora dos preparativos começarem para a primeira grande viagem de bicicleta do trio do 360extremes.

Nos decidimos por fazer um pedal no Reino Unido, saindo do extremo sul da ilha, em Land’s End e pedalando sentido norte até chegar em John O’Groats.  Em linha reta, a distância seria 970km, mas seguindo as estradas, pedalaremos aproximadamente 1450km. Apesar de ser uma distância longa, isso é oque menos me preocupa.

Como essa viagem é um treino, fica difícil uma lista de prós e contras. No nosso caso, com o objetivo de fazer um treino pesado, os contras são prós. Ok, isso parece confuso, mas o real objetivo de escolhermos esse trajeto em especial, é reproduzir as piores condições possíveis que podemos enfrentar na nossa volta ao mundo e assim ter um treino bem completo.

Fora os desafios que qualquer outro percurso nos traria como:

• Aprender a organizar o tempo e o cotidiano de uma viagem de bike.

• Ver como nos comportamos uns com os outros durante o grande período de convívio direto.

•Pedalar de forma auto-suficiente, estar prepeparado para acampar, cozinhar e dormir em condições não ideais

•Ver como nossos corpos reagem a pedaladas longas por seguidos dias.

Ainda teremos:

•Provavelmente muita chuva, ventos fortes e neve.

•Frio nas extremidades

•Equipamento de inverno é muito mais pesado, oque nos obrigará a pedalar com um peso relativamente grande.

•Desgaste muito maior da bicicleta pela água, neve e sal.

•Ter de pedalar com pneus mais largos por causa da probabilidade de gelo e neve, assim como lama. Dessa forma reduzindo a eficiência da pedalada.

•Dia curto (algo em torno de 8horas de luz do sol no início da viagem).

•Muitas subidas e descidas.

•Pedalar à esquerda do tráfego. (não sei se é realmente uma dificuldade, mas como certeza vou ter um estranhamento pelo menos nos primeiros dias)

•Condições climáticas imprevisíveis

•Os buracos ficam invisíveis com a água da chuva

Claro, que os planos podem mudar, uma aventura não pode ter imprudências. Conforme as dificuldades forem aparecendo, iremos nos adequar às mesmas, por esse motivo, não estipulamos quantos dias levaremos para fazer o trajeto todo, isso dependerá de nosso corpos e cabeças mas também do imprevisível inverno britânico. Isso tudo cria um grande desafio para nós 3, e assim seja. Estamos nesse projeto também para sermos desafiados. Completar essa viagem, vai nos dar além de muita experiência e satisfação, uma grande confiança em nós mesmos

Daqui para o fim do ano, ainda escreveremos bastante sobre essa viagem e todos os preparativos, fique ligado para os posts que estão por vir.

 

Tempo x Prioridade

Posted: September 22, 2012 by Natália Almeida in Cycling, Logistics, Português, Training
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“Tempo é questão de prioridade”, desde pequena essa mesma frase foi dita e repetida por diversas pessoas, ora minha mãe, ora meu tio, ora meus irmãos.

Deve ser por isso que quando não consigo fazer algo ou incluir uma atividade no meu dia me sinto um tanto culpada. Para a maior parte das pessoas o dia tem SÓ 24 horas, mas 24 horas é muito tempo se você resolver organizá-lo seguindo uma escala de prioridade. Não vou dizer que isso seja fácil, muito pelo contrário exige um pouco de concentração e pensar exatamente se o tempo de cada coisa é suficiente e que a sua rotina não se torne estressante.

Vocês aqui não sabem mas devem ter sentido a falta dos meus posts tão constantes. Estou exatamente nesse processo de organizar o TEMPO. Como sabem trabalho como editora chefe do Polícia 24h, e depois de 3 anos a frente do programa e há 4 na Eyeworks a segurança me permite lidar com os problemas do dia-a-dia com certa facilidade, mesmo assim uma jornada de 8 horas na produtora pode ser bem estressante e sair de lá e ir treinar na CP sempre me alegrou. Mas a um pouco mais de um mês e pensando nos próximos treinos e equipamentos que temos que comprar resolvi que era hora de frilar (pegar um trabalho extra), e foi exatamente isso que fiz.

Estou em dois trabalhos com um total de 16 horas de muita edição. Encaixar os treinos nessa rotina foi complicado e levou tempo até eu conseguir resolver, de início acordei cedo e fui pedalar no Ibirapuera, 30km na ciclovia de manhã e uma parada para algumas abdominais. Mas acordar cedo e disputar a ciclovia com diversas pessoas não era algo que me animava. O jeito foi encaixar o treino na parte da manhã.

Essa semana finalmente consegui fazer isso, acordo +/- 6h30 e às 7am já estou me aquecendo na bicicleta. Com um treino 3 vezes por semana de musculação e muito aeróbico e nos outros dias de alongamento e aeróbio. A intenção é sempre de melhorar o condicionamento físico mas agora de criar resistência e perder gordura dando lugar a massa magra. Sei que nunca vou ser um super homem como o Ben, e que certamente meu esforço para ter um corpo mais preparado a cada dia seja infinitamente maior que o dele. Por outro lado, sei também, que se condicionar é muito mai difícil do que se estragar no sedentarismo, por isso não posso parar e nem quero para ser sincera. Treinar me deixa mais disposta e feliz. E já conseguir incluir isso no meu dia é demais, tentando me organizar para escrever mais posts, escalar mais dias na semana, encontrar um ou outro amigo durante a semana e para conseguir limpar a minha bike.

Abaixo o trajeto que faremos hoje:

Partindo da praça do Ciclista ali na Paulista às 7h30, rumaremos sentido Zona norte onde pegaremos a Engenheiro Caetanos Alvares e a Estrada Santa Inês. Com o dia promete ser chuvoso só desafios iram além das subidas e descidas intermináveis. Uma experiência nova!

Um total de 95 km que você poderá acompanhar pelas fotos que iremos postar pelo caminho.

Sente o drama do gráfico de altimetria:

Bom Dia mundial sem carro para você, e use isso como desculpa para dar uma pedalada ela cidade que estará repleta de ciclofaixas em pleno sábado. (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/09/cet-ira-montar-ciclofaixas-em-sp-no-dia-mundial-sem-carro.html)

Near downtown Bogotá – 2002 on the day of President Uribe’s Inauguration

When we went on our ride to Santos with André and the cycling group, what I neglected to mention in my post about it was that on the day preceding the ride, André went and painted direction marks (along with the initials of the group by these marks) along the route to make sure riders didn’t get lost if they got separated from the main group and didn’t have access to a route plan. Certainly a good idea and it certainly helped. However, a group of young… let’s say… entrepreneurs from a favella (shanty town) that the route went by couldn’t help noticing and, the night before the ride, painted extra directions/initials in the road. These directions would take any unwitting cyclist following them into this favella. Which is what happened to two people with us, who were them promptly relieved of their bicycles and belongings.

The police found at least one of these bikes later in the day, however, this doesn’t distract from the security issues, and ultimately the two victims were lucky not to experience worse luck at the hands of their assailant. Loosing their bikes was almost the minimum they could get off with.

Along our main route we will pass through countries with well-known and publicised dangers and security problems. Of the more obvious we have Colombia, where the battles between the FARC, drug traffickers and government forces has been ongoing for decades, and areas of lawlessness in the country in places like the Darian Gap which borders Panama present a danger to anybody who ventures in. Kidnapping for ransom is a big danger there, and that is if you are lucky – if they don’t think they’ll get much, they’ll most likely just kill you; if they do keep you and don’t get money very quickly… they’ll most likely kill you (as opposed to the FARC who might keep you for years, but this has been a decreasing trend after security initiatives by the governments of Uribe and his current successor)..

If the thieves don’t get you, then bears might just try their luck

Other countries in Central and Southern America also present higher than normal dangers of petty theft, armed robbery or worse, though petty theft can happen anywhere in the world from the safest to the most dangerous of places. Indeed, it often happens where you feel the safest.

Corrupt officials are a problem in many countries in the Americas as well as Eastern Europe and Asia.

Furthermore, the dangers don’t just come from human sources, and even in the countries we would normally think of as among the safest of places… Canada for example… there are plenty of other safety risks, such as bears… black bears, brown bears… polar bears… and Australia: snakes (I hate snakes) and spiders (not so bad with them, but still…).

And all of these points are excluding the elements of course, with extreme heat and cold presenting the worst risks. I will deal with the risks above in my next post, and get to the elements in due course.

Comparativo de uma roda 700c e uma 26″ respectivamente

Uma decisão muito importante na hora de comprar bicicletas específicas para longas viagens é o diâmetro de suas rodas.

Com a minha experiência no ciclismo e mais a leitura de um monte de relatos de pessoas que viajaram de bicicleta por diversos lugares do mundo, juntei as seguintes informações:

Basicamente o mercado oferece duas opções, uma é 26 polegadas, que é a medida padrão de Mountain Bikes(MTB), e a outra é o 700c padrão de bikes de estrada, também chamadas de bikes speed.

Cada um dos tamanho apresenta vantagens e desvantagens.

26”

  • Camâras de ar e pneus são fáceis de conseguir mesmo nos lugares mais remotos.
  • As rodas são em geral mais resistentes.
  • Quadros para aro 26” normalmente aceitam melhor pneus mais largos.
  • A marcha mais leve de uma 26” acaba sendo mais leve que uma equivalente numa aro 700 (melhor em subidas e retomadas).
  • A oferta de raios para rodas 26” é maior.

700c

  • Rodas de aro 700c possuem uma rolagem melhor, facilitando a pedalada e rendendo muito mais.
  • São mais suaves quando passando por buracos (pouco coisa, mas perceptível).
  • Os pneus em geral são para uso urbano ou exclusivos para asfalto. Há outras opções, mas longe dos grandes centro essas são excassas.
  • Câmaras para rodas 700c de maior largura do que as de speed são difíceis de encontrar.

A modalidade “touring”, que se trata de turismo e viagens em bicicletas, fica em algum lugar entre o MTB e a estrada.

Isso faz com que alguns fabricantes de touring bikes ofereçam o mesmo modelo de bicicleta nas duas opções.

As conclusões que tive com isso tudo são que:

Se a viagem for exclusivamente nos EUA, Canadá e Europa ocidental, a escolha ideal é de bicicletas com aro 700c.

Se a viagem passa por lugares mais remotos mercadologicamente, e não se concentra apenas em estradas asfaltadas, a escolha ideal é de bicicletas com aro 26”.

Como nossa expedição será uma volta ao mundo, acabaremos pedalando em diversos tipos de terreno e em locais bastante remotos, por enquanto optamos por quando chegar a hora de pegar as bicicletas definitivas, procurar pelas de aro 26”.

Por enquanto em nosso treinos temos todos usado bicicletas com aro 700c e eu uso também uma MTB de aro 29” que é o equivalente a uma 700c na área das mountain bikes.

Em nossa próximas férias, em Janeiro ou Fevereiro de 2013, faremos uma viagem treino de bike de aproximadamente 1400km. Essa será em um lugar que oferece oferta de peças de reposição, pneus e câmaras. O Ben e a Natália, irão com suas bicicletas híbridas de aro 700c e eu com a minha MTB de aro 29”.

And so to Santos – the aim of our training with André, O Bicicreteiro. Santos, on the coast of São Paulo state with the largest port in Brazil; the home of Santos Football Club, which in turn is the club that Pelé played for along with a number of other fantastic Brazilian football players, including Neymar at the moment. Robinho… Elano… Leonardo.. loads of them. Good club to go watch play football, though their fans can be a bit quiet when things are not going so well.

The route we took to Santos was 100km from the main starting point (another 8km away from our house), so a healthy distance for a day’s ride. We were in the green shirts for “beginners”, whilst people in white shirts were “advanced” riders – a distinction that swiftly became apparent was very much subjective, depending on people’s own opinion about themselves, rather than based on any evaluation of technical skills and capacity! But it didn’t really matter in the end – we were within a group who had a good mixture of people who definitely did know how to help when we needed it, as well as less experienced riders.

Section along the Maintenance Road – one of the hilliest parts of the route

Though around 800metres lower than São Paulo city, for a coastal town there were plenty of hill climbs upwards to navigate. Altogether, the net height climbed over the length of the ride was about 2,250 metres, whilst net descent was about 3,050 metres. Some pretty tough climbs in there as well, with one gradient of around 24% going up taking a lot out of all of, though both Natalia and myself managed to make them all without pushing our bikes. People described it as a “wall”, but in comparison to the Sorocaba training, this just seemed easier – maybe because it was shorter rather than a sustained long climb, or maybe it was because our training rides had had a good effect on us. Still pretty brutal though and the legs were burning a bit at the top, though the downhills on the other side made up for it in the end!

The first third of the journey covered the route we took to Rio Grande da Serra, along the loose rock and stone road where Natalia got a puncture the last time. As with the big climbs, it all seemed a lot easier this time, and thankfully no punctures. To get to the highway maintenance road (the old highway used now only by cyclists and highway maintenance cars), we had a stretch going along the hard should of the Immigrantes Highway the wrong direction – not particularly pleasant, but fortunately no cars decided to use the hard shoulder as traffic was flowing quite freely.  The maintenance road itself was picturesque (with the exception of the main highway above us, it felt like we were in Jurassic Park, with the forest around us) and in reasonably good condition – we just had to keep to the middle to avoid the slippy moss/algae growing on the sides. Hitting that stuff at speed and turning could spell disaster.

Gradient profile of the route to Santos – some pretty hilly sections there…

We got to Santos at about 5.30pm, cycling in from the neighbouring industrial town of Cubatão, through the city to the promenade where we had some rather salty fish and squid. Too bad the football team was playing away from home, but I think we would have been too tired to go to any match. We had to wait till around 8pm for the bus – the driver of which was particularly unhelpful in terms of getting the bikes into the luggage containers at the bottom. It was torture seeing our bikes all piled on top of each other, but everything got back to São Paulo in one piece, thankfully, and we managed to sleep as the bus edged its way up through the traffic.

Before talking about the final journey with André, O Bicicreteiro, and his group down to Santos, it is worth a quick mention about our chat with Isabella our nutritionist the other week.

It was good to see her again, and we went through the body fat/weight/muscle measurements. The results were encouraging. Natalia’s measurements were encouraging and she is getting towards the “above average” percentage of muscle/weight measurements, while I was happy to see that my category was one below the best possible – a couple more percentage points reduction of body fat / increase in muscle, and apparently I will be on course for having a body like that of a professional athlete. Wahey! Quite funny when I think about it – this time last year, I was moderately overweight – and it doesn’t stop me from hurting after one of the long bike rides we are doing! A couple of points away sounds close, but am sure it will take a lot more work to reduce it further. It is nice to see the training pay off, though.

Aside from that, we talked more about the types of foods to eat in the course of our long biking journeys, when to eat them, and various other points. Apparently beetroot juice is good for the blood to take in more oxygen, so drinking this in the morning can be helpful. I had drunk beetroot with carrot and orange juice before in Rio and that was pretty nice, though at our local place, they have just beetroot and orange, which is okayish, just tastes a little earthy. Also it is important for us to take our protein supplements after exercise as well as energy supplements during training, to make sure that we don’t burn muscle tissue when we are doing heavy work, and that we burn the carbs instead.

A lot to think about, and we will be meeting with Isabella again soon to see how things are going.

Amanhã partiremos para nossa primeira aventura de verdade. Pedalaremos até Itu,  +90km de distância, sozinhos, mas com tudo planejado. Seguiremos a rota que o André Pasqualini nos indicou. Na mochila: gel de energia, castanhas, sanduíches, frutas, azeitonas e muita água, kit de reparo, protetor solar, uma camiseta reserva, e um par de meias também.

Saída às 6h30 de casa, parada na padoca pro suco de beterraba com laranja e um bauru, e pedalaremos forte até a ciclovia de onde seguiremos até a cidade universitária. Daí em diante você pode ver no mapa:

A ideia é manter um ritmo bom mas também aproveitar o pedal, e tentar seguir o conselho da nossa nutri (lanchinhos rápidos a cada meia-hora) passaremos por Santana do Parnaíba uma cidadezinha que sempre quis conhecer, por isso não só iremos passar por ela como iremos passear também, a cidade é cheia de subidas e descidas o que deixa ainda mais interessante o treino. Pirapora do Bom jesus também promete ser um bom passeio mas mais curto.

Dependendo do horário enrolamos um pouco para não pedalar ao meio-dia, o clima anda muito quente e seco e pedalar a esse horário seria um desgaste desnecessário.

Pretendemos chegar em Itu às 17h lá teremos um bom tempo pra conhecer a cidade onde tudo é grande. Voltaremos de onibús provavelmente dormindo.

Obs.: Essa semana sem falta escreveremos sobre a descida para Santos e esse pedal.

So, the final long distance bike ride, a week before the 100km challenge to Santos, was the 115km journey to Sorocaba. While Santos is on the coast, down from São Paulo, Sorocaba is west of São Paulo, and the main route we took was the highway Raposo Tavares, through some pretty high hills, via the town of São Roque.

It was a tough ride.

At the beginning, it was straightforward enough – along the smelly cycle way by the River Pinheiros, but north this time instead of south like the Paranapiacaba ride, onto the nice and busy BR-116 interstate route that was thankfully not too busy and not too long a stretch so we didn’t have any near misses with mad bus drivers, and then at the town of Embu, off on to side roads to the city of Cotia (where one of my team at work lives – she wasn’t able to come out and cheer for us though, in spite of a message telling her to watch out of the lycra-clad fitness freaks coming her way)… a good discussion between the best ways to get on to Raposo (the good old argument between the people who knew the area and those relying on GPS… there’s only ever going to be one winner, and thankfully we did choose to trust our colleagues on the ride!)… and then yes, Raposo, one of the busiest and more dangerous highways coming out of São Paulo, which has only very few hardshoulder areas for cyclists to go along, meaning we were much more vulnerable than when we went on the Rodoanel.

The surface of the highway was decent, which definitely helped, but it just seemed that the various up-hills never ended. I managed to make them all, including a long steep, climbing section that reached a gradiant of 17% or so just outside of São Roque (after 62km), though it was pretty exhausting. Natalia hadn’t really had experience with such hills and her knee was getting a bit sore (I think her saddle had been pushed a bit lower, which didn’t help), so she walked a couple of them, but she still did reasonably well especially as we were among the first group for a long time before Natalia got separated from us – still a bit of tension there going down-hills, but no problem. I stopped to the side of the highway and waited for her to join, and we latched on to a group of three others who had fallen a bit behind the first lot due to a puncture.

Getting into São Roque at around 2pm or so, many of the first peloton were having lunch, but we just fed ourselves on the dried fruit and water we had – we didn’t want to eat too much because of the fear of our stomachs adding extra weight to carry up the hills. It was a wise choice as immediate outside the town there were some more long steadily climbing roads which we took our time getting up. Imagining doing that with heavy stomachs was not a particularly nice thought.

At least the steep climbs up were compensated by a couple of rather nice hills down – the asphalt was clingy in some parts meaning that even on the descent we had to peddle to keep going, but on other parts it was nice and smooth, and I managed to get up to 65kmph without even ducking to decrease my wind resistance, and just on a hybrid bike. Good fun, though I only did this when the road was straight and clear of traffic. We found out later that a member of the group behind us had suffered an accident, falling off when going downhill too fast – had to get taken to hospital and it looks like he will have to have some facial reconstruction surgery: a bad reminder of the risks we face and for us not to get too confident as cyclists are extremely vulnerable.

It was good getting to Sorocaba, though. A definite sense of achievement considering this was our first journey of over 100km in one day, and knowing that as we had managed this, we should be alright with the journey to Santos.

Loose stone roads… always nice (c) Paulo Filho

As I was saying, the fact that there were no accidents getting to Rio Grande da Serra doesn’t mean that the ride was easy. The long steady uphills took their tolls on our legs, though with Natalia, the downhills were also problematic as she is really not a fan of going downhill and she will be on the brake pretty much all the way down. Certainly understandable, especially given that she has not been riding seriously for very long and has only really just got used to the gears. Though at the same time, it can mean that she can become quite tense and that can make riding less enjoyable and actually could lead to increased chances of an accident. André joked that she would need at least three or four spare brake pads to take with her on the ride down to Santos. But it is important for her to go at a speed at which she is comfortable with, rather than speeding down hills and losing control through panicking as not used to going so fast.

Ben on wheels (C) Paulo Filho

A further issue we had was with punctures. I was lucky, suffering no punctures as we went across the fie kilometres of the loose rock track, but Natalia was a bit further back from me suffered. Twice. And she had no spare inner tube or a puncture repair kit at that time. Fortunately people who were with her did and were able to put a patch on the inner tube and refill the air, but it took a bit of time – I had reached the end of this track and was getting worried about her after waiting half an hour or so. So I cycled back a good couple of kilometres to see what had happened. No sign, so I went back to the end where André was waiting with a few others. A few more minutes and André went back. Eventually he reappeared with three others including Natalia with him – they had taken so long as one of the guys tried to put the wrong inner tube into Nat’s tyre, and only realised it didn’t fit properly after a few minutes… and also going over that road surface certainly wasn’t easy-going.

After this, more dust and loose rocks and stones on the road and with the buses passing us we were occasionally engulfed in clouds which choked us all and left us with very little visibility – we were all thankful when we got off this and on to the normal asphalt. Caught up with the rest of the group and had a bite to eat, and then off again, along a highway this time. Again the group split apart and I was among the first lot, though we stopped at a point where the group would divide into two – those who would go along a grit and rock trail and others who would take the highway to Rio Grande de Serra. We waited quite a while and it turned out that Natalia had suffered another puncture – the patch had come loose from the previous mend. Delayed us all a bit, but no worries.

We decided to take the highway to our final destination – We didn’t fancy getting any more punctures on the loose rocks. Paulo took the longer trail which looked like it would have been pretty good fun. The total distance we cycled was around 75km, so still quite a distance, and we were suitably tired. The people at the station would only let six cycles on any train at any time, and there were only trains every twenty minutes. Fortunately we were close to the front so didn’t have to wait too long to sit down.

Thanks Paulo for taking the photographs!

O trajeto partindo da Vila Olímpia era de 105 km. Estudamos a rota durante a semana que precedeu o evento é já percebemos que seria bem puxado. Muita subida e descida, trechos de terra e praticamente um único ponto de parada no começo do pedal. Mas o que mais me preocupava era o longo trecho na Rodovia Raposo Tavares. Só de pensar já me via assutada.

A insegurança me deixaria mais frágil e propícia a acidente, por isso trabalhei a minha cabeça para ficar mais confiante. Conversei muito com o Ben, li um pouco sobre o trajeto, treinei de bike durante a semana, e assim fui ficando mais confortável com a ideia.

No domingo pela manhã o clima estava ameno, mas a partir de Embu o sol resolveu nos acompanhar lado a lado.

Eu e o Ben acompanhamos o primeiro pelotão. A variedade de bikes aqui gerava cenas um tanto engraçadas. A maioria era híbrida, mas tínhamos 2 com speedy e 4 com moutain bike. Numa bifurcação em Cotia, paramos para olhar a planilha, do lado direito asfalto, do lado esquerda estrada de terra. Os de mountain torciam pela terra, já os de speed rezavam pelo asfalto. Eu ficaria mais feliz com asfalto também, mas teríamos pela frente 6 km de pedra.

Fui na manha, não parando tanto com eles, seguindo a frente com certeza que me alcançariam em alguma descida. Dito e feito.  No fim da estrada de terra uma descida no asfalto, a galera a minha frente indo rápido, eu controlando um pouco, logo a frente no meio da ladeira um buraco gigante, me senti certa em tomar cuidado. Andamos por dentro da cidadezinha até chegar na Raposo. A rodovia não estava muito movimentada e tinha acostamento.  Nela começou um trecho interminável de sobe e desce, as descidas ajudavam em algumas subidas para pegar embalo mas na maioria não. Meu joelho começou a doer no meio de uma delas e na dúvida do que seria melhor , resolvi parar e empurrar a bike. Chegando no topo, meu pelotão juntamente com o Ben tinham sumido.  Segui em frente confiando que se fosse pra virar em algum ou se parassem num posto de gasolina eles me esperariam. O bom de ficar sozinha foi por poder ditar meu ritmo e parar para beber água quando a sede apertava. Pedalei uns 20 minutos até chegar a um posto, lá comi um picolé e me reabasteci de água. Perguntei para o frentista sobre o pelotão e ele me disse que já tinham passado fazia um tempo, pergunto se seguindo a rodovia dá em Sorocaba ele afirma e subo na bike pra seguir viagem. O frentista me olha assustado e fala que não, que como eu vou pedalar sozinha até Sorocaba, que era melhor eu esperar ou ligar pra alguém. Ele me empresta o celular, eu ligo pro Bem que fica de me esperar onde ele está.

Saio pedalando e encontro o Ben mais 3 ciclista, um novo grupo se formou.

Meu joelho continuava doendo mas até consegui subir algumas partes. Mas uma subida super íngreme e interminável surgiu a minha frente. Tentei pedalar mas não consegui chegar nem a metade. Desci e comecei a empurrar, eu e um outro ciclista do grupo. Chegamos no topo, anchamos, bebemos água e continuamos.

Chegamos no centro de São Roque as 14h, encontramos o pelotão inicial almoçando mas resolvemos continuar. Almoçar mesmo só em Sorocaba. A galera dizia que daqui em diante seria só descida, mas na entrada da estrada já tinha uma subidona. 

Seguimos num ritmo bom, mas como estavam com fome parávamos para beliscar algo. Numa subida 2 ciclistas ficaram para trás e paramos para esperar num pedaço de grama perto do acostamento. De repente para um carro, e desce o Diego um amigo que trabalha comigo. Foi engraçado, rimos um pouco ele disse que estava indo escalar em São Roque e ficamos de combinar um dia de irmos juntos.  20 minutos e nada dos 2 desgarrados nos alcançarem, resolvemos seguir e e esperá-los em Sorocaba. Faltavam 17 km, e eu estava super ansiosa em chegar logo, muita fome e o joelho doendo um bocado.  Ao chegar na cidade fico aliviada. Na rodoviária mesmo lanchamos, tomamos um suco compramos mais água e esperamos os outros. Uns 40 minutos depois chegou os 2 que ficaram para trás, conversamos um pouco e voltamos para casa. No ônibus dormi igual criança, acordei mas ainda estávamos na estrada, o Bem disse que tava trânsito por isso ainda não estávamos em São Paulo. Dormi mais um pouco, até chegar na Barra Funda.

Em casa bebi mais água, tomei um banho demorado e fui pra cama com a sensação de dever cumprido.

Santos chegou!!!

Posted: September 2, 2012 by Natália Almeida in Cycling, Training
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O dia chegou, estamos saindo de casa agora com as mochilas equipadas, bikes revisadas e controlando a ansiedade para a pedalada. Depois de Sorocaba (vou postar sobre essa viagem essa semana) me sinto confiante para hoje. Depois de tantas pedaladas, tantas subidas, descidas, litros de água, biscoitos, damascos, bananas, chocolates, depois de ter medo de ir rápido demais, de frear em cima, de passar por pedras, de trocar a marcha, de curva fechada… Depois de se cansar, se superar, se maravilhar, se contentar e se acabar…

Hoje o dia está ameno e espero que o sol não judie. As paisagens pelo caminho prometem ser avassaladoras. O trajeto difícil mas não impossível.

Hoje vou por em prática o que aprendi nesses últimos tempos, o primeiro tete está no começo do trajeto uma subida ali no Grajaú, já passei por ela mas na última vez não consegui, mais por falta de paciência do que por preparo.

O que espero, uma viagem cansativa, bonita e um peixe na praia ao fim de tudo.