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On the Road Bridge

On the Road Bridge

A noite anterior foi de muita cerveja, comida vegetariana e bate-papo com o Charlie. Dormimos um pouco tarde mas o plano ainda era o de acordar cedo, agora mais do que nunca queríamos ver a Melanie pela manhã e nos despedirmos. E assim foi, acordamos cedo, umas 7am, arrumamos o quarto, checamos se tudo estava guardado, nos trocamos e descemos. Na sala Melanie e Charlie tomavam café, e deu pra notar pelos olhos apertadinhos da Mel que a enxaqueca não tinha melhorado. Deu um certo aperto no coração ver a cara de quem ainda sentia dor. A despedida foi rápida, ela tinha que ir trabalhar e ficamos lá eu e Ben, tomando chá e comendo torrada com geleia e pão caseiro.

Colocamos os alforjes, checamos os freios e quando estávamos terminando Charlie chega com Millhouse. Papeamos mais um pouco, ele nos dá a indicação de uma bikeshop em Perth caso precisássemos, o dono é amigo deles, papeamos mais e partimos.

Saying goodbye to Charlie

Saying goodbye to Charlie

Sair de Musselburgh foi bem bonito, pedalamos pela praia e foi bonito ver as gaivotas, e as pessoas passeando com seus cães. Eu teria gostado se o caminho todo fosse assim, porque apesar do frio ver o mar é sempre algo que me relaxa. Em Edimburgo continuamos tentando evitar as ruas e avenidas da cidade, porque como toda grande cidade os motoristas estão menos cuidadosos, por isso depois da praia fomos por umas ciclovias por dentro de parques. Um tanto confusas e algumas vezes um tanto alagadas mas certamente mais seguras. O que me chama atenção nessas cidades europeias é a quantidade de idosos correndo, andando e pedalando, apesar da idade eles continuam super ativos, queria ver mais isso nos parques de São Paulo.

Sair de Edimburgo foi demorado, não sei explicar bem porque, acho que depois de pedalar em estradas e passar por tantos vilarejos você fica mais ansioso para ver placas de bem-vindo e depois a de obrigado por dirigir de forma segura, e as grandes cidades são maiores mesmo de extensão.

A rota passou pela Forth Road Bridge, uma ponte suspensa que liga Edimburgo com o norte do país, atravessando o Firth of Forth. A ponte é bem bonito e antes dela tem um mirante, onde paramos para tirar fotos e usar as facilidades. Ao pedalar pela ponte é possível sentir o tremor dos carros passando um tanto estranho, dela é possível ver uma ponte vermelha que é usada pelo trem e em uma das colunas de sustentação tem um ilha com uma construção antiga.

The route

The route

Do outro lado da ponte a cidade continua numa correria intensa, a expectativa era de poucas opções de paradas no caminho então paramos numa padaria por aqui compramos um café e um enrolado de linguiça, o café era terrível e o enrolado não ficava muito atrás. Uma escolha de parada infeliz para quem não esperava por muitas. A maior parte da rota saindo dali foi por uma estrada pequena de pouquíssimo movimento de carros e sem nada de comércio. Bem calmo e bonito, o tempo não estava nada mal já que não chovia nem ventava. Algumas subidas mas nada demais, a pior já havíamos passado que foi logo depois da ponte. O nosso ritmo foi bem calmo e proveitoso, paradas para fotos e lanches e curtindo cada segundo. Ao ver a placa de declive de 12% mantive a calma, a descida com curvas e bem profunda me preocupava por que nas descidas o risco de ter gelo no final é mais alto, então controlei a velocidade e evitei qualquer trecho que se mostrasse arriscado. Depois disso teve mais outra descida menos acentuada mas mais longa. A estrada sossegada começava a dar lugar a uma cidade maior de novo, Perth. Chegamos aqui por volta das 16h então paramos só para ir ao banheiro comer lanches que tínhamos na mochila e seguir em frente, apesar de Blairgowrie ser perto não queríamos chegar no escuro. Os 25km até o nosso destino foi em sua maioria plano e em estradas ladeadas de grandes árvores.

Above the Motorway towards Perth

Above the Motorway towards Perth

Há uns 10km um ciclista que vinha do lado oposto da estrada nos cumprimenta, minutos depois o vejo do meu lado me cumprimentando de novo, o olho surpresa sorrio e retribuo o Hi!, mas ele continua com o sorrisão aberto me olhando e achando estranho pergunto se tem algum problema. Ele ri e diz: Natália Eu sou o Brian! Eu acho graça peço desculpa e grito para o Ben. Não esperava que o nosso anfitrião fosse nos buscar no caminho. Ele pedalou conosco até a sua casa e chegando lá nos serviu chá quente e um pão de tomate seco e berinjela delicioso. Fomos a sala conversamos sobre essa viagem, contamos do 360 e ele nos falou de suas diversas pedaladas pelos EUA. Depois subimoss para o que mais esperamos depois de pedalar no inverno: um bom banho quente. E ao descer lá estava Brian com a mesa posta, uma deliciosas sopa de legumes e frango e quando achamos que acabou ele me tira pizzas do forno. O Ben que sempre fica muito faminto depois de pedalr longas distâncias olhava mais que feliz pela inesperada janta. Eu comi um pedaço, e Brian vai e me tir um torta de blueberrys da geladeira, parecia deliciosas mas eu já não aguentava comer mais nada. Depois de insistir para eu ao menos experimentar me rendi ao filete, e assim me arrependi do pedaço da pizza. Se eu soubesse da sobremesa talvez tivesse escolhido melhor minhas porções. Mas tudo bem, a única tristeza da noite foi pensar que daqui para frente não teríamos mais companheiros do warmshowers e couchsurfing para nos receber, daqui para frente seria hotéis e B&Bs.

Map - Worcester - Shrewsbury

Acredito que esse foi o pior dia depois do primeiro, apesar da distância ter sido razoável (83km) os desafios foram diversos: ventos forte, tráfego intenso e muitas subidas profundas de até 14%.

Na noite anterior o Ben e o Paulo havia chegado a casa de Caryl e Lyndon com bastante dor na articulação do joelho, e de manhã fiquei bem mais confiante ao ver que o Ben estava bem melhor. Nos primeiros quilômetros ele disse que ainda doía um pouco mas nada demais, já o Paulo continuava com uma dor significativa o que o fez ir pedalando o trajeto todo na marcha leve.

A estrada era bem bonita, diversos vilarejos, em alguns momentos a estrada tinha duas faixas para pedalarmos o que com os ventos nos deixava mais seguro. Os ventos daqui são bem rebeldes, vem de frente do nada muda para o lado o que exige que você pedale lutando para ficar no canto esquerdo para não ir para frente dos carros. O vento contra sempre foi o meu maior medo de todo esse desafio, porque você pedala. pedala, pedala e não sai do lugar o que é um tanto frustrante depois de algum tempo.

Stats - Worcester - Shrewsbury

Os motoristas ainda me surpreendem sempre se arriscando na contra-mão para nos dar uma distância segura – lembro que quando estava no Brasil me dizima o tempo todo que os motoristas da Inglaterra eram super anti-ciclistas e que não faziam questão alguma de nos manter seguro – talvez em Londres isso seja uma verdade, mas como toda grande cidade o tráfego já um tanto estressante.

Tívemos um velocidade média bem baixa mas condizente com as condições. O vento congelava nossos dedos do pé, e não senti-los é algo agoniante. Então paramos em alguns café e conveniências para nos esquentar e comer algo, o bom é que com a rotina alimentar aconselhada pela nossa nutricionista Isabella Alencar, realmente teríamos que parar a cada uma hora.

Eu fui bem durante o caminho, sem dores, e com uma paciência que me surpreendia, quase não me irritava com nada. Me irritava às vezes pensar que chegaríamos de noite no destino, porque é quase impossível para mim enxergar sem luz e com a luz dos carros na contra-mão, mas não havia muito a se fazer quanto a isso, já que o dia não foi dos mais fáceis. Depois de um dia longo assim finalmente chegamos a casa de Jon e Angela que nos recebeu com uma taça de vinho, macarrão a bolonhesa e muita conversa sobre cinema, televisão e bike. Ainda tivemos tempo para dar uma lavada nas nossas roupas, o que já era mais que necessário depois de quase uma semana com a mesma camiseta, calca, jaqueta e balaclava.

Map - Timsbury - Worcester

O quinto dia de pedal foi longo. E o tempo não quis ajudar tanto dessa vez: chuva e vento. A rota até Wocesteralém de longa era recheada de subidas e descidas no começo e a estrada em alguns momentos me dava dúvida se ciclistas podiam ou não andar por ela.

Dias longos assim normalmente não permitem muito aproveitar e parar. Mas os vilarejo que cruzamos me faziam pensar em como um lugar tranquilo deve ser bom de se viver. Passamos por tantas casas e seu largos jardins que me fizeram imaginar como seria bom morar por ali. Ter um ou dois cachorros, andar de bike para todos os lugares e poder curtir mais a natureza e tudo mais que um pouco de calmaria poderia oferecer.

Sempre nas minhas viagens pareço apreciar e ver mais e mais como a natureza é perfeita. E aqui fico ainda mais encantada. Como pode cidade após cidade, independentemente do tamanho ter tanta variedade de pássaros. São tantos cantos, tantas cores e tantos tamanhos. Pela Inglaterra é possível ver diversas aves com o alcance do seu olhar. Fiquei triste a cada ave morta que vi nas estradas, e não só por elas mas também pelos coelhos e raposas. Me pareceu injusto com esses animais a forma como os carros passam por cima deles sem se arrepender e sem às vezes dar uma chance de fuga.

Numa hora me choquei ao ver pelo menos 5 aves no meio da estrada mortas em menos de 5km. Sinceramente me pareceu meio burro todas ali, um corpo seguido do outro. E me perguntava como pode todas elas morrerem tão perto. Depois fui saber que a tal ave era um phesants e que vários fazendeiros criam para soltá-las essa época do ano para as pessoas caçarem – um negócio bem lucrativo por aqui -, o que me fez ainda mais triste. Eu achei as cores dela tão viva e um pássaro tão bonito e mata-o assim me pareceu um tanto cruel.

Mas o que manda sempre é o dinheiro quem sou eu para julgar alguma coisa.

Os quilômetros passaram. As paisagens mudaram, e todos esses pensamentos sobre os bichos foram passando. Um mantra que fico repetindo durante o caminho com o forma de agradecer o tempo um tanto generoso que temos tido nesse inverno é “ Nature you are the best of all”, e assim me distraio.

Stats - Timsbury - Worcester

O dia passa de forma rápida e mais uma vez o que parece não passar são os últimos 15 km. Acho que a essa altura estou ansiosa demais por um banho, por um chá e por algo quente para se comer que devo olhar no odômetro de 5 em 5 segundos. Ao chegar no centro da cidade a ansiedade é substituída pela atenção, também com tanta rotatória e carro não dá pra ficar muito de olho no quanto falta. Os últimos km foram no total breu, então meu olhar ia se adaptando com as luzes dos carros.

Finalmente chegamos a casa de Caryl e Lyndoll, que nos receberam com um vinho aberto, e a janta posta (cordeiro assada com batatas, ervilhas e cenouras). Papeamos muito, afinal eles eram dois ciclistas cheios de histórias para contar. O Paulo teve um motivo a mais para comemorar as suas sapatilhas finalmente chegaram e agora ele poderia pedalar clipado. Por falar em clipe esse foi um dia que eu consegui pedalar tudo com o pé preso, tive uma queda no início, mas com o tempo melhorei.

 

 

Before I write anything else, I just would like to mention once again that whilst this winter LEJOG ride is partly for training, we are also raising funds for Cool Earth – a fantastic charity that works with local communities to help protect rainforests. As a team, the environmental changes that are happening have always been of concern – indeed, this is something that we hope to highlight further when we embark on the full journey as we will go through many areas that have been massively affected by human activities – and if we can help Cool Earth in any way with their work, we would be so happy.

I know, lots of people do the Land’s End – John O’Groats cycle ride. It seems very common these days (the place we stayed in Land’s End is already almost completely booked up from February onwards with end-to-enders…). However, we have come from the heat and sun of Brazil (must have been around 30C-35C when we left), the beaches of the Brazilian coast… to endure this 1,500km journey in the cold, rain, wind, snow and goodness knows what else the weather might have in store for us, in order to complete this ride – something I don’t imagine occurs quite often! Indeed, I think everybody we have met, stayed with and talked to about the journey have simply thought we are nuts! (And they are probably right!!)

So with this in mind, please support us with this and give generously at our Just Giving page at https://www.justgiving.com/360-Extremes. Remember that with Just Giving, any donations go straight to the charity!!! We really would appreciate your help!

Day 02

In spite of being a good 16km longer than the ride to Bodmin, today was sooooo much nicer and better in general!

First of all, the weather. For the better part of the day the weather was perfect: cool, fresh and sunny with very little wind. Even when the weather did close in on us at around 4pm, it didn’t even come close to the treacherous, constant and strong wind and rain of the preceding day, and the winds only got strong when we arrived at our destination in Exeter. This was like paradise in comparison to the living hell of the first day!

Second, the traffic was also much better. I guess this had to do with yesterday being Friday and lots of people travelling particularly in the late afternoon though pretty much constantly throughout the day. As I said, the constant thunder of all the cars and lorries yesterday was not pleasant and left my right ear ringing. Today, again, was a paradise in comparison (though the road, the A30, was the same main road as yesterday). Yes, there were cars, but much fewer in number and less nasty.

The country roads, in all their glory, revealed to us after having cycled along them in the pitch black night

The country roads, in all their glory, revealed to us after having cycled along them in the pitch black night

So yes, in spite of the distance, it was a good day. It was good being able to see the country roads we had gone up in the pitch black the preceding evening (though a bit alarming going down as Natalia’s brakes had been destroyed by the mud, rain and sandy material on the road – we stopped off at a cycle place in Bodmin to get that sorted). Going through Dart Moor was great – pretty lovely countryside there (just a shame, from the environmental point of view, of the very existence of the massive highway we were going on… (though obviously we were using it so I can’t complain!… it was just nasty seeing a lot of squished animals here and there). Some snow still insisted on staying on the peaks of some of the hillier parts of the moor, but not much.

The distance was ultimately okay – though our bags are not getting any lighter. It was tough climbing and there was a total of over 1450 metres of climbing over the course of the ride, but the climbs were long and gradual and were coupled with plenty long and gradual descents which allowed me at least to get to a speed of 67kph without even trying to ride fast. With the road being a trunk road, there were no nasty curves that could have presented dangers of losing control into an incoming vehicle, and visibility was very good so you could see everything, really.

We made it, tired of course, and maybe am starting to feel a bit of the accumulated effects of the two days riding – the bags we have on the bikes are indeed heavy. But tomorrow should (distance and elevation wise) be much easier as I think it would be wise not to abuse our bodies too much so soon into the whole journey! Weather-wise, however, am not sure what it will be like… it is really howling and pouring with rain outside as I write this post and the weather forecast isn’t particularly pleasant… so hopefully things are not made too hard.

As a reminder !! We are looking to raise funds for Cool Earth – an organization that works with local communities to protect the rainforests; something that means a lot to us, especially coming from Brazil and seeing what is happening to the forests there. Our Just Giving page is at https://www.justgiving.com/360-Extremes – please help us in helping them!!! 

Day 01

What can I say..? Wow!! “Wow” simply because the conditions were so tough. We wanted a challenge in doing the Land’s End – John O’Groats journey in winter, but this was… yes, it was a challenge and a half!

Day 01 - Stats95km or so… (including a stop for lunch in Red Ruth) in what felt like winds with gale-force gusts throughout; the direction of which changed all the time as it swirled around us; with driving rain, cold (average temperature was 4.8C) and low light… riding along the A30 from Land’s End and it felt like a never-ending torrent of traffic passing by us. This latter point surprised me as I just didn’t expect so much traffic, and it just seemed so loud – my right ear was ringing with the constant thunder of the cars and trucks. Not sure why it was quite so loud – seemed much worse than say going along the Marginal in São Paulo: the noise just seemed to be magnified somehow. I think it was because of the balaclava I was wearing covering my head and somehow making it worse with the noise vibrating through that and being further channelled into my ear… but that’s just a pet theory and am not sure!

The place we are staying at is a few kilometres away from the main A30 trunk road we were riding along, but the last kilometres after leaving the highway were difficult. Very hard – through pitch black along a narrow country road that in some places was covered by water that was flooding a little over; low-lying cloud that meant the visibility was even further reduced and, even though each of us have three front lights, they pierced only a short way into this mist – it seemed like part of a horror film! The road had plenty of fine grit which played havoc with our brakes as well – hopefully they haven’t worn down too much, but we will need to stock up on brake pads tomorrow, that’s for sure.

It took us a long time, with a low average moving speed of just over 15.3km, but this is consideration of the conditions and the fact that we are carrying all of our stuff with us, unsupported! We were delighted to finally reach our destination – meeting Jacob and his family who invited us through Couchsurfers… great guy and a great family! It was so nice that they had also prepared a lovely dinner for us when we arrived as well – certainly appreciated!!!

So tomorrow it will be onwards to Exeter – a little further than today at 111km, though apparently the weather is meant to be better… here’s hoping!!!

Oh and one final note – I will write another separate post about this, but it is worth a mention here!! We are looking to raise funds for Cool Earth – an organization that works with local communities to protect the rainforests; something that means a lot to us, especially coming from Brazil and seeing what is happening to the forests there. Our Just Giving page is at https://www.justgiving.com/360-Extremes – please help us in helping them!!! 

Day 01 - Temperature

Day 01 - Elevation

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Vocês acompanharam nosso início de bike e as nossas primeira pedaladas nas estradas. E com certeza teria sido um início bem mais difícil senão fosse pelo André Pasqualini e o Desafio Bicicletas ao Mar. Hoje esse grupo ainda cresce e pedalamos juntos pelo menos 1 vez ao mês. Mas com esse mesmo espírito de ajudar os ciclistas do dia-a-dia e os que querem pegar estrada o André ainda faz nascer em nós a vontade de que todos deveriam poder vivenciar essa liberdade que a bicicleta nos proporciona. E com uma ideia na cabeça e com um grupo de pessoas dispostas a ajudar nasceu o Projeto Bicicletas de Natal. Que abaixo eu coloco o texto que peguei emprestado de seu blog para vocês entenderem, divulgarem e que sabe fazer parte.

PROJETO BICICLETAS DE NATAL

O Coletivo formado pelos participantes do grupo Desafio Bicicletas ao Mar organizou uma campanha de doação de bicicletas, nosso objetivo era recebermos a doação de 100 bicicletas que serão reformadas e doadas a jovens ligados a entidades filantrópicas da região metropolitana de São Paulo. Para realizarmos essa ação, firmamos uma parceria com a CPTM que irá nos ceder um espaço para montarmos nossa oficina temporária. Esse espaço será a antiga passarela da estação Pinheiros da CPTM, que atualmente está desativada. Lá iremos montar nossa base operacional, onde organizaremos grandes mutirões para prepararmos as bicicletas.

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O projeto está dividido em três fases, a primeira foi no ultimo final-de-semana, a etapa de recebimento das doações. Um sucesso sem tamanho, conseguimos exatas 100 bicicletas. A segunda foi no dia 03 de dezembro, com inventário e início dos mutirões para reforma das mesmas e a terceira será no dia 23, data da entrega das bicicletas.

Como colaborar com o projeto?

Os voluntários poderão ajudar daqui pra frente:

– Se voluntariando para ajudar na reforma das bicicletas

– Abaixo iremos detalhar as fases do projeto e como ajudar:

Se voluntariando na reforma das bicicletas

Como iremos operar dentro de uma área paga da CPTM, todos voluntários irão assinar uma lista de presença na entrada da estação Pinheiros. Já aqueles que se dirigirem até o local utilizando o sistema do Metro e da CPTM não precisarão preencher esse formulário já que nosso ponto de encontro será na área paga do sistema. De qualquer forma, caso você queira participar de algum dos mutirões, envie um email para bicicreteiro@gmail.com com seu nome e RG para colocarmos na lista que ficará durante o mês de dezembro na estação Pinheiros da CPTM.
Criamos um evento no Facebook para os grandes mutirões dos dias 15 e 16, se inscreva e tire suas dúvidas por lá.

http://www.facebook.com/events/454753451247472/

Para mais informações sobre os mutirões de dias de semana, acesse o grupo Desafio Bicicletas ao Mar no Facebook e participe de forma mais ativa da nossa campanha.

Para chegar ao local dos mutirões basta se dirigir até a estação Pinheiros da CPTM. Se você for de bicicleta ou de carro, deixe sua bicicleta no bicicletário (carro na rua), procure os funcionários da CPTM e informe seu nome completo com RG, eles irão consultar uma relação de pessoas autorizadas e lhe dará o acesso a estação, depois basta se dirigir a passarela que fica na área da CPTM, em frente aos banheiros públicos.

IMPORTANTE: É preciso ter seu nome na lista para acessar nossa oficina na estação Pinheiros, para isso mande um email para bicicreteiro@gmail.com com o assunto “Voluntário do Mutirão” informando nome completo e RG. Também importante escrever o campo do assunto exatamente como acima, do contrário seu email pode ser perdido e o nome não entrará na lista. Já quem se deslocar até a estação de Metro ou Trem, não precisa sair da área paga, basta ir até a passarela e procurar um dos voluntários que estarão no local, desde que seja nos horários citados mais acima. Na dúvida pergunte sempre a um funcionário da CPTM (não do Metro).

Doando peças ou valores ao projeto

Os voluntários poderão sair a “caça” de doações, visitando bicicletarias pois é comum as pessoas trocarem equipamentos, descartando os antigos ainda em bom estado de conservação, uma lista com equipamentos necessários se encontra no site do bicicreteiro também.

Há outros tipos de equipamentos, como conduítes, cabos de aço, pastilhas de freio, óleos e lubrificantes, pneus e até mesmo algumas ferramentas específicas que utilizaremos nas montagens das bicicletas que possivelmente precisaremos adquirir. Caso você opte em ajudar dessa forma, aguarde a divulgação da lista de materiais ou faça uma doação clicando aqui.

Quem fizer uma doação a partir de R$30,00 e levar o comprovante da doação em um dos nossos mutirões, receberá dos nossos voluntários um pequeno curso de manutenção de bicicletas, dicas que servirão para você manter sua magrela sempre em ordem. Caso você também deseje colocar a mão na massa, pode ficar a disposição do grupo para realizar algum trabalho no mutirão, outra boa maneira de aprender um pouco sobre mecânica de bicicleta.

Doe e concorra a uma Bicicleta Durban Metro

Para incentivar as doações vamos rifar essa linda bicicleta que foi doada por um voluntário, para concorrer você pode doar qualquer quantia e enviar o comprovante da doação para o email bicicreteiro@gmail.com. A cada dois reais doados você ganha um número de 0 a 1000 e o resultado do primeiro prêmio da Loteria Federal do dia 12/12/2012 leva a bicicleta. Participe e nos ajude, entre no site do O Bicicreteiro para mais infos e cadastramentos.

André Pasqualini

We have decided what to do for our northern hemisphere winter training in January – February! It was a choice between whether to do the Polar training at Baffin Island or a cycle tour. We have chosen the latter, and will do the Polar training in early 2014, and we will be cycling from Land’s End to John O’Groats..!

A fresh and clear winter’s day looking out over Lancaster and Morecambe Bay – NOT the type of conditions we expect to face very often during this ride!

It will be one grueling journey of around 1700km, and certainly not easy that’s for sure – combating the tough elements of the British winter – wind, rain, snow, ice and a bit more wind and rain! Though the whole point is for it not to be easy: When we go on the actual expedition, we are going to meet some pretty dreadful conditions every now and then, so to prepare for the worst, we need to experience the worst, so what better than a good old British winter!?

At the same time, the terrain is varied, with good periods going through mountainous or hilly regions (the hills may be low in altitude, but they sure do take their toll on you!). Also, there are plenty of flatter areas to go through where we can cover longer distances quicker. The landscape as we go through England and Scotland are spectacular, and what’s more is that we will be camping for a good part of the journey, so the three of us we will get used to each others’ company for this journey – it’s not just the physical challenges that can be tough!

At the same time, we will be raising funds for the WWF over the course of this journey – as you may have seen from other posts, we can pretty much be described as nature lovers, and we are proud to try raising funds for an organization that seeks to help endangered animals and develop conservation and sustainability initiatives in the face of global warming. Please visit our JustGiving Page here. We hope that you will be donate generously in support of us and the WWF.

Join me at http://www.350.orgWe are delighted to announce the decision of the 360 Extremes Expedition team to raise funds for 350.org over the course of our project! One of the key goals of the 360 Extremes Expedition team is to raise awareness of how climate change is affecting the world, in even the most extreme environments. Indeed, it is more often than not that these extreme environments and the inhabitants of these environments, whether people or animals, are the worst affected by global warming. One just needs to look to the Arctic circle and how the decreasing sea ice is having severe effects on the Polar Bears and other life in the area. The situation is such that we aim to complete this epic journey through going through the Americas, over the North Pole, down through Russia, Asia and over the South Pole by entirely carbon-neutral means – a manner which fits in perfectly with the goals of 350.org.

350.org aims to build a global grassroots movement to solve the climate crisis. The campaign is named after 350 parts per million, the safe upper limit of carbon dioxide in our atmosphere, according to the latest science (current CO2 levels are at 390ppm). In less than three years, they’ve helped create a network of over 500,000 supporters and over 1,000 partner organizations in over 180 countries. 350.org has organized some of the largest mobilizations in the planet’s history. The organization’s online campaigns, grassroots organising, and mass public actions are led from the bottom up by thousands of volunteer organisers in over 188 countries. 

The cause we are all working to is one for all of us – one for all of our futures. Please help us in supporting them: your donation means the world to all of us.