Archive for the ‘Equipment’ Category

North Face Hayasa trail-running shoes - find them at Casa de Pedra in São Paulo

North Face Hayasa trail-running shoes – find them at Casa de Pedra in São Paulo

New running shoes..!

Saucony

My old Saucony shoes… slightly worse for wear..

My old Saucony shoes have, after a year and bit of solid use running and casual walking, bitten the dust. Shame really as they were great shoes to run in. Nice and light, comfortable, pretty sturdy, and I liked the colour scheme of them. First of all holes started to appear at the front end of both trainers where my big toe is, then  gradually the fabric became weaker and weaker until finally on one of them the side fabric became detached from the sole and the shoe isn’t really useable any more, unfortunately. So it is a farewell to a good pair of trainers.

The North Face - Hayasa Running Shoes

The North Face – Hayasa Single Track Running Shoes

In their place I have got The North Face Hayasa trail running shoes from Casa de Pedra – a nice red colour which stands out well enough as well. Nice and light, with a pretty good grip, strong and also reinforced toe-ends to help protect from bumps and the like (as well as hopefully stopping my big toes from poking holes in to them!). The laces are great – a sort of soft stretchy material which just doesn’t come undone. And very importantly for me, very comfortable with a nice and snug fit. They are most decided neutral in the way they are built, so just about right for my feet. In short, it was love at first fit when I tried them on. I needed to get them before the half marathon in Rio, which I did manage to do. Unfortunately, it was only a couple of days before the race. And it really isn’t recommended to start hard running in new shoes without having worn them in. So on the day before the race, the Saturday, I just walked around in Rio for the day, just trying to get used to them and them used to me. Chugging alongIt seemed to work, though how much this was to do with my “walking-in” or the general ultra-good fit of the shoe, am not sure. As I mentioned in a previous post, I managed to get a time of 1h54m59s – a time that I was very pleased with as I imagined taking two hours and I had not done much dedicated running training, and especially not over that kind of distance. And at the end of it all, my feet felt fine, as did my knees. Just the muscles were tired, as you can imagine! But the shoes had done their job and kept my feet nicely protected with just a couple of toe blisters on one foot, but nothing bad. I never really imagined the North Face making good running shoes, and though these are more for trail running (and have received good reviews for this as well – check this one out), they were great for running along the roads in Rio and I wouldn’t hesitate to recommend them to anyone interested.

Casa de Pedra

Satisfação total!

Como eu já disse viver na capital paulistana nem sempre é fácil, por isso a busca por lazer e uma vida saudável é interminável e um tanto desafiadora. Pedalar aos finais de semana para a praia ou interior é muito bom, mas para aqueles que tem sede por mais e mais, o jeito é incluir outros esportes. E as vantagens de diversificar as suas atividades esportivas não param só em te dar opções mas também previnem contusões e tendinites. Por exercitar diferentes  músculos com outros  movimentos gera um fortalecimento mais completo. A musculação sempre deixada de lado por aqueles que não buscam ficar bombados é essencial para uma evolução em qualquer esporte além de dar suporte para os ligamentos e articulações. Nós que precisamos estar com o corpo e a mente prontos para qualquer coisa já que esse projeto vai nos levar ao limite, ficamos cada vez mais versáteis e buscando treinos e atividades que nos ajudem. E foi por isso que começamos a escalar. A escalada é uma ótima dica para aqueles que buscam um corpo forte, alongado e maleável. Por trabalhar flexibilidade, resistência e força do corpo todo é um esporte mais que completo, sem falar da melhora na auto-estima, concentração e resistência mental.

Paulista - Va de BikeHoje mais do que nunca percebo como o mundo da bike e da rocha andam cada dia mais perto um do outro. Afinal de contas nada mais gostoso do que cair na estrada em cima da magrela, chegar no meio da natureza em algum cantinho razoavelmente perto da capital e escalar na rocha. Lá de cima ver a vista e pensar que conquistou não só quilômetros mas também “alturas”. Essa proximidade vejo pelos que estão a minha volta, a quantidade de gente indo e voltando da Casa de Pedra de bike aumenta mais e mais, hoje são organizadas pedaladas as quintas e até rola uns pedais longos de final de semana, na CP alunos novos são frutos invertidos, ciclistas que vão lá ver qual é a boa das agarras e paredões. Esse crescimento de ambos dos esporte é animador, e até dá um tanto de orgulho ver o rumo que as pessoas estão pegando. Na Europa o uso de bike e escalada como lazer e meio de se manter em forma já é antigo, e tenho certeza que um dos fatores por grande parte da postura aventureira, da consciência ambiental e da maneira de lidar com coisas ligadas a melhora da qualidade de vida sejam tão enraizadas.

Para pedalar existem diversos grupos no face, em blogs, bicicletaria e bairros da cidade que te ajudam a iniciar a prática já a escalada parece mais distante, por isso hoje vim aqui mostrar que não é tão difícil começar a escalar, muito menos ir atrás de experimentar. Treino de Equilibrio - Slackline

Caso você queira tentar a primeira vez num ginásio com diversos níveis de dificuldades e segmentos do esporte sugerimos a Casa de Pedra que fica pertinho do metro Barra Funda. Além de ser o maior ginásio de escalada esportiva do país com paredes de até 14m de altura e mais de 100 vias de escalada guiada, top rope e boulder você ainda conta com uma estrutura completa de musculação. É possível ir um dia só para conferir ou fazer um plano mensal, dá uma olhadinha no site ou passa lá e conversa na recepção.

Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Casa de Pedra, São Paulo

Para aqueles viciados em esporte na natureza, e não querem nem passar perto de uma academia, indicamos a Kaiporah uma agência de esporte de aventura que nasceu justamente para ajudar ao acesso a esportes como: bike, yoga, trekking e claro escalada. Todo mês são programadas diversas saídas para as rochas no interior que cerca a cidade de São Paulo. As vias normalmente tem de diversos níveis de dificuldade e eles fornecem todo o equipamento de segurança, lanches super saudáveis e instrutores super experientes que vão te ajudar a superar os obstáculos e conquistar o cume.

Esse domingo caso você queira ir conferir vai rolar uma saída para o Guarujá no Morro do Maluf com vias muito boas para iniciantes e intermediários, caso queira saber mais informações dá uma perguntada lá na pagina deles Kaiporah.

São Paulo - Atibaia

<— First article regarding route planning

Two of the other online route planning tools we have used are Bike Route Toaster and Ride with GPS. Both are better than Garmin Connect from the point of view of showing the total elevation of your journey. The former is completely free, while the latter is free to use so you can plan your journey, but if you want to upload routes to your Garmin, you have to pay a subscription.

Starting with Ride with GPS, and this is the tool I have been using most until now (though that might change as in comment to my previous post, Charles (http://en.gravatar.com/thehomme) suggested using Strava… which looks interesting though doesn’t look to be any good for actually planning routes – just for analyzing the ones you have taken). I have used Ride with GPS to plot out initial drafts of the entire 360 Extremes route through from São Paulo to the top of the Americas (345 days, including days off… so quite a lot of individual routes there!). Everything is all there saved, though it would be nice to be able to organize things in folders or something to make it easier to find everything. The planner isn’t really good for cycle paths, though it does let you draw from point to point when there are no roads to follow, so it won’t take you all around the sun to meet the moon. And one thing that I really do like about it is that you can see the grade of the climbs as well, so you get a better idea about how steep the climbs you face really are – not something that appears in the other tools – and oh, yes, you can also use Street View to gain an idea of the roads (wherever Google have gone, that is).

On the left, the data from the GPS after the activity; on the right, the data from the planned activity.
Spot the difference (aside from distance as started 15km from start, after flat roads/gentle downhills)

Like Garmin Connect, you can download data about your daily activities from your GPS to the software, and it can keep track of everything. It can be buggy, however, sometimes and it can be easier just clearing a route and starting again rather than trying to sort out something that when wrong with the route/waypoints. Also, while it shows you the total climbs/descents over the course of a ride, it tends to exaggerate these by a good few hundred metres – the route from São Paulo to Atibaia is shown as +2131m / -2142m, when the Edge 800 altimeter works it out as around +/- 1,300m. Which is right… well Bike Route Toaster seems to support the Edge.

So being careful with the elevation planning, I would give this 7/10 on the whole though 8/10 for just the route planning – better than Garmin Connect simply because even an exaggerated idea of the total elevation is better than none.

Bike Route ToasterBike Route Toaster is great and easy for quick planning and is completely free. It gives you elevation data, allows you to create course points and warnings, and allows you to work with the “Virtual Partner” on the rides – though we haven’t used this much yet as we generally go at our own steady pace – the importance for us is not speed, rather building our endurance. The elevation data seems more accurate than the Ride with GPS – and is considerably closer to the readings that the GPS gives, so I would trust this much more for getting the most accurate information in planning your ride. It can be slightly buggy and you can’t save routes on to the server, so it is harder to organize and make adjustments to a sequence of different routes as part of a longer journey. Uploading them to your Garmin does saves the routes you create, however. It hasn’t got all the activity analysis features as the others, and also it isn’t the best looking of interfaces in the world, with tacky adverts appearing here and there… but what do you expect? It is free, after all.

6/10 as a general grade because of the lack of features, though 9/10 for just the route planning. Higher than Ride with GPS because you don’t have to pay to be able to upload the route to your Garmin.

I have been playing with some online route planning software in order to plan for our cycle training rides in Brazil and for the tour in the United Kingdom. Why is it important to plan? Not just because of the need to know roughly how far you will be going, but also because a: it is good to know how you are going to get to your end point (particularly in countries and areas where you don’t, for safety’s sake, want to end up in the wrong place, and b: you need to have at least an idea of what the elevation profile will be. This latter point is pretty darn important, as pretty much anyone would be able to ride 100km in a day if it is just going along a nice and flat path. However, if you are going to be climbing up lots of hills and going more than +1000m and 100km in a day, you have to be in decent shape; +2000m/100km in one day: very good shape… anything more and you will have to be in excellent condition…

The software I have been playing around with is Garmin’s own Connect software (connect.garmin.com) – for when you have a Garmin device; bikeroutetoaster.com; and ridewithgps.com. As you can imagine, they all have their advantages and disadvantages…

Garmin ConnectGarmin’s Connect tool is good as, even in São Paulo, you can plot routes that will take you through parks (such as Ibirapuera park), and it will recognise these as legitimate to take, and not just the road. You can save multiple routes, and easily see where you have these routes on the world (Google or Bing) map and side-list, so it’s nice and simple. At the same time, as you might expect being from the maker of the Garmin GPS, it is nice and easy to down/upload your routes from/to the Garmin GPS units. You can get a full range of different stats (from temperature profile; elevation; speed; pace; moving/total averages/calories and, if you have the sensors, cadence and heart indicators among others) about the various rides you have gone on as well, and it is great to be able to compare the rides you have done along the same route, and easily see how things have changed.

You can also plan workouts, and keep track of your health progress, but without the appropriate sensors, I haven’t had need to try this yet. The software measures indicators such as Body Fat, Body Water, Bone and Muscle Mass, physique rating, visceral fat, metabolic age and daily caloric intake… impressive stuff, and it says that with a Tanita BC-1000 Body Composition Monitor and a “compatible Garmin watch”, the measurements can be “tracked wirelessly” using the Connect Health system. Even more impressive. Would be very curious to see how it all works, though it is certainly promising. I am straying away from the point of this post though (sorry!), so back to planning rides (though of course, your health is important in knowing the kind of routes you could be doing!)!

Everywhere but the highway

Everywhere but the highway

There are two problems I have encountered: The first is that while it is easy to simply draw lines of the route (where, for example, there is no road or trail marked on the map), here in Brazil at least, it will do everything to stop you plotting a route along a highway. This can be quite annoying as we often end up riding along the hard shoulder of a highway (such as from Nazaré to Atibaia). I guess that there might be laws about this in places, but there should at least be an option.

Elevation

No elevation…?

The second problem is that, while you get a nice visual of the elevation profile, it does not tell you the total elevation gain/loss for a ride – quite a problem, especially when you are planning long distance rides. Doing 100km with +1000m of gain is one thing… doing it with +3000m is completely different, and you can’t really gauge this looking at just the profile. Maybe the problems are me not doing something right in the software, but I like to think am okay at getting to grips with these things, and if am not doing something right with it, then I imagine that others are having a few problems too!!

So overall?

The software is free… if you have bought a Garmin GPS unit. For a free piece of software it is good and it is great in the post-ride analytics, especially if you have all the appropriate sensors. But as you most likely would have forked a couple of hundred dollars or so on a new unit so as to be able to use the software, then you might expect the two points I mentioned to be ironed out – you are not going to be spending money on a GPS unit if you are not going to be going anywhere…

With this in mind, I would give it a solid 7/10, and will take a look at Ride with GPS and Route Toaster next post…

Garmin Edge 800

Another new acquisition is something that is already useful for training and will be very useful for the cycle tour of the UK and the entire journey: a Garmin Edge 800 GPS unit. We have just the unit with the bike mount – you can get it with heart and cadence monitors for it to provide a good overview of your training developments, though we will get that later. For now, just the GPS unit itself is good.

Garmin statsThe unit is touch screen, shows the map of where you are (precise city navigator maps are available for download from the Garmin website), and it is incredible as to actually how precise the location is: the unit records your journey can you can review it on the computer when you get back home – when you do, you can see even when you just headed back a metre or so to check something…

It took a while to detect the satellites when we first set it up, but after that, it has been quick. Hopefully when we are in the UK it will have no problems in picking up the different satellites up there. You can plan your route using the Garmin software, though there is other better software that you can use online – but I will talk about them in a bit (though the main problem is that in planning the course through being able to see the elevation profile – incredibly important for working out how hard a ride is going to be – distance is far less important!).

Uploading routes is straightforward enough, then you just find your route and you’re ready to go, with the route and cues showing nice and clearly on your screen. If you don’t have a route, you can start the timer and record a new one following the path you take – very simple to do.

At the end of it all, looking at the journey you have taken back on your computer, (opposed to when you are planning) you can see the elevation profile (with total elevation gain/loss) of where you have been and all sorts of nice information about the route – total time; total time peddling / total stops; average speed / temperature / pace… and as you do the same courses over time, it is great to be able to compare everything, as all is tracked. It will also show the number of calories it calculates that you burn during your training session – how accurate this is, however, is another question as many reviewers commented that the best algorithms for calculating this have been patented by other companies…

Plenty of other Garmin units out there, though definitely would recommend this if you can afford to fork out a bit more. Here in São Paulo, Casa de Pedra sells the unit along with other Garmin models – check them out on their online store.

Also, you should be able to check out the last route we cycled using the GPS at this link… São Paulo – Atibaia – 25 Nov 2012.

Garmin charts

Atibaia map

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Vocês acompanharam nosso início de bike e as nossas primeira pedaladas nas estradas. E com certeza teria sido um início bem mais difícil senão fosse pelo André Pasqualini e o Desafio Bicicletas ao Mar. Hoje esse grupo ainda cresce e pedalamos juntos pelo menos 1 vez ao mês. Mas com esse mesmo espírito de ajudar os ciclistas do dia-a-dia e os que querem pegar estrada o André ainda faz nascer em nós a vontade de que todos deveriam poder vivenciar essa liberdade que a bicicleta nos proporciona. E com uma ideia na cabeça e com um grupo de pessoas dispostas a ajudar nasceu o Projeto Bicicletas de Natal. Que abaixo eu coloco o texto que peguei emprestado de seu blog para vocês entenderem, divulgarem e que sabe fazer parte.

PROJETO BICICLETAS DE NATAL

O Coletivo formado pelos participantes do grupo Desafio Bicicletas ao Mar organizou uma campanha de doação de bicicletas, nosso objetivo era recebermos a doação de 100 bicicletas que serão reformadas e doadas a jovens ligados a entidades filantrópicas da região metropolitana de São Paulo. Para realizarmos essa ação, firmamos uma parceria com a CPTM que irá nos ceder um espaço para montarmos nossa oficina temporária. Esse espaço será a antiga passarela da estação Pinheiros da CPTM, que atualmente está desativada. Lá iremos montar nossa base operacional, onde organizaremos grandes mutirões para prepararmos as bicicletas.

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O projeto está dividido em três fases, a primeira foi no ultimo final-de-semana, a etapa de recebimento das doações. Um sucesso sem tamanho, conseguimos exatas 100 bicicletas. A segunda foi no dia 03 de dezembro, com inventário e início dos mutirões para reforma das mesmas e a terceira será no dia 23, data da entrega das bicicletas.

Como colaborar com o projeto?

Os voluntários poderão ajudar daqui pra frente:

– Se voluntariando para ajudar na reforma das bicicletas

– Abaixo iremos detalhar as fases do projeto e como ajudar:

Se voluntariando na reforma das bicicletas

Como iremos operar dentro de uma área paga da CPTM, todos voluntários irão assinar uma lista de presença na entrada da estação Pinheiros. Já aqueles que se dirigirem até o local utilizando o sistema do Metro e da CPTM não precisarão preencher esse formulário já que nosso ponto de encontro será na área paga do sistema. De qualquer forma, caso você queira participar de algum dos mutirões, envie um email para bicicreteiro@gmail.com com seu nome e RG para colocarmos na lista que ficará durante o mês de dezembro na estação Pinheiros da CPTM.
Criamos um evento no Facebook para os grandes mutirões dos dias 15 e 16, se inscreva e tire suas dúvidas por lá.

http://www.facebook.com/events/454753451247472/

Para mais informações sobre os mutirões de dias de semana, acesse o grupo Desafio Bicicletas ao Mar no Facebook e participe de forma mais ativa da nossa campanha.

Para chegar ao local dos mutirões basta se dirigir até a estação Pinheiros da CPTM. Se você for de bicicleta ou de carro, deixe sua bicicleta no bicicletário (carro na rua), procure os funcionários da CPTM e informe seu nome completo com RG, eles irão consultar uma relação de pessoas autorizadas e lhe dará o acesso a estação, depois basta se dirigir a passarela que fica na área da CPTM, em frente aos banheiros públicos.

IMPORTANTE: É preciso ter seu nome na lista para acessar nossa oficina na estação Pinheiros, para isso mande um email para bicicreteiro@gmail.com com o assunto “Voluntário do Mutirão” informando nome completo e RG. Também importante escrever o campo do assunto exatamente como acima, do contrário seu email pode ser perdido e o nome não entrará na lista. Já quem se deslocar até a estação de Metro ou Trem, não precisa sair da área paga, basta ir até a passarela e procurar um dos voluntários que estarão no local, desde que seja nos horários citados mais acima. Na dúvida pergunte sempre a um funcionário da CPTM (não do Metro).

Doando peças ou valores ao projeto

Os voluntários poderão sair a “caça” de doações, visitando bicicletarias pois é comum as pessoas trocarem equipamentos, descartando os antigos ainda em bom estado de conservação, uma lista com equipamentos necessários se encontra no site do bicicreteiro também.

Há outros tipos de equipamentos, como conduítes, cabos de aço, pastilhas de freio, óleos e lubrificantes, pneus e até mesmo algumas ferramentas específicas que utilizaremos nas montagens das bicicletas que possivelmente precisaremos adquirir. Caso você opte em ajudar dessa forma, aguarde a divulgação da lista de materiais ou faça uma doação clicando aqui.

Quem fizer uma doação a partir de R$30,00 e levar o comprovante da doação em um dos nossos mutirões, receberá dos nossos voluntários um pequeno curso de manutenção de bicicletas, dicas que servirão para você manter sua magrela sempre em ordem. Caso você também deseje colocar a mão na massa, pode ficar a disposição do grupo para realizar algum trabalho no mutirão, outra boa maneira de aprender um pouco sobre mecânica de bicicleta.

Doe e concorra a uma Bicicleta Durban Metro

Para incentivar as doações vamos rifar essa linda bicicleta que foi doada por um voluntário, para concorrer você pode doar qualquer quantia e enviar o comprovante da doação para o email bicicreteiro@gmail.com. A cada dois reais doados você ganha um número de 0 a 1000 e o resultado do primeiro prêmio da Loteria Federal do dia 12/12/2012 leva a bicicleta. Participe e nos ajude, entre no site do O Bicicreteiro para mais infos e cadastramentos.

André Pasqualini

Adaptação é como defino esses últimos tempos.

Os dias de agora são corridos, tenho que administrar uma rotina que inclua treinos, alimentação saudável e 16 horas de trabalho por dia. Essa maratona diária não me dá folgas nem aos finais de semana que são ocupados um dia com trabalho e outro com pedaladas longas de mais de 100km. E apesar de serem rotas já conhecidas ganham desafios novos como alforjes a cada viagem mais pesados e sapatilhas de clipe.

Tanto um quanto o outro eu estou em fase de adaptação, arrumar os alforjes não é tão simples e tentar equilibrar o peso dos dois lados tem se mostrado uma arte, já os pedais são um teste de sobrevivência e posso dizer que quase reprovei logo na primeira prova. E se eu não passasse, talvez não poderia estar escrevendo esse post agora.

Semana passada fomos a Itu, na Estrada de Romeiros sem acostamento e cheia de subidas, o meu primeiro dia oficial com os pedais foi no modo “Hard”. Até que estava indo bem apesar de nas primeiras subidas não confiar tanto de ir com os dois pés presos, com o passar dos km fui ganhando confiança e me atrevendo cada vez mais a testar os limites, até que numa das subidas antes de Pirapora perdi o controle da minha respiração e resolvi parar. Com os dois pés clipados me concentrei para tirar um dos pés e quando consegui pensei em pedalar mais um pouco para tirar o outro, na hora que consegui tirar o segundo pé e fui descer da bike para o lado esquerdo, o meu pé de apoio clipou novamente e caí no meio da estrada, tentei não me desesperar e tentei levantar a bike que ainda presa ao meu pé levantou mas caiu novamente. Imagine, eu caída no meio de uma estrada de duas mãos com uma faixa para cada sentido sem acostamento e com um caminhão vindo em minha direção. Sim fiquei com medo. Sim queria gritar. Mas me desesperar naquele momento era o mesmo que desistir e então vi que minha única saída era chutar a bike com força para o gramado e ir me arrastando para fora da pista. Até que consegui ir mais pro canto mas mesmo assim o caminhão teve que invadir a outra pista para desviar de mim. Depois desse susto levantei, bebi água e encarei a subida novamente.

Quando fiz a última curva vejo o Ben me esperando e ali me bateu um desespero e comecei a chorar imaginando tudo o que poderia ter sido. Ele vendo meu estado volta em minha direção e pergunta o que aconteceu. Ele me acalma e seguimos viagem. A cada subida vejo meu corpo surtar e minha respiração acelerar junto com meu coração. Essas eram as sequelas do trauma anterior. Mesmo sem clipar ou clipando somente um dos pés meu corpo e minha cabeça tremiam de medo a cada lembrança do que havia passado. O tempo todo fui tentando lidar com esse medo e sabia que se desistisse da sapatilha ali seria ainda mais difícil encará-la depois, por isso fui respeitando meu medo e forçando meus limites aos poucos.

Ao chegar em Pirapora encontrei com o caminhão parado e descarregando em uma casa, parei e conversei com o motorista que me disse algo que me fez lhe ser muito agradecida:”Não parei porque ali com curvas e sem acostamento seria muito perigoso e também não buzinei com medo de te assutar, pensei que seria pior”, eu sorri e agradeci dizendo que se tivesse buzinado eu provavelmente teria desistido e o som da sua buzina iria me parecer o som da morte. Ele riu de leve e disse para eu tomar mais cuidado.

E certamente eu tomei muito mais dali em diante. Conseguimos chegar em Itu, mas não no tempo normal. 

Já nesse final de semana os desafios foram os mesmos pés clipados e bikes pesadas mas o destino mudou: Atibaia. Pra contribuir ainda mais para o treino pegamos chuva em quase toda a segunda metade do trajeto, e encarei quase toda a viagem com os pés atados aos pedais. O peso do trauma ainda existia mas bem mais controlado. Encarei subidas e mantive meu ritmo. Fui super bem apesar da minha bicicleta parecer estar na marcha pesada mesmo quando estava na 1/1. Encarei subidas intermináveis e outras que eram bem mais leves do que a minha lembrança guardava, mesmo assim um dia intenso.

No fim da viagem estava me sentindo super feliz e realizada por ter encarado mais de 100km e ainda estar me sentindo disposta, e o melhor, sem problemas com os pedais. Mas nunca se sabe o que pode acontecer porque a viagem só acaba, quando acaba e faltar 3 km não é sinônimo de trajeto cumprido. E foi exatamente faltando isso que a minha corrente travou e tentei evitar o que descobri ser inevitável para quem tem pés clipados e está numa subida: a queda.

Caí mas dessa vez escolhi o lado certo mas com a queda minha calça rasgou e tive que encarar o resto do pedal com metade da bunda de fora. Ainda bem quer era pouco!

O resultados dessas duas semanas: pés calejados e com unhas escuras, bunda e braços com hematomas, menos uma calça para Inglaterra, uns arranhões na bike, mas mesmo assim o saldo é positivo porque as pernas se mostraram capazes de carregar mais do que eu imaginava, estou mais confiante em relação as sapatilhas com clipe, sem falar que meu auto-controle está melhorando e assim consigo resolver melhor os problemas.

Among the additional equipment we have just acquired is the North Face VE-25 tent. Not the cheapest tent in the world, but certainly worth it:

It is a three-person, four season tent, which is used by mountaineers in the Himalayas and up Everest, and also by polar explorers – capable of providing good shelter in extreme cold and in strong winds.

In looking at the reviews of the tent, people have mentioned that it is heavy – which it is at just over 5 kilos when packaged. But then again, when you get a three person, four season tent, you don’t really expect that it will be light as a feather, do you? We will be able to split the load between the group, so it won’t be too much of a burden when we are cycling on the road. I have also seen a couple of people commenting that the tent is slightly hard to set up… though others have said that it can be set up easily by one person.

We never know what the weather will be like in the UK in winter – it could as easily be beautiful as it could be blowing a gale outside, so I think going with a four season tent for this journey is the best idea. Also, as we will be using this tent throughout the entire project, it doesn’t really make sense investing in a lighter, less substantial tent now, and then spending more on the four season tent in the future.

We shall soon see about how we find it – living in São Paulo, we don’t have that much space to practice setting things up – especially not in the central areas, where it is just an urban jungle, and people would probably be slightly… curious if we tried putting it up in the park! But we shall go off in to the mountains around the city soon to test this and get used to the thing.

In São Paulo, you can get the North Face VE-25 from Casa de Pedra – along with less expensive but excellent quality ones such as the Marmot Limelight 3 season tent, among a number of others. Check them out.

Ben em uma NY sitiada!

Posted: November 6, 2012 by Natália Almeida in Cycling, Equipment, Português, Training
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Como já falei anteriormente estou trabalhando igual louca, porque afinal de contas bancar esse projeto nem sempre é fácil para nós. E com mais um treinamento longo chegando precisamos correr atrás de comprar equipamentos, passagens, juntar o dinheiro de comida e verba extra para caso algo aconteça, em resumo garantir as despesas. Para diminuir os gastos o Ben mais uma vez fez um bate volta para NY, e nos abastecer dos melhores equipamentos pelos menores preços. O Furacão Sandy nos assustou e ficamos com medo de isso nos fazer perder dinheiro, mas no fim tudo deu certo. O Ben ainda conseguiu passar um tempo e conversar bastante com o Kirk (nosso companheiro das montanhas bolivianas), e ele deu diversos conselhos e bastante a se pensar para essa e as próximas viagens de bike. A opinião dele sempre nos foi de grande importância porque além dele pedalar desde sempre, esse americano baixinho e bem mirradinho já viajou pela África de bicicleta, cruzou os EUA pedalando e viajou o mundo. E fez tudo isso de um jeito que acho bem complicado: solitário. Lembro dele nos contando histórias de suas aventuras pelo mundo e de como uma bola na África faz total diferença na sua viagem. Dizia que era só tirar a boa que vinha diversas pessoas jogar bola e brincar. Nas coisas belas e pessoas legais que conheceu. De quando sua bicicleta quebrou em uma estrada sem nada por perto e diversas outras que me servem de inspiração.

Hoje vejo que ele fica contente em ver que pessoas como ele ainda existem no mundo e que ainda tem gente que larga tudo em busca de um sonho. E nos admira por estarmos fazendo tudo de forma organizada e planejada. Acho que é por isso mesmo que cada novo treinamento que resolvemos fazer ele nos enche de perguntas, ideias e conselhos. Dessa vez que o treino será pedalar mais de 20 dias consecutivos ele não podia deixar de nos falar tudo o que pensa e conhece, afinal essa é a sua área de expertise.
Um de seus conselhos veio de uma dúvida do Ben que não sabia se alforjes ou um trailer B.O.B seria melhor para a próxima viagem, e Kirk explicou que um BOB facilitaria e muito as coisas por ser mais fácil de organizar as coisas grandes e não afetar tanto o balanço da bike, e que pensando em mim os alforjes são mais recomendado, porque eu não tenho a força que o Ben tem, uma pena que na loja dos EUA eles não tinham o que nos deixou com a opção de comprarmos em Londres antes de partirmos rumo a Orkney Island.

Conversaram sobre as bikes, sobre coisas que seriam interessantes de se adaptar e outras que seriam besteiras. Treinos para aprendermos a manter o mesmo ritmo e ele deu uma ideia que achei bem legal que seria a de usarmos bicicletas Tandem, explicou que no plano e na descida os 3 pedalando juntos seria fácil mas nas subidas aí sim seria o verdadeiro desafio. E sei que seria mesmo porque é justamente nesse ponto que o grupo se separa e se divide.
Esses 3 dias do Ben foi de muitas novidades mas também vai nos dar diversas coisas pra pensar. Ideias ideias ideias e mais ideias…

Back to New York

Just less than three months to go before our British winter cycle tour so not long.  I will be going to New York this coming weekend to meet Kirk, who was mountaineering with us in Bolivia, and also to pick up a load of equipment – hopefully the city will have recovered from Hurricane Sandy, which is tearing its way through the area as I write. Chatted with Kirk earlier today and he is alright, outside the city. His place looks to be outside of the flooded area (at the moment at least), and hopefully it will stay like that.

VE25 – Being put to good use…

On the kit side, as well as a new Mac to work on the editing side, and a new camera for photography and video filming, camping equipment is primary on the list. We are getting a North Face VE 25 four season, three-person, tent that has exceptional reviews and is frequently used in high mountain expeditions as well as polar expeditions. Also some -40C sleeping bags: will be a bit hot for the UK, though at least when you are warm, you can open up the zippers to stay cooler, though if you are too cold, it is much harder to get warmer. The difference in price is ridiculous… here in Brazil at one place we saw 0C sleeping bags for R$2,000… about US$1,000…! It doesn’t take much research to see that this is pretty extortionate in comparison to the costs of sleeping bags in the UK or US.

With the wintry conditions, we are fully expecting days where we will be rained on constantly, and that there will be some tough winds, so water/windproof layers are all ready to pack, as are base and mid layers to help us keep warm when the temperatures are low.

With the further training equipment – the Polar RS800CX watch will be useful to help us monitor our progress training, as will the Garmin Edge bike computer. And then of course the bikes and bike equipment… one decision to make is whether to get baggage racks with panniers, or a trailer….

BOB Yak trailer

Ortlieb Back Rollers are the options we are looking at for panniers: they can take a good amount of weight and are nice and easy to get on and off; BOB Ibex Plus and BOB Yak Plus trailers look to be interesting options – and price-wise it might make sense; they come with dry sacks, you can fit lots of cargo into them, and they are extremely stable. Problem will be getting them into the bags in New York, though they should fit into the large duffle bags… hopefully. Also trailers give us heavier loads to carry – the Yaks, 13lbs (5.89kg) and Ibex, 17lbs (7.71kg) – though the Ibex have suspension systems which would help on the rougher roads. Choices choices…

Aside from this, strong back and front lights not just to see in low light conditions, but to also help car drivers see us – especially important when visibility is low and the roads are curvy. The lights we are getting are Planet Bike Blaze – nice strong lights which can be seen  a mile away, just a problem of limited battery life at their strongest settings. And of course: the helmets. Definitely can’t be forgotten!

 

Com o fim do ano se aproximando e nossas férias também, começamos a planejar o grande treino de ciclismo.

Uma viagem com mais de 1000 kilômetros e mais de 15 dias de duração precisará de bastante equipamento, alguns são bem óbvios, outros nem tanto.

Tenho lido nos últimos meses muito sobre bike touring e dei uma conferida nas listas de oque levar de viajante experientes, combinei essas listas e acrescentei ou tirei coisas.

Ainda não estou 100% seguro de quais peças sobresalentes devemos levar, mas isso não deve ser um grande problema já que não estaremos distantes da civilização em momento algum.

Aqui segue a lista inicial, acredito que aí ainda entrarão coisas.

Aceitamos dicas!

Acessórios presos na Bike:

•Alforges dianteiros e traseiros

•Bolsa de guidão

•Selim confortável

•Bar-end no guidão

•Suporte Caramanhola + Caramanhola (2)

•Ciclocomputador

•Luz traseira

•Farol dianteiro

•Espelho

•Buzina

•Paralamas

•Trava(para uma viagem uma u-lock não é ideal pelo peso excessivo)

Equipamento de Camping:

•Barraca 4 estações

•Saco de dormir 4 estações

•Isolante Térmico

•Saco estanque(para organizar tudo dentro dos alforges)

•Fogareiro

•Combustível Fogareiro

•Panela

•Talheres

•Filtro de água

•Dry Bag grande (prender no rack do bagageiro traseiro com a barraca)

•Mochila de ataque

•Capa para bike (fina, para uso de noite no caso de muita neve)

•Alfinetes (toda cicloviagem e acampamento tem seu momento gambiarra! esteja preparado para ele)

•Pratos

•Canecas

Roupas de ciclismo:

•Capacete

•Óculos

•Jersey (2 sendo pelo menos uma de manga longa)

•Shorts e calça para pedalar (2 ou 3)

•Luvas dedo longo

•Meias(2 ou 3) pelo menos uma de gore-tex

•Sapatilhas

•Fleece

•Pernitos

•Manguitos

•Cap ou bandana (usados por baixo do capacete previnem do suor escorrer nos olhos, e o cap com sua pequena aba ajuda a proteger do sol em momentos que o óculos fica muito embaçado, como em subidas muito íngremes)

•Balaclava

•Botas impermeáveis (capa de sapatilha)

•Segunda pele (base layer)

•Corta vento impermeável

Roupas para cidade/acampamento:

•Camisetas

•Calça

•Bermuda

•Underwear

•Chinelo/Tênis

•Toalha

Mala de comida:

•Refeições

•Snacks

•Tempero

•Pó de mistura para bebidas energéticas

Documentos:

•Passaporte

•Cartão crédito

•Dinheiro

•Passagens

•Cópias do passaporte(guardar separado)

•Seguro médico internacional

•Cartão telefônico

•Agenda de contatos

Gadgets e itens de viagem:

•Celular+carregador

•Lanterna de cabeça

•Câmera+carregador

•Mini tripé

•Mp3 player

•GPS

•Mapas, planilhas e planos altimétricos

•Canetas e marcadores

•Caderno anotações

•Cadeado

•Binóculos

•Adaptador de tomada

•Lanterna

•Bússola

•Apito

•Isqueiro

Ferramentas e peças sobressalentes:

•Bomba de inflar

•Espátulas e remendos

•Câmaras reserva

•Adaptador de válvula

•Desengrachante

•Lubrificante

•Raios (pelo menos 6 de cada medida usada nas bikes)

•Sapatas de freio

•Pneu reserva(dobrável)

•Cabos de câmbio e freio

•Porcas e parafusos variados

•Lacre plástico

•Taquinhos extra para sapatilha

•Luvas cirúrgicas (para mexer na corrente e no caso de primeiros socorros)

•Canivete de ferramentas

•Chave de raios

•Links de corrente

•Corrente exta

•Extrator de cassete (só faz sentido se levarmos um cassete extra)

•Canivete suiço

•Silver tape

•Alicate

Itens de higiene pessoal e primeiros socorros:

•Band-aid

•Anti-séptico

•Lenços umedecidos

•Gazes

•Analgésico

•Vaselina

•Anti alérgico

•Relaxante muscular

•Talco para os pés

•Carbono contra diarréia

•Zinco

•Papel higiênico

•Sabão (o mesmo para louça, roupas e corpo)

•Protetor Solar

•Protetor labial

•Repelente

•Escova de dentes

Depois da parada para água e repor as energias na padaria, continuamos a pedalada.

A estrada de terra era bem ruinzinha, muita pedra solta e poeira voando. Eu sem óculos tive que penar para manter os olhos abertos, algumas horas os apertei para não fechar ou frear de uma vez, qualquer coisa que eu fizesse podia derrubar quem vinha atrás ou me derrubar.

O teste daqui para frente foi de confiança, coisa que eu ainda não tenho tanto a essa altura, mas não me deixei abalar. Segui em frente. Devagar nas subidas e cuidadosa nas descidas. Fui vencendo cada metro.

Num determinado momento chamam a minha atenção “Ei,o pneu furou!”. Paro a bike, vejo o pneu traseiro baixo e me vejo muito sem ter o que fazer. Ainda não tínhamos comprado o kit de reparos, nem câmara extra ou qualquer outra coisa que pudesse me ajudar. Começo a empurrar a bike, o jeito ia ser esse, levar a bicicleta lado a lado até o fim. Mas ainda não ia ser agora que eu iria passar perrengue. Dois ciclistas pararam para me auxiliar. Tiraram a roda, tentaram trocar a câmara mas não era do mesmo tamanho então um remendo era a solução, não a mais rápida mas a que dava na hora. Foi bom ver como se faz, achar o furo, achar a farpa, lixar, remendar, encher, ver o lado certo do pneu e re-encaixar na bike. Tudo certo, hora de voltar a pedalar.

Ao chegar na balsa, encontro o Ben, André, Thelma e mais uns 3 ciclistas. Conto do pneu furado e da sorte de não ter sido a última do grupo.

Conversa daqui, conversa de lá. O André começa a questionar a minha velocidade nas descidas. Tira sarro e tenta me mostrar que meu medo é algo besta, que tenho que confiar mais. Do outro lado tento explicar da onde vem esse temor, mas logo vejo que é inútil. Eu não vou convencê-lo e ele não vai me convencer.

O que era pra ser asfalto!Saindo da balsa, finalmente asfalto, pena que não dura muito. A estrada está sendo re-capiada e a pista que iríamos pegar está uma quebradeira só.

O sol na cabeça o dia todo começa a me exaurir, e o fato de não ter comido praticamente nada o dia todo unido a muito exercício não ajuda.

Daqui pra frente vou me esforçando cada vez mais, e saber que a próxima parada é num restaurante me motiva a continuar. Ainda bem que as subidas e descidas são mais gentis e ao chegar no restaurante vou correndo pegar um prato e comer algo leve, gostoso e fortificante.

Saindo de lá, fiquei no grupo que iria pela rodovia, com o pneu remendado pegar mais trilha de pedra não me pareceu uma boa. E mais a frente vi que fiz a escolha certa. Pedalando na rodovia, percebi que meu pneu fazia um barulho diferente. Parei e vi que mais uma vez estava furado.

De novo peço ajuda, a galera para, olha e vê que o remendo soltou, mais uma vez: acha furo, lixa, remenda e enche. E lá vai eu pedalar de novo.

Sigo num ritmo bom mas sempre prestando atenção se tudo está certo na bike. Chegando na estação de Rio Grande da Serra a felicidade e a sensação de dever cumprido só para quando os funcionário da CPTM nos dizem que só poderemos embarcar de 6 em 6. Por sorte eu e o Ben estávamos na terceira remessa e conseguimos ir cedo para casa.

Antes de ir para casa, paramos na padaria para tomar um suco, uma sopa e papear um abocadinho.

Chegando em casa ducha e cama, o que mais poderíamos querer.

A cada semana um novo desafio. No último domingo as dificuldades foram além das subidas e descidas. Para o desafio do Solo Sagrado virar o do Rio Grande da Serra você teria que multiplicar as ladeiras por 30, as avenidas com alto fluxo de ônibus por 10 e ainda por cima adicionar muita estrada de terra e pedra solta. Em contra partida as paisagens eram lindas e a Ilha do Bororé surpreendente.

Como sempre a saída estava marcada na estação Vila Olímpia só que dessa vez às 7h30. Acordar cedo é sempre o problema ainda mais depois de uma semana puxada. Fomos pedalando até a estação e no caminho paramos numa padaria para comer um bauru e beber um suco de laranja.
A pedalada para a estação não tem mais nenhum segredo e levamos 20 minutos, chegamos lá no horário exato e já tinha uma galera reunida. Todo mundo se preparando e papeando.

Encontro na CicloviaEncontramos o Paulo, e estávamos os 3 super empolgados com o trajeto e também por essa primeira experiência em equipe. De início seguimos juntos, na frente, pedalando e papeando e mantendo o mesmo ritmo. Na ciclovia fomos rápidos, ali eu me sinto segura pra ir numa velocidade maior, e o cheiro é um incentivo para sair logo dali.
Ao fim da ciclovia já enfrentamos uma subidinha cabrera no Grajaú. Eu infelizmente não consegui terminar em cima da bike mas foi por muito pouco. Não demorou muito chegaram outras subidas e descidas no bairro e o caminho até a balsa já foi bem cansativo. As subidas depois foram ficando fáceis e as descidas tensas, ainda mais com tanta lotação. As lotações se mostraram menos cuidadosas com os ciclista, num certo momento uma quase me derruba a sorte foi um carro estacionado onde pude me apoiar. Xinguei e gritei horrores, o motorista que ainda estava no carro me olhou assustado com a minha reação e só tive tempo de me desculpar e seguir pedalando. Porém aqui optei em ir pela calçada bem devagar.

Pegamos a primeira balsa e todos continuavam empolgados, deu pra notar que algumas pessoas já haviam desistido, mas o começo realmente não havia sido fácil. Do outro lado do rio uma nova paisagem, um novo clima e até parecia um novo ar. A mata atlântica por toda Igreja na Ilha do Bororeparte e a cidadela um verdadeiro encanto, uma igrejinha antiga onde estava tendo uma missa, gente sentada na rede e uma calmaria. Parecia que estávamos a quilômetros de distância da capital e pelo contrário ainda estávamos nela.

O charme da ilha nos distraia e tornava tudo mais agradável. as subidas não me assustavam e as descidas já estava começando a me habituar a pressão certo dos freios. Mais uma balsa e tudo vai ficando mais insólito, mais distante. Não há vestígios da metrópole, e o simples respirar já me acalma. Nesse trecho o asfalto dá ugar a terra batida, a primeira subida já faz diversos ciclistas descerem de suas bikes e subir empurrando, eu fui com cuidado e devagarzinho. Consegui!

No topo uma padaria comunitária é a parada obrigatório pra quem quer comer ou beber alguma coisa.

Daqui pra frente muita coisa aconteceu, mas isso eu vou contar no próximo post!

Agradeço desde já as fotos da galera do pedal!

Now that we are back from Bolivia, we have a good nine months or so before our next major training project: three or four weeks up in the Arctic Circle doing polar training with Northwinds – a Canadia firm specialised in organizing training for people about to go on expeditions to the North / South Poles.

Northwinds Arctic – consultancy, polar guides and trainers

During the training we will be working on aspects such as back country skiing; more about layering; tents in the arctic; dealing with factors such as frostbite and common injuries… navigation at the poles… (crossing 2000km of white wilderness where you want to go to the geographic north pole rather the magnetic north pole isn’t quite so easy…!)… communications… dealing with polar bears… kite skiing… and much more! It looks like it will be a lot of fun, but it will be hard work and essential. Our expedition is going to take us to environments which will be completely alien and hostile to us: environments where success is not guaranteed though only can be possible with thorough and complete preparation. So this training there will most likely not be our last!

In the next nine months or, however, we need to work more on our physical fitness and also with… considering we will be cycling the vast majority of the journey, through the Americas and through Asia… cycling…!

Surly Long Haul Trucker – minus the front and back baggage racks

Paulo has a massive amount of experience cycling – he is regularly cycling 200-300 kilometre rides, which is one of the reasons why it is great that he is on board with us. We, however, have limited, more casual experience. The Yungas Road was a great ride, though it was all down-hill and it was without any serious weight. With out project we will need hybrid expedition bikes – The Surly Long Haul Trucker looks to be a great bike for our purposes so we will most likely acquire ourselves these next year when we are in the United States. In the next week or two, we will get ourselves slightly less expensive bikes just for training and getting used to long rides here in São Paulo (and hopefully avoiding any accidents with the crazy drivers on the roads here… a challenge in its own right). Hopefully we will be riding the 300km journeys with Paulo quite soon…

All this as well as continuing our climbing, hiking, physical training (pulling heavy tires along beaches will be included in this as we get into shape for pulling heavy 60kg sleds across ice)… more mountaineering projects (we are planning for Aconcagua next year as well as returning to Bolivia)… wilderness survival and medical training…

Plenty to do…

Final 24 hours in São Paulo. Quite excited, to say the least; just getting final bits and pieces together. A quick visit to Casa de Pedra where we did some wall traversing, slackline and bouldering for an hour or so. Not long but it was nice to see everyone at the gym again and get a little more exercise before we leave. Final packing of the bags – not everything in the rucksacks, but into a couple of large duffle bags (aside from our summit packs which we will use as hand baggage). Our flight to La Paz will last four hours, as we have a change at Santa Cruz. We will arrive in La Paz at 8pm local time.

From GoOutdoors.co.uk – rucksack guide

Everything will of course go into the rucksacks – I have an 85L and Natalia a 75L pack. There are ways which you can pack to make things easier in terms of accessing everything and distributing the load so it’s all nice and balanced. We find that putting the sleeping bag and the foamless sleeping pads makes it easy to get to them through the bottom zipper at night when we camp. Anything else that we might need at night can also go down at the bottom; heavier stuff going into the middle and also close to the spine – this helps keep the centre of gravity close to your body rather than unbalancing you. Food, cooking kit and long term water supplies are good candidates for here. Wrapping lighter weight items around these is a good way to stop things from moving around when you are going, and then everything else that we might need to access quickly (headlamps, med-kits, sunglasses, rain jackets/shells etc) closer to the top where you can get at them.

Ice axes and other long poles can go on the outside.

Plenty of places online which provide advice about packing rucksacks – REI is a good place to start (http://www.rei.com/expertadvice/articles/loading+backpack.html) as does Gooutdoors.co.uk (http://www.gooutdoors.co.uk/expert-advice/rucksack-guide), with a good overview of rucksacks and their common features, and how to pack them, and also (very importantly for the larger rucksacks) how to fit them so the weight is transferred over your body properly.