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Horto – O Começo desse desafio!

Quando o André Bicicreteiro propôs uma ida a Atibaia passando pela Serra da Cantareira eu fiquei um tanto receosa. Desde pequena subo e desço a serra de carro e a estrada da Roseira não é o lugar mais seguro pra pedalar. Com certeza seria um desafio e tanto subi-la já que de carro já é bem difícil.

Secretamente travei uma batalha interna contra o medo. E com o passar dos dias fui me acostumando com a ideia, mas para a minha surpresa, quando é disponibilizado o trajeto vejo que não passamos pela Roseira mas seguimos pela Estrada da Santa Inês que tem menos movimento de carros mas ainda sim com subidas e descidas constantes esse ainda assim era um desafio.

No sábado saímos cedo de casa e partimos para a Paulista, o encontro foi ali na Praça do Ciclista  às 7am mas saímos de lá um pouco depois das 8am.

Andar em São Paulo pela manhã foi bem fácil e chegamos rápido na Santa Inês. Logo no começo já subimos uma ladeira longa, mas como não era tão íngreme a dificuldade foi menor.

Estrada Sinuosa

Seguimos em frente e encontramos eles mais a frente sentados num gramado papeando e descansando.

A estrada é muito bonita, natureza em todos os lugares e por ser sinuosa fica cheia de surpresas, com paisagens escondidas a cada curva. A estrada do Rio Acima surpreende com o rio ao lado, nesse trecho a dificuldade é o vento contra, mas nada demais eu diria. Mantendo um ritmo bom chegamos no centro de Mairiporã cedo e paramos para almoçar. Aproveitei pra ligar para o meu pai e convidá-lo a se juntar. Ele chegou e foi bom ver que agora posso ir visitá-lo de bike.

Por pedalar de mochila a essa altura meu pescoço doía muito e pedi para a Regina, minha madrasta, passar pelo restaurante e colocar minha coluna no lugar. Nada como ter parente fisioterapeuta e quiroprata.

Todos alimentados e descansados hora de continuar. Daqui seguimos viagem pela estrada das 7 Quedas, e mais uma surpresa agradável. Essa estrada é pequena e um tanto intocável. Linda demais. Me impressiono sempre como pode lugares tão bonitos estarem tão perto e eu nunca ter passado por eles. São lugares e momentos assim que me deixam cheia de expectativa para o próximo pedal.

Para uns almoço, para outros cochilos!

Diferente das estradas pequenas, as grandes rodovias já não nos permitem relaxar e aproveitar a paisagem e na Dom Pedro não foi diferente. Cheia de carros e caminhões, o barulho é constante e ficamos sempre em estado de alerta. Aqui o sol estava se pondo e isso dava uma certa graça a rodovia.

Depois de um dia de sol e de muita pedalada chegamos cansados a Atibaia, mas ao perguntar como chegar a rodoviária vemos que ainda temos mais uma subida só que para piorar de paralelepípedos. Com a bunda doendo o treme-treme dessa parte foi um tanto torturador mas ao descer da bike somos tomados por um sentimento de conquista e de vitória. Felizes e satisfeitos com mais essa ladeira, com mais essas estradas e com mais essa ciclo-viagem.

Quilômetros Finais!

Essa semana seguimos decidindo o que fazer, semana passada fomos novamente para Itu mas essa história fica para o próximo post.

Bom final de semana e vê se pedala ou simplesmente passeia no parque. 

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Descemos de bicicleta a Estrada da Morte, uma experiência única. A estrada encontra-se na cordilheria dos Andes Boliviana,

e antes de 2007 quando era a única opção para chegar a Yungas estima-se que morriam mais de 350 pessoas por ano – para ver fotos de como era

http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1128. A estrada tem 64 km de percurso e com um desnível que chega aos 3600 metros .  Vimos um exemplo, um carro completamente destruído, o acidente ocorreu há 2 semanas atrás e matou 5 pessoas. Descer de bike é uma experiência única e eletrizante, mas ainda assim perigosa. A pergunta que fica na cabeça é como dois ônibus passavam ao mesmo tempo.

A rota é toda de terra com pedras soltas, cheias de curvas. Do lado direito pedras, encostas e cachoeiras do lado esquerdo um precípicio. Te surpreende com paisagens a cada curva, montanhas, picos nevados e floresta tropical. Logo na entrada enquanto admirávamos a paisagem  notamos três cachorrinhos pequeninos e lindos. Estavam quietinhos só nos olhando, não me aguentei e os chamei pra perto assim todos pudessemos brincar e dar carinho a eles. Eu nunca tinha visto três vira-latas abandonados tão lindos quanto esses, vontade de levar pra casa não faltou, mas acho que eles não iam aguentar a subida ao Illimani.

Fomos bem praticamente 95% do trajeto, o Ben um pouco mais que eu. Segue abaixo um vídeo curto da parte ruim da minha experiência

Das 7 pessoas que estavam no nosso grupo 3 caíram de verdade. Jeff um americano caiu no meio e ralou bem braço esquerdo, o Ben que torceu o pulso e eu que cortei a boca e ralei a perna.

Tenho consciência que o problema  foi excesso de confiança. Tanto é que a maioria se machucou nas curvas finais.

Os guias limparam os ferimentos, passaram iodo e fizeram curativos.

Mesmo depois de me machucar eu não me arrependo nem um pouco. Valeu muito a pena!

Nada como viajar, acredito que essa seja a melhor coisa no mundo. Porque não existe viagem ruim, pode dar tudo errado: o avião perder a sua mala, pegarem seu dinheiro na mochila, te tratarem mal na imigração ou até mesmo perder um dos aviões num mochilão. Pelo menos pra mim nada disso estraga a viagem por inteiro. Já passei por coisas parecidas e no fim da viagem ainda me senti feliz.

De certa forma ao sairmos do nosso habitat natural devemos estar abertos a novas experiências e o mais importante estarmos dispostos a aprender. Nada como dar algo errado para aprendermos.

Melhor do que voltar a um lugar é descobrir algo novo sobre ele e essa semana mesmo sem sair de São Paulo tive o prazer de descobrir e querer voltar para um lugar: o Maranhão.

Li uma reportagem da Aventura &Ação sobre a Chapada das Mesas e fiquei impressionada como nunca havia ouvido falar sobre esse lugar espetacular.

A beleza dessa área maranhense é bem diferente do que poderíamos esperar desse estado. Aqui você encontra muitas cachoeiras, lagos e reservatórios de água limpa e natural, diversos chapadões areníticos num ambiente que lembra uma savana.

Para chegar lá não é tão fácil, como a região fica na parte sul do estado a capital fca bem longe. Você deve pegar um avião até Imperatriz e de lá alugar um carro para ir e se instalar em Carolina. Aqui tem diversas opções de pousadas e hotéis.

No Parque Nacional  da Chapada das Mesas você vai encontrar dversas opções de trilhas a pé e de carro, as principais são:

Trilha do Cume do Morro do Chapéu – uma caminhada de mais ou menos 2 horas de ida e volta num calor de rachar, por isso não esqueça de levar bastante água e de iniciar a trilha cedo. Por ser um dos pontos mais altos do Parque (378 metros de altura) você tem uma vista panorâmica da região.

Trilha do São Romão e do Prata: próximo ao Rio Farinha existem duas quedas de água, para quem gosta de cachoeiras é uma ótima opção. Para chegar aqui você vai precisar de um carro 4×4 para ultrapassar os 56 km de estrada de areia fofa. Da queda de São Romão é possível caminhar por dentro de uma gruta que está atrás da queda, e se prepare ao fim da caminhada você vai encontrar diversas andorinhas que abrigam seus ninhos ali. Lindo!

Pedra Caída – fora do parque você tem ótimas opções também, a melhor é o Santuário Ecológico da Pedra Caída. Trata –se de uma reserva particular com diversas trilhas pelo cerrado além de opções de esportes de aventura como rapel, arvorismo e tirolesa.

Então fica a dica, se você quiser uma aventura diferente  e com muita beleza natural ao redor, vá para a Chapada das Mesas, se conseguir separar 2 semanas no mínimo das suas férias seria ótimo, senão vai  conhecendo aos poucos.

Segue link com fotos pra você olhar, se deliciar e se surpreender

Já falei num post anterior sobre a nossa ida ao Parque intervales e sobre as trilha que fizemos, a maior dificuldade e a maior emoção foi dentro da caverna principalmente na Caverna do Fendão, nesse vídeo tentei re-criar o clima que vivenciamos lá dentro. Então apague as luzes e preste atenção.

Esse final de semana fomos para o Parque Estadual Intervales para fazer uma trilha, o mais impressionante foi ao chegar ver que o parque é muito famoso nos Estados Unidos. A maior parte dos freqüentadores são americanos. Como pode, um lugar que fica a menos de 4 horas de São Paulo, que ninguém nunca nem ouviu falar, ser famoso no exterior?

O motivo de tanto sucesso é a grande diversidade de aves. No meio da Mata Atlântica o parque oferece diversas trilhas, cachoeiras, grutas e cavernas e diversas opções de ecoturismo. Uma pena que a gente só tinha ido passar o Domingo, o site do governo do estado não descrevia bem o parque e pensávamos que só tinha uma trilha para fazer.

Fizemos a trilha Divisor das Águas com um percurso de mais ou menos 13 km e com uma duração que pode chegar a 9 horas. A caminhada é longa mas sem muitas dificuldades, alguns trechos molhados e escorregadios mas nada demais. A maior dificuldade foi ao entrar nas cavernas. Foi a nossa primeira experiência e não imaginávamos que seria tão complicado. Na maior parte tínhamos que andar agachados, com água na altura da canela, alguns trechos com o teto baixo e largura estreita. Alem disso tínhamos que iluminar o caminho porque dentro da gruta era um breu só. De uma galeria para outra tínhamos que pular fendas, se arrastar em túneis, escalar mini boulders… Uma experiência desafiadora e muito gostosa.

Certeza que iremos repetir.

DICA

Para você que gosta de aventuras:

Parque Estadual Intervales Monitor R$ 50,00 por dia.

Hospedagem no parque? R$50,00 por dia.

Sai ônibus da Rodoviária da Barra funda para Capão Bonito de lá você pode pegar um taxi o custo médio da corrida é de R$70,00.

Para mais informações sobre essa e outras trilhas: http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/principal_conheca anos.

After a three-hour bus ride then an hour’s taxi ride through the pitch black of the Paranapiacaba mountains to the south-west of São Paulo city, on Saturday night we got to the São Paulo state Intervales Park near the town of Capão Bonito. It was quite a long journey to say the least and quite an expensive one to say the least – park entry fees, taxis, buses… it all built up… Taxi drivers who see strangers to the area with not much of a clue of how to get to their final destination do have a big temptation to perhaps increase costs a little… But it was a break from São Paulo and nice to escape the city so I won’t dwell on that. Furthermore, for Natalia and I, it was more training with a good 15km hike planned for the next day.

The Park is well up in the mountains and features a load of caves as well as over 100,000 hectares of Mata Atlantica forest. Countless  species of birds, mammals, reptiles (snakes… I hate snakes….!) and insects inhabit park so we were looking forward to seeing more of what nature had to offer us. Also, in spite of us arriving at around 9.30pm, they had some dinner waiting for us, though we did have a little trouble finding where we would be staying at the park (stumbling through the pitch black even with our torches was not the easiest of things to do!).

The following day, up bright and early to meet our guide: we were not allowed to go alone on the trail we were going to do – it is pretty easy to get lost in the forest and both Natalia and I did get a little disoriented. Also the trail meant going through caves which were like labyrinths… without a guide we would not have had a clue! And the guide also kept his eyes to the ground to make sure we didn’t come too close to any of our scaly friends…

As it turned out, we didn’t see any snakes, nor monkeys. Lots of butterflies and birds (humming birds in particular) as well as cave spiders. We got pretty grubby going through the caves and waist deep through the streams, which was quite fun (quite tricky as well with the camera in one hand (stopping it falling in the water) and the torch in another as well). The humming birds are just so fast, they are very difficult to take decent pictures of – especially with manual focus (they blend in pretty well with the forest, making the auto-focus very tricky to use), though I think I managed to get a couple of decent shots (I hope you like!). Also, the hike was pretty tiring, going through the forest, up and down hills, and in the end worth the journey (though we will probably stick with places closer to home for the next month or so – at least until the Easter holiday when we would have more time) – if we had more time rather than just our one full day, we would have stayed longer to do some of the shorter hikes… but I suppose this is a good reason to go back there some day as well!

Well, yesterday was quite eventful here in Brazil. We were planning to go with the guys from the Casa de Pedra gym to go rock climbing at Salesopolis so we got up early at 6am to meet them at the gym before setting off (it’s about three hours or so outside of São Paulo).

Got there 15 minutes late and there was nobody around so we called our colleagues to see what had happened (it’s not as if these guys are the most punctual in the world)… Apparently Fabio had tried calling me and had got through to another Benjamin (like there are so many people with this name in Brazil who also go to the gym…) who said that he wouldn’t come and had left half an hour ago with the cars all divided, so there was not really a chance of getting a taxi to catch up with them. Needless to say I was pretty annoyed as this training is important to us and both Natalia and I had been looking forward to this.  This will teach us not to be late at least, but (again, needless to say) we might have a couple of words to say to Fabio on Monday as well when we have our training session… but I will stop there as I will get irritated thinking about it! There will be plenty more climbing trips coming soon.

So we had to do something else because every day is pretty valuable to us for our training. We tried going to the main São Paulo bus station at Tiete to go to a place for a day where we could go for a hike in the country, but unfortunately all the busses left too late and all the journeys were too long, so… we decided to go back to the Mata Atlantica park to go on a hike there. I might have complained a little about it being a bit easy but it is good for going up and down hills, and seeing everything we did last time certainly made up for that.

And it didn’t disappoint. We first went into a park just below the main entrance to our hike; had a relaxing walk around there for an hour or so (quite heavy rucksacks as well because of all of our climbing and photography equipment (this time I had the memory cards as well!)), seeing the kids playing football whilst at the same time seeing turtles swimming around, herons, capivaras (not sure what this in English, but a photo is to the right in case anyone does know!).

Then, when we got to the trail, almost the first thing we saw was a family of four or five bugio monkeys, including a baby, making their way through the trees above us. Always nice to see them, and always nice to get a couple of pictures, and it was pretty good seeing a few families of these monkeys as we walked on up! Up the trail, we also saw a family of around seven or eight Coatis – Brazilian aardvarks – members of the raccoon family (I thought that at the time as we had seen raccoons at the Iguaçu falls and they looked quite similar, though good ol’ wikipedia confirms!). They were just lurking by the side of the path, occasionally getting quite close to us and hanging around in the trees. Aside from this, a few more butterflies, lots of ants, and other creatures such as a strange hanging caterpillar (I think – again, a photo is below – no idea what it is really) as well as fruit such as pineapples and guarana. No more bug battles this time, however.

The trek lasted for about six hours or so and we ended up at a lake at the midway point, which was also nice to relax by. So overall in spite of the pretty abysmal start to the day, it all worked out quite nicely in the end.

Hope you like the photos! Abraços.

Well, finally got the mini-film of our Pedra Grande hike sorted out. Ultimately it was a great day out – good training for the muscles and nice to breathe air from outside of the city, and it was really nice seeing the wildlife in its rawest form, with the struggle for life and death between the wasp and the spider and then being in the forest, seeing the monkeys in the trees and view of São Paulo. Quite a contrast between the forest and the concrete jungle.

I hope you like the video!

Well, more climbing at the wall every day this week, and quite a few tiring sessions. We started working with Fabio, our personal trainer, yesterday and now we are practicing climbing up and then climbing down – sounds simple enough. Actually quite tricky as we are using our normal muscles but in different ways than normal – biceps in an antagonist manner by slowing down descent rather than letting the triceps quickly contract. The point of the exercise, however, is to really concentrate on our feet movements as the feet are the most important aspect of climbing and using them properly can save a lot of energy which you would lose in your arms if you are not technically proficient. For me, with my hands already pretty sweaty by the time I get to the top of the wall (in spite of the chalk), trying not to lose grip with my hands whilst trying to get my feet in the right places… can be quite tough.

The new exercise prompted a bit of an argument between Natalia and myself – communication difficulties with her trying to say something when I was on the wall whilst I was already getting frustrated with the slipping (the noise from the air conditioning is quite loud and makes talking to each other from ground-to-wall quite hard); me not understanding; she getting frustrated with me; me getting frustrated with her… a little bit of a dispute at the bottom when I got down… and then us both taking our aggression out on the climbing wall by traversing a long stretch along the main length of the gym before sitting down calmly to kiss and make up and get back to some more proper training.

It raises an important issue – over the next five years, the team will undoubtedly have a few disputes here and there; we’re all going to get a bit frustrated now and then, and maybe momentarily home-sick or just needing a bit of space for ourselves. I think this part is pretty much inevitable – I don’t think we could actually be human and not have anything like that. The important part, however, is remembering that this whole project is going to rely on team work and us being able to sort out any differences pretty quickly. We have all committed and entered into this project knowing this, all of us knowing that we are in this together, so we shall work together to make it happen: to the very end of the journey in 2017.

The Pedra Grande hike is a 9.5km walk through remnants of the once massive Mata Atlantica tropical and subtropical forest that currently covers about 4,000 km2 of land in Brazil, Argentina and Paraguay, though is estimated to be about 88% smaller than it used to be before human settlements really began to grow, particularly along the coastline of Brazil. In the middle of the hike, high up over the city, one can see the massive contrast between the forest and the grey and white urban skyline in the distance.

The São Paulo environmental website described the walk as a “high difficulty” hike. With that in my mind, I imagined that there would be tricky trail going through the forest, maybe a bit of climbing here and there up rocks to get up sections and altogether a bit strenuous. I was a little disappointed that the hike was on a tarmac road about 3-4 metres wide (no cars though apart from park staff) so it was an easy “trail” to follow.

What made it difficult was that the first half of the trail was almost entirely up quite steep hill slopes, so I guess that this helped with our leg muscles. And it was quite good training carrying reasonably heavy rucksacks up it. Furthermore, it was still great to be outside of the city and breathe much nicer air free of all the car fumes. It was great to be able to hear the sounds of the forest, see the butterflies, spiders and various creatures that lurk around. It was made all the more impressive that one of the first things we saw as we began the trail was the fight between the Wasp and a Spider – it was all by chance as we saw a couple of others looking at the struggle, and though at a small-scale, it really showed how tough nature could be even in a pleasant environment such as this. I am not sure if we would have seen it otherwise as we would not have known what to look for, and we would have been looking to the trees, trying to see monkeys hanging around.

There are a few other trails which can be done in the same national park as Pedra Grande which are well worth doing: On the way back down, we ended up doing a few of these extra side-walks and probably ended up walking a total of 15km by the end of the day. Going towards one such hike, after passing by a Chinese guy who was singing China opera at the top of his voice, and a few groups of foreign tourists, we eventually got to the Trilha dos Bugios – the Bugio Monkey Trail, which was along a nice dirt and rocky track and immediately made me happier (in spite of the blood thirsty mosquitoes, but we can’t have everything, can we..?!)

We didn’t really expect to see anything as we thought that if we hadn’t particularly enjoyed the singing, then the monkeys (who aren’t the biggest fans of us humans) would most likely have been terrified. But a few minutes into the walk, with only the sounds of the forest around us, we eventually heard some movement in the trees. With a little bit of looking around, we could see a couple of Bugios sitting and swinging around high up in the branches. After a while we could even hear the noise they made as they ate fruits and nuts. Quite a nice way to bring the day to the close.

The one point that was extremely annoying was caused by myself: I left my camera memory cards at home. A good point to remember is what Norm describes in his backpacking tips: preparation! And this was certainly something that could have been double checked. For this, I apologize – the quality of the photos from the video camera is not the best – regulating the light and focus is all automatic so there was no real control over it. But at least there is a good excuse to go back. Next time, I won’t forget anything – I promise!