Archive for the ‘Climbing’ Category

 

Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Chove lá fora mas para os apaixonados por esporte ou querem aproveitar o dia fazendo algo diferente não precisam usar a chuva de desculpa.

A Casa de Pedra estára aberta hoje e amanhã das 14h às 20H, com diversas vias e tipos de escalada indoor, slackline, boulder e toda uma estrutura para os iniciantes ou crianças.

Se você nunca escalou também pode ir e contar com a ajuda dos instrutores e frequentadores da casa que sempre vão dar dicas e te motivar a alcançar o topo.

Para mais informações entra no site e confira: http://www.escaladaindoor.com.br/planos

Casa de Pedra

Tel. +55 11 3875-1521 / 3873-8178
Rua Venâncio Aires, 31 – Água Branca, CEP 05024-030, São Paulo, SP
(próximo ao Parque Antártica)
Horários: Aberta de segunda a sexta das 16:00 as 23:00hs. Sábados, domingos e feriados das 14:00 as 20:00hs.

Pra quem quer suar a camisa

Posted: April 11, 2013 by Natália Almeida in Climbing, Cycling, Environment
Tags: , , , , , , ,
Olá Galera !!!
Que tal um  final de semana recheado de aventuras, esporte e um pouco do sossego do interior Paulista?
Pra quem curte Escalada, mountain bike e quer sentir a adrenalina subir numa mega tirolessa fica a dica do passeio oferecido pela Kaiporahsaida-Pedrabela-tiro-bike:
Dia 27 e 28/04 – Pedra Bela – SP
ESCALADA EM ROCHA – MOUNTAIN BIKE – MEGA TIROLESA
Sábado – 8h – Mega Tirolesa – 1.9km de distância cortando os vales da cidade …
               14h – Trilha de mountain bike – 35 km com altimetria intermediária em um cenário lindo com acesso a cachoeira (onde pararemos para um lanche).
Domingo – 9h – Escalada em rocha – 6 horas de atividades para totais iniciantes…
Incluso – Hospedagem em pousada com café da manhã.
               Para a trilha de mountain bike, carro de apoio com hidratação e alimentação.
               Lanches e equipamentos para escalada.
               Seguro.
Aos interessados, entre em contato com o pessoal da Kaiporah www.kaiporah.eco.br.

Satisfação total!

Como eu já disse viver na capital paulistana nem sempre é fácil, por isso a busca por lazer e uma vida saudável é interminável e um tanto desafiadora. Pedalar aos finais de semana para a praia ou interior é muito bom, mas para aqueles que tem sede por mais e mais, o jeito é incluir outros esportes. E as vantagens de diversificar as suas atividades esportivas não param só em te dar opções mas também previnem contusões e tendinites. Por exercitar diferentes  músculos com outros  movimentos gera um fortalecimento mais completo. A musculação sempre deixada de lado por aqueles que não buscam ficar bombados é essencial para uma evolução em qualquer esporte além de dar suporte para os ligamentos e articulações. Nós que precisamos estar com o corpo e a mente prontos para qualquer coisa já que esse projeto vai nos levar ao limite, ficamos cada vez mais versáteis e buscando treinos e atividades que nos ajudem. E foi por isso que começamos a escalar. A escalada é uma ótima dica para aqueles que buscam um corpo forte, alongado e maleável. Por trabalhar flexibilidade, resistência e força do corpo todo é um esporte mais que completo, sem falar da melhora na auto-estima, concentração e resistência mental.

Paulista - Va de BikeHoje mais do que nunca percebo como o mundo da bike e da rocha andam cada dia mais perto um do outro. Afinal de contas nada mais gostoso do que cair na estrada em cima da magrela, chegar no meio da natureza em algum cantinho razoavelmente perto da capital e escalar na rocha. Lá de cima ver a vista e pensar que conquistou não só quilômetros mas também “alturas”. Essa proximidade vejo pelos que estão a minha volta, a quantidade de gente indo e voltando da Casa de Pedra de bike aumenta mais e mais, hoje são organizadas pedaladas as quintas e até rola uns pedais longos de final de semana, na CP alunos novos são frutos invertidos, ciclistas que vão lá ver qual é a boa das agarras e paredões. Esse crescimento de ambos dos esporte é animador, e até dá um tanto de orgulho ver o rumo que as pessoas estão pegando. Na Europa o uso de bike e escalada como lazer e meio de se manter em forma já é antigo, e tenho certeza que um dos fatores por grande parte da postura aventureira, da consciência ambiental e da maneira de lidar com coisas ligadas a melhora da qualidade de vida sejam tão enraizadas.

Para pedalar existem diversos grupos no face, em blogs, bicicletaria e bairros da cidade que te ajudam a iniciar a prática já a escalada parece mais distante, por isso hoje vim aqui mostrar que não é tão difícil começar a escalar, muito menos ir atrás de experimentar. Treino de Equilibrio - Slackline

Caso você queira tentar a primeira vez num ginásio com diversos níveis de dificuldades e segmentos do esporte sugerimos a Casa de Pedra que fica pertinho do metro Barra Funda. Além de ser o maior ginásio de escalada esportiva do país com paredes de até 14m de altura e mais de 100 vias de escalada guiada, top rope e boulder você ainda conta com uma estrutura completa de musculação. É possível ir um dia só para conferir ou fazer um plano mensal, dá uma olhadinha no site ou passa lá e conversa na recepção.

Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Casa de Pedra, São Paulo

Para aqueles viciados em esporte na natureza, e não querem nem passar perto de uma academia, indicamos a Kaiporah uma agência de esporte de aventura que nasceu justamente para ajudar ao acesso a esportes como: bike, yoga, trekking e claro escalada. Todo mês são programadas diversas saídas para as rochas no interior que cerca a cidade de São Paulo. As vias normalmente tem de diversos níveis de dificuldade e eles fornecem todo o equipamento de segurança, lanches super saudáveis e instrutores super experientes que vão te ajudar a superar os obstáculos e conquistar o cume.

Esse domingo caso você queira ir conferir vai rolar uma saída para o Guarujá no Morro do Maluf com vias muito boas para iniciantes e intermediários, caso queira saber mais informações dá uma perguntada lá na pagina deles Kaiporah.

Vocês já ouviram falar e muito da Dra. Isabella Alencar, mas para aqueles que ainda não conhecem o seu blog, aproveitei para divulga-lo um pouco com essa promoção:
Concorra a um blend de proteína!!Para concorrer é necessário responder a pergunta na foto do link abaixo: A proteína é importante na alimentação para..?

Não esqueça de curtir a fanpage da nutri Isabella Alencar Nutricionista e compartilhar essa foto!

www.facebook.com/photo.php?fbid=420861051336968&set=a.380368035386270.90607.379406892149051&type=1&theater

Concorra a um blend de proteína!!Para concorrer é necessário responder a pergunta nesse post: A proteína é importante na alimentação para..?

Não esqueça de curtir a fanpage da nutri Isabella Alencar e compartilhar essa foto!

Promoção Blend de Proteína
1,480km in cycling through the British winter

1,500km in cycling through the British winter

Right, we are still waiting for the hard drive and the CF card to come back along with the recovered data. The good news from the technical guys looking into it is that they will be able to recover the data. Great news, really, as imagining losing all of those photographs and videos is really not a very nice thought at all. Just when we will get everything back is another question. There are loads of posts that I want to write, but I think it would not be so good without some of the photos I want to show – just a short clip of the hellish conditions on the final day of cycling would be nice! But no, not until we get back all the recovered data. I just hope that no files have been corrupted…

On the start line... 1,500km to go..!

On the start line… 1,500km to go..!

So for now, here are a few pictures taken from the course of the winter ride from Land’s End to John O’Groats (excluding the final day, which is the time from when no files had been downloaded from the drive). It was an incredible experience all round, really. I feel (justifiably, I think!) quite proud of myself and Natalia, though at the same time a little worried about Paulo and his knee – as I mentioned in an earlier post, this would need to be sorted out as we definitely don’t want a repeat of that on the expedition itself – hopefully there is no long-lasting problem. Coming back to the positives, however, and it was great as at the end of the day (though I had a couple of problems with my knee early into the ride before I got by saddle height sorted out), we both felt like we would have been able to just keep going indefinitely; a feeling that bodes well both psychologically and physically for the main expedition to come.

Plenty more training to come,  however (next one will be in the Arctic circle for a month or so, and also there are thoughts about returning to Bolivia as well as plans for a traverse of the Greenland ice-cap…!), so please keep following and supporting! It is great to have your support for the project particularly because we have never done anything like this in the past and we are learning all the time to make a dream (a particularly ambitious dream, mind!) come true…!

Okay, it has taken us a little while to go through all the video we got from Bolivia – quite a massive amount of content gathered, and so many hours in the day to go through it all, work at the office, and train, and organize everything. I hope you can forgive us!

This is just a short clip from the top of Huayna Potosi, the first time we had ever been above 6,000 metres, and only the third time we had been on mountains summits higher than 5,000m. So it was a pretty nice achievement, and I still feel pretty chuffed about managing it, though it wasn’t anything massively technical. At that altitude, every step is painful so, technical or not, a lot of work goes into it (and the body loses about 700 calories an hour!)

While it was exhausting, it was still amazing and had beautiful views of the surrounding mountains of the Bolivian Andes. As I guess I have mentioned a couple of times, however, my head for heights is pretty awful. I don’t like them! I have got used to the heights involved in climbing rocks, and that took a bit of practice… So going down the mountain was, with the knife-edge ridge down from the summit at least, absolutely terrifying. Makes me wince just watching this film and I hope you like it!

Thanks again to Casa de Pedra for their support with this project – and again to Kirk, for giving loads of help on the way down!

A primeira rocha você nunca esquece em Pedra Bela, SP

Aproveitando o tema tempo do post passado, hoje queria falar na velocidade que as coisas acontecem e em como a vida parece a cada dia estar pisando mais forte no acelerador.

Eu me dei conta disso na segunda (17-09), eu e o Ben completamos 1 ano de casamento e nesse 1 ano nossa vida realmente mudou. Não pelo casamento eu digo isso. Acho que essa foi a menor das mudanças, a não ser pelos presentes que ganhamos. Mas  digo porque a mais ou menos 365 dias atrás toda essa ideia do 360 extremes começou a surgir.

Digo que o tempo passou rápido mas não que foi rápido demais, não mesmo. Olhando para atrás vejo o quanto fiz, aprendi, vi e criei nesse tempo. E olhando para frente meus olhos se enchem de lágrimas com tantas possibilidades e coisas que me aguardam. Eu encho a boca pra dizer que eu sim tenho um Mundo de possibilidades a frente. E repito que isso me emociona sim.

Tantos sonhos e conquistas que duas palavras fizeram entrar na minha vida, um mundo que há um ano atrás se o Ben não tivesse dado assas a sua imaginação ou se eu as tivesse cortado não existiriam hoje.

Depois da rocha hora de ver o pôr do sol em Salesópolis, SPHoje vejo que essas duas palavrinha (360 Extremes) nasceram de uma vontade latente em nossos corações e pensamentos. Uma vontade simples e um tanto primitiva, algo que talvez esteja presente em você ou que pelo menos você reconheça da sua época de criança. A vontade de sonhar e acreditar. Acreditar que as aventuras realmente acontecem fora dos filmes, que o mundo sim é nosso quintal e que tudo é possível se você realmente quiser.

Nesse tempo conheci um mundo novo, esse meu mundo de hoje que me encanta a cada dia e que me ensina. Treinos intensos que me introduziram a escalada, a pedalada, ao trekking. Que me levou a montanhas frias, altas e de uma beleza inimaginável; a estradas com curvas, a beira de rios e que aproveitei e suei cada quilômetro e que ao chegar onde queria me senti realizada de enxergar que sobre duas rodas cheguei inteira onde eu quis; ralei a mão, cunhei calos e levei minha cabeça a uma pressão em rochas porosas, abrasivas e de baixo de um sol escaldante tudo isso por um cume.

Conquistando um cume em Pedra Bela, SP

Aprendi tanto sobre mim, sobre meu corpo, sobre minha mente. Vi que sou fruto das atividades que incluo ou excluo do meu dia, sou feita do que como e sim  meu corpo é 70% composto de água e por isso hoje bebo bastante água para não viver uma vida desidratada.  Sou menos ansiosa e mais calma, o sorriso que sempre foi presente no meu rosto hoje se faz impossível de se desfazer, o estresse não me acomete e dos meus finais de semanas antigos só sinto falta da presença de meus amigos e familiares. A vida hoje é corrida sim, muito trabalho na semana e pedaladas longas nos finais de semana. Achar um tempo para as pessoas que amo é complicado, mas hoje sei que todos que me acompanham sentem falta assim como eu, mas me apoiam e me admiram.Conhecendo um Glaciar em Jasper, Canadá

Admiram uma coragem que levei tempo em crer e enxergar, mas que hoje depois de todo esse tempo vejo. Treinar, se comprometer e viver algo que está te levando a largar toda uma vida aqui em busca de um sonho que deve durar mais de 3 anos exige coragem, a incerteza a frente dá medo às vezes, mas o medo não consegue tirar da minha cabeça o querer de viver isso até o fim.

Mesmo o fim sendo o começo ( São Paulo – São Paulo), mas anos depois a cidade que eu devo deixar não será a mesma que eu encontrarei e essa ideia só torna tudo ainda mais interessante.

Sonhos existem e acreditar neles é o primeiro passo para que eles aconteçam, fica a dica.

Ontem à noite foi um dia fora do comum, em vez de sobe e desce na academia sentamos num Crash Pad, sob nossas cabeças um boulder e escaladores que como nós escolheram ouvir a escalar. O tipo que falava não era alguém famoso, ou conhecido por mim e pelo Ben, mas todos prestavam tamanha atenção que sentimos que ele devia ser importante nesse meio. A maior parte do tempo ele nos explicava os estudo que fez sobre os treinos e efeitos da escalada no corpo, de seus experimentos com seus competidores, e de seus métodos em desenvolver treinamentos. Explicou também como pequenas mudanças de comportamento na parede economizavam energia e com a ajuda de reportagens e artigos baseados em seus estudos foi esclarecendo dúvidas que nem sabíamos que tínhamos. O dono da palavra foi Rômulo Bertuzzi, se você é tão desinformado quanto eu segue um breve currículo: professor e pesquisador da Universidade de São Paulo. No mestrado defendeu uma tese sobre a reestruturação de um modelo matemático proposto no início do século passado. Sua tese de doutorado intitulada Estimativa dos Metabolismos Anaeróbios no Déficit Máximo Acumulado de Oxigênio foi laureada com o prêmio CAPES. Como treinador trabalhou com os escaladores André Berezoski (Bele), Thaís Makino  e Cesar Grosso.

Existem coisas que devem ser básicas para quem é um treinador ou educador físico, mas que para nós pessoas atletas esporádicos e esportistas iniciantes não são conhecidas ou até mesmo um grande ponto de interrogação e por isso aqui vou tentar esclarecer o que me foi esclarecido ontem. Um treino completo deve trabalhar resistência, potência, agilidade e força, incluir trabalhos aeróbicos e anaeróbicos, descansos que devem ser calculados corretamente para não causar uma exaustão ou um lesionamento. Ouvindo tudo isso e lendo agora penso ” Meu Deus, é muita coisa!”, depois que o susto passa você entende que alguns itens se misturam de certa forma. O que é preciso é saber focar cada coisa em seu devido momento, e também não deixar outra de lado. Num ciclo de treino de força não deve se deixar a força sem trabalho porque senão você melhora um e perde o outro. No nosso treinamento ainda temos que incluir a técnica na escalada, no ciclismo, na caminhada e em tudo mais que queremos fazer durante esse projeto.

Hoje é um novo dia mas todas as ideias e as observações apontadas por ele rodam a minha cabeça, e sei que se quero estar pronta preciso conversar sério com o Fábio, tem muitas coisas que sinto falta agora, e que tenho certeza que ele deve estar pensando também. Hoje na Casa de Pedra nos encontraremos pra treinar e pra conversar sobre como trabalharemos daqui pra frente.

Now that we are back from Bolivia, we have a good nine months or so before our next major training project: three or four weeks up in the Arctic Circle doing polar training with Northwinds – a Canadia firm specialised in organizing training for people about to go on expeditions to the North / South Poles.

Northwinds Arctic – consultancy, polar guides and trainers

During the training we will be working on aspects such as back country skiing; more about layering; tents in the arctic; dealing with factors such as frostbite and common injuries… navigation at the poles… (crossing 2000km of white wilderness where you want to go to the geographic north pole rather the magnetic north pole isn’t quite so easy…!)… communications… dealing with polar bears… kite skiing… and much more! It looks like it will be a lot of fun, but it will be hard work and essential. Our expedition is going to take us to environments which will be completely alien and hostile to us: environments where success is not guaranteed though only can be possible with thorough and complete preparation. So this training there will most likely not be our last!

In the next nine months or, however, we need to work more on our physical fitness and also with… considering we will be cycling the vast majority of the journey, through the Americas and through Asia… cycling…!

Surly Long Haul Trucker – minus the front and back baggage racks

Paulo has a massive amount of experience cycling – he is regularly cycling 200-300 kilometre rides, which is one of the reasons why it is great that he is on board with us. We, however, have limited, more casual experience. The Yungas Road was a great ride, though it was all down-hill and it was without any serious weight. With out project we will need hybrid expedition bikes – The Surly Long Haul Trucker looks to be a great bike for our purposes so we will most likely acquire ourselves these next year when we are in the United States. In the next week or two, we will get ourselves slightly less expensive bikes just for training and getting used to long rides here in São Paulo (and hopefully avoiding any accidents with the crazy drivers on the roads here… a challenge in its own right). Hopefully we will be riding the 300km journeys with Paulo quite soon…

All this as well as continuing our climbing, hiking, physical training (pulling heavy tires along beaches will be included in this as we get into shape for pulling heavy 60kg sleds across ice)… more mountaineering projects (we are planning for Aconcagua next year as well as returning to Bolivia)… wilderness survival and medical training…

Plenty to do…

Voltar para Casa

Posted: July 1, 2012 by Natália Almeida in Climbing, Mountaineering, Photography, Training
Tags: , , , ,

Ir a Bolívia fazia parte do nosso treinamento físico e mental. E lá vivenciamos dificuldades e enfrentamos condições que no nosso dia-a-dia aqui não seria possível.

Em 28 dias aprendemos a lidar com nosso corpo, ansiedade, convivência, pensamentos… Sentimos frio, medo, dor, fraqueza, tristeza, solidão mas também nos sentimos fortes, confiantes, seguros, espertos e poderosos. Assim é a vida de montanhista, a montanha não te perdoa porque está exausto ou sem forças, a montanha não está ali para te entender, passar a mão na sua cabeça ou relevar. Não, ela está ali para te fazer superar limites, para te fazer se sentir pequeno, para te fazer pensar nas suas prioridades, pra te questionar. E nós fomos a diversas montanhas para experimentar isso.
As expectativas antes de chegar lá eram meio perdidas, não tínhamos base de como seria o esporte e como seria tudo, as informações da internet não ajudavam a criar o cenário. Os primeiros dias em La Paz foram gostosos, sem sintomas relacionados a altitude e o clima era amigável – nem frio, nem calor – pudemos desfrutar dessa cidade bagunçada e cheia de vida. O tempo na capital boliviana foi de surpresa a cada esquina, e o povo se mostrou alegre e festeiro. Antes de começar a empreitada nos Andes, tivemos tempo de experimentar os lados da Bolívia, e eita país pra ter faces. Eu diria que lá é possível encontrar o tipo de turismo que qualquer um gosta: compras, aventura, natureza, sossego, cultural… E as opções são tantas que normalmente você perde um dia tentando escolher qual a melhor. A escolha mais difícil que encontramos foi entre ficar na cidade para ver a maior festa folclórica do País, o Gran Poder, ou descer de bike a Death Road. Para quem nos acompanha sabe que a escolha foi a aventura de descer uma das estradas mais perigosas do mundo. Tenho lembranças eternas desse dia, seja as cicatrizes ou a memória. Muito podem achar que me arrependo, mas não, recomendo que façam. As paisagens são lindas, a experiência maravilhosa e cheia de emoções. Caí, e reconheço que o meu excesso de confiança foi o culpado. Mas esse dia está entre os melhores para mim dessa viagem.
O treinamento pesado começou quando encontramos o pessoal da Alaska Mountain Guide, aí cada dia era de acordar cedo, caminhadas longas, e aprendizado.
Ir aos acampamentos já não era fácil, saíamos cedo, e caminhávamos longas horas, a beleza dos lugares ajudava a distrair o pensamento em relação as mochilas pesadas nas costas. Na hora do hiking, um ajudava o outro, e foram nesses momentos que mais aprendi. Kirk e Augusto sempre atentos a tudo me davam dicas de como respirar e técnicas de caminhada, até mesmo as conversas sobre as experiências anteriores deles aprendemos muito.
Na hora de acampar mais lições: tratar a sua água com iodo, lembrar de estar sempre se movendo para ajudar seu corpo na aclimatação, a importância em se manter hidratado e de se alimentar constantemente, como evitar a condensação dentro da barraca, etc.
Comer certamente foi uma das parte mais complicada, você perde parte do apetite e meio que se força a comer a todo instante. Como ficamos boa parte acampando a alimentação ficou a base de macarrão, arroz, frios e pão, o que não faz da nossa dieta uma coisa ideal. De volta ara casa esse é um ponto que estudaremos melhor aqui e com a ajuda da Dr. Isabela poderemos ser mais criativos e saudáveis. Com a terrível intoxicação alimentar que eu tive boa parte das opções ficaram intragáveis, doces e chás só pioravam as minhas cólicas, e a ânsia em se aventurar e conquistar um pico me deixou um tanto cética em relação a minha saúde, mesmo com diarreia e cólicas por 17 dias, idas ao banheiro contantes e enfrentando as latrinas e os sanitários a céu aberto com neve, vento, chuva e o que mais São Pedro quisesse mandar, eu acreditei que iria conseguir, achava que ia passar rápido. Os dias passaram e eu lutei para conseguir, forcei meu corpo, ignorei a minha mente, e com isso me detonei. O desafio real pra mim foi lidar com a minha cabeça e meu corpo, o trabalho mental era o de ignorar as cólicas e enfrentar as caminhadas.
Ao fim desses dias sinto que sou outra pessoa, aprendi que respeitar meu corpo é essencial; lidar com a dor e a controlar os pensamentos que às vezes parecem uma tortura mental; saber motivar e compreender meu parceiro foram coisas difíceis no começo mas que conseguímos ver e trabalhar juntos.
 Hoje sei que temos muito o que nos preparar e aprender para encarar uma aventura dessas mas tenho certeza que conseguiremos porque agora nos sentimos mais fortes e seguros para encarar os próximos desafios.

Strangely enough, in spite of not having reached the summit of Illimani and even having been within touching distance of it when we turned back, I felt content with the decision. As I said, I had done my best, and that was all I could ask of myself. Going back down the mountain to high camp proved easier and even turned into a confidence builder as, as we crossed the knife edge ridge we had crossed in the darkness, with stupidly lethal falls to either side, I was actually able to do so without getting close to panicking or hyperventilating – I was beginning to trust myself and my crampons a bit more and well enough to keep calm. We also crossed some narrow crevasses in the ice which, when we looked down them, did not allow us to see the bottom. It was nice that the cracks (about a foot wide) were visible as some serious damage could have been down had we placed a foot directly in one of them.

Back to the tents, and packing up – after a little rest before the porters got there. It was time to leave our final mountain and go back to La Paz for the final time before returning to São Paulo. Going down the scree and rock face wasn’t easy for me. It was nice that Caleb belayed me down some of the steeper sections, and short-roped me on trickier sections where we had to go over only ice (with the nasty falls to oblivion) with no crampons or ice axe to support us. There were footprints carved into the ice which helped make things easier, though it was still pretty slippery. After three or four ten-metre sections lie these, we had passed the worse, and then it was just the scree and occasionally flat-panel rock faces.

We arrived at base camp at around 5pm. Natalia must have spotted us coming from some distance away as she had come away from the tents to meet us at the trailhead. She explained that she and José had been pretty worried about us as we had been out of radio contact – Caleb had tried calling from the mountains but the radio didn’t seem to want to function. José was preparing to leave the camp to try to find us on the descent. She then told me about how José had lost two friends who were guides on Illimani on separate occasions – basically because in each case they were in rope teams with one tourist, and the tourists lost concentration and fell with nobody being able to arrest the falls. The slopes of Illimani are steep enough that arresting a fall is tough enough for one person by themselves but for the guides to save both themselves and their partner… well it wasn’t possible for José’s friends and that was the end of their stories.

I was just happy to be back for a final night under those clear stars. The disappointment of not having reached the summit hit a bit more on the two-hour walk back in the morning to our vehicles, when we were continually looking back to those spectacular mountain peaks behind us, and during the drive to La Paz. But ah well. At least there can, and will, be a next time.

<— Marathon to high camp

Negative thoughts did include hearing avalanches and ice falls in the background after dark, and the thoughts of falling off the side of one of the knife-edge ridges that we were bound to encounter. Also, as I mentioned, it would have been nice being able to speak with Natalia. It was good being in the same tent as Caleb though as we were able to chat about everything, though he he had spoken with other climbers who were going down who had said they had completed the summit after leaving at 4am as opposed to the normal midnight. Caleb decided that would be okay to do the same due to the cold that can be experienced on the mountain, though we had said we would meet the porters to go down to base camp at 1pm.

Fine by me, and when I woke up, all of the negative thoughts had gone and I was ready to go. It took a little time getting everything together and getting the gaiters on, though everything was in order. It would have been pitch black outside were it not for the stars which were brilliant. The moon was hidden by the mountain and it was only a very thin crescent moon as well. We could also see the lights of La Paz glimmering in the distance behind us. Headlamps on, and off we went.

Immediately there was a slope which went up to a knife-edge ridge. Fortunately with the dark I was not able to see the consequences of any fall and I was able to get by without too many problems. Up and beyond that and the slopes just did not let up. In comparison to Huayna Potosi where there were relatively gentle slopes coupled with frequent platforms where one could catch one’s breath, this was just un-remitting slopes. Not gentle ones either.

My body didn’t feel great at the start and the slopes soon started to have affect on me. Not sure if it was because I was still tired from the trek up to High Camp – Caleb, in a frank discussion about fitness, said that he thought I was above average fitness in comparison to others he had worked with. Problem is that at the altitude of High Camp, the body doesn’t recover quite so well from physical exertion quite so quickly, and it needs much more water to be able to function properly – more than I had been drinking, though from my urine I did not appear to be dehydrated at all. Caleb thought that the altitude at around 5,800 seems to hit me a bit like a wall and perhaps my body is still not completely adapted… I guess this will only come with practice though.

We kept going, though pausing frequently. At around 6.30am the sunlight appeared in the sky, though the sun was coming directly from the other side of Illimani, so we remained in the shade for a good while longer before the rays did eventually reach us. The wind was pretty strong and for the first time during the three weeks, I had all my layers on while walking, including my think down parker jacket and down mittens. My pace became slower though and though I was using breathing/walking techniques Caleb had taught us, I still had to stop every five or six steps or so to recover some more air. We could see the summit and it was slowly getting closer.

Passing crevasses to both sides of us, we weaved our way up and over the main glacier along the route, and up so we could see the trail in the side of the mountain leading its way to the summit. Caleb estimated that we were about 200-300 metres below the summit, though we would still need a couple of hours at my slow pace to reach it, and the time was already 10.30am… then we would need to get back down again. So it was I who took the decision: we would admit defeat and turn back.

Time and exhaustion were the main elements in the decision. It would have been nice to have had longer to complete the ascent, but there was nothing much that could be done now in this regard. The climb had turned into a continual struggle to place one foot ahead of the other and push mself up the mountainside, so I think it was the right choice. A shame, but the mountain will be there for a long time to come (hopefully with glaciers in tact, as they have been shrinking with global warming), and I don’t want to kill myself reaching any goal. I had done my best to get as far as we did (Caleb was pretty impressed that I had pushed myself as far as I got considering the struggle it proved to be for me). Am pretty confident that with a little more training, and a bit more time, I will be able to reach the summit of Illimani and higher peaks. Same with Natalia. Maybe we didn’t make it this time, though next time it will be a different story.

Thanks to Caleb for letting us use a few of your photos!

A noite não é como o esperado, primeiro acordo com o quarto super quente e seco. Bebo água, e molho uma camiseta e coloco na cabiceira da cama, de nada adianta. Ben também acorda com o mesmo problema, abro a janela. Ele volta a dormir mas pra mim era só o começo do desconforto. Cólicas estomacais voltam e a noite vira um pesadelo. Molho a minha camiseta e coloco a camiseta sobre ela, quem sabe assim quando respiro fica melhor e na verdade deu uma mehorada sim. Algum tempo depois as cólicas se transformam em mais uma vez diarréia. E pronto já não durmo e as seguidas idas ao banheiro acorda o Ben, que fica aflito. Ligamos para Caleb às 8am e pedimos para adiarmos a ida para o dia seguinte, ele diz que tudo bem, vem ao quarto com uma garrafa de água e remédios. O dia foi de descanso, muita água e de comidas leves. Em nossos rostos era possível ver que estamos tentando lidar com a possibilidade de eu ficar aqui, e além disso temos que lidar com a frustração que aumenta ainda mais de eu ainda não ter conseguido ir ao topo de uma montanha. Chorar não é a solução mas é a única coisa que alívia um pouco o coração apertado.

Com o passar dos dias pareço estar um pouco melhor, e voltamos a nos animar. Amanhã será o dia, amanhã saíremos daqui para o acampamento base e eu vou estar bem, vou conseguir, o pensamento segue assim, e na hora de dormir até me atrevo a tomar um remédio para controlar meu intestino. Durmo aflita porque sei que amanhã não posso decepcionar, e peço para meu corpo ser forte pelo menos nos próximos 5 dias.

Acordamos cedo, descemos as malas e fomos tomar um café da manhã. Enquanto o Ben se esbalda com torradas e ovos, eu tento ser o mais leve e neutro possível. 2 Torradas com manteiga, um copo de leite quente e litros e litros de água. José chega e é era de partir, a viagem de La Paz ao povoado de Pinaya é de +/- 4 horas, as condições das estradas são péssimas, a via de terra e pedras soltas é estreita, diversas curvas super-fechadas e encontros sem aviso de carros vindo do outro sentido. O precipício do lado direito aumenta a aflição, Ben chega a suar olhando a queda que fica a poucos centímetros das rodas de nosso carro. Chegar a Pinaya é mais que um alívio. Lá comemos um sanduíche de pasta de amendoim e geleia e fechamos 2 burros para carregar as coisas até o acampamento base.

Começamos a trilha, o lugar é muito bonito, passamos por diversas casas e cholitas puxando ovelhas, por aqui tudo é muito verde e quente. A medida que vamos subindo o calor vai diminuindo e o vento aumentando. Por mais resistente que eu tente ser meu corpo começa a entrar em colapso, o estomago dói e se revira. Mais uma vez é difícil respirar e manter o ritmo. Todos começam a reparar que estou ficando mais lenta e ofegante, e minha cara de desconforto demonstra que algo está me afetando. De início respondo que tudo está bem quando me perguntam, mas a revira-volta no meu estomago me obriga a confessar que não estou 100%. Diminuímos o ritmo mas seguimos em frente, quando a dor piora paro, sento e espero passar. Depois seguimos mais adiante. Começo a ficar brava porque não sei se mais uma vez fiz a escolha certa, minha cabeça segue com diversas questionamentos que a cada minuto penso em respostas diferentes. A todo instante José nos dá uma previsão de quanto tempo ainda falta sempre diz a mesma frase ” A esse passo mais ou menos 2 horas”. A verdade é que essa trilha normalmente leva entre 2 a 3 horas, e nós levamos umas 5 horas.

Ao chegar no acampamento, me deito sobre uma pedra que está no sol e me aqueço um pouco ali. Os outros vão olhar as coisas deixadas ao lado das barracas que já estavam armadas. Ben vem me checar e me chama para ir deitar um pouco.

A tarde e a noite no acampamento base promete ser tensa, enquanto Caleb e José conversam sobre o dia seguinte, eu e Ben estamos aflitos na nossa barraca.

So yes, instead of hiking to just camp I (about a five hour walk away, at around 5,000 metres), it was decided that we would go straight past that to high camp (another couple of hours hike/climb at around 5,400 metres); get there for around mid-afternoon, rest and get up at about midnight for an attempt at the summit of Illimani (just under 6,500 metres). Altitude gain of about 2,000 metres in less than 24 hours. Something I wasn’t quite sure I was ready for. Apparently there was no water at camp I, and no snow to melt there. José, who had climbed the mountain a number of times, was to stay with Natalia, whilst Caleb, who had not climbed the mountain before, would go up with me. The one good thing was that we had porters to carry our heavier bags so we were able to go with lighter rucksacks with extra layers in case the cold got to us.

Hot drinks at 7am, though we left at 9am. The sun was still behind the mountain so it was still quite cool and a bit breezy. The walk was quite easy at first; steadily increasing in altitude along a reasonably well trodden path, going up around and over lateral moraines, down again into carved out glacial valleys, and back up over the moraine on the other side. We could see small streams with ice on the surface, with water running underneath, and in one of the small sub-valleys, there was a glacial stream running quite strongly – strongly enough that we were able to re-fill our bottles with it. We made such good progress that we completed the apparently five-hour hike in less than three hours, as we passed a small plateau where wind walls had been built from rocks to protect tents which had been encamped there. The tents had gone, and as we though, there was no water or snow to melt. So  passing that, and upwards.

Which was when the hiking turned into effective climbing and scrambling over scree, and steep, loose, rock surfaces. It was a struggle, that was for sure. We had to be very careful with our footing with the scree and the angles of the falls to our side gradually increased meaning that any loss of balance could have led to bad injury or worse. The fact that we had porters was even more gratefully received as had I had to keep my pack on going up those rocks, I would have … let’s say, had difficulties. Then when we got to parts where we had to cross over ice with steep falls to the side, I was even more grateful as I took step, then a breath, and further steps forward. Painfully uncomfortable for me.

It was more or less consistently like this for the entire two hours we took to complete the trek to high camp. It wasn’t easy, that’s for sure: as well as the struggle over the scree  and rocks, the altitude certainly took its effect on me as well, and I gradually became slightly more breathless with the steps I took.  It was great to finally get there, above the snow line, on a small platform of ice, looking down over the valley of base camp and with amazing views of the various summits of Illimani. The porters had set the tent up for us which was even better, as I was able to move in and rest almost immediately. It looked like we would be the only ones attempting the summit in the early morning, as the only other climbers there were going back down to base camp.

Caleb later radioed to José to say we were okay. I could hear him outside the tent talking with him, and I heard him say that he didn’t think it was possible for me to speak with Nat. I guess this was because I was in the tent and he was outside. I didn’t say anything at the time, though I was a bit annoyed about that. I later asked if possible to radio back to them though he said that the radio at the bottom would have been switched off for the night. Definitely would have liked to have spoken with her before I went up the mountain, and I went to bed with slightly negative thoughts about the climb.

La Paz é uma cidade bagunçada e um tanto caóticas, carros vem e vão a todo instante e respeito ao pedestre é algo que eles realmente não aprenderam na auto-escola. Uma briga de carros e pessoas que vão e volta sem parar no meio da fumaça e da poeira. O barulho de buzinas gastas, motores velhos, carburadores furados e de pessoas falando são a trilha que embala sua estada pelo centro. Para chegar a Calle Illampu, onde fica nosso hotel, passamos por diversos mercados de ruas e barracas vendendo das coisas mais comuns ao mais bizarro. Mesmo com todo esse caos a me esperar não tem como não sentir aliviado em poder descansar. Ouvir a palavra La Paz soa como calmaria, descanso, noites bem dormidas, banheiros limpos, comida quente e variada, acesso a internet e todo o luxo que estamos privados no acampamento. Não que eu não goste de acampar, aqui na Bolívia tem sido uma experiência de dois lados, boas conversas, caminhadas, lindas paisagens mas de outro muita dor de estômago, uma doença que não para e pouca comida. Me anima sempre a cada novo acampamento que vamos, mas a frustração de ainda não ter conseguido um pico me persegue e invade meus pensamentos a toda hora. Tenho consciência que não tenho controle sobre esse mal que anda me afetando e que me enfraquece a cada retorno. A vinda para La Paz me enche de esperança, vir a capital é sempre sinônimo de fim de uma etapa mas também de recomeço. É daqui que começamos e é aqui que terminamos, logo mais uma chance de recuperação antes do Illimani.

A noite saímos para comer no Café Banais, ver o Augusto melhor foi bom, pena que daqui para frente não teríamos mais a sua companhia ou a de Kirk, eles fecharam o pacote de 14 dias que se encerrava essa noite. No dia seguinte partiriam para o Uyuni numa viagem de 3 dias conhecendo o salar, as grutas e as lagoas com flamingos.

Volto para o hotel e não ter nenhuma dor de estômago só me deixa mais animada. Vamos dormir que amanhã é dia de passear e levar os nossos 2 parceiros para conhecer a porte cult da cidade, do outro lado da avenida Perez Velasco tem uma infinidade museus, catedrais e galerias. O destino na verdade era a Calle Jaen a mais antiga da cidade.

Acordamos atrasados para o café da manhã mas mesmo assim conseguimos chegar a tempo. O dia foi cheio como imaginamos e o passeio agradável. Entramos no museu de intrumentos musicais e nos divertimos muito, por 5 bolivianos você pode conhecer um pouco da cultura musical local e tocar muitos dos instrumentos expostos. Depois fomos a um café que fica no fim da rua, onde comemos sanduíches e bebemos capuccino. O Ben e o Augusto provaram Chocococo, que é um chocolate quente com leite condensado, mais gostoso do que imaginei. 

Depois de muito passeio hora de voltar ao hotel e arrumarmos as malas seja pra ir para o Illimani ou para o Uyuni. Uma despedida breve e a certeza do reencontro quando voltarmos da montanha.

Arrumar a mala parece cada dia mais simples, e dessa vez fica fácil saber escolher o que fica no hotel e o que levamos. A noite chega e junto a fome, ligamos para Caleb e vamos ao Lunas, um restaurante bem perto do hotel. Lá conversamos sobre o que nos espera em Illimani e comemos uma lasanha vegetariana. Voltamos para o hotel e combinamos de sair amanhã às 9am.

Agradecimento a Augusto por suas fotos aqui nesse post.