Posts Tagged ‘bicicreteiro’

topoblog1
Vocês acompanharam nosso início de bike e as nossas primeira pedaladas nas estradas. E com certeza teria sido um início bem mais difícil senão fosse pelo André Pasqualini e o Desafio Bicicletas ao Mar. Hoje esse grupo ainda cresce e pedalamos juntos pelo menos 1 vez ao mês. Mas com esse mesmo espírito de ajudar os ciclistas do dia-a-dia e os que querem pegar estrada o André ainda faz nascer em nós a vontade de que todos deveriam poder vivenciar essa liberdade que a bicicleta nos proporciona. E com uma ideia na cabeça e com um grupo de pessoas dispostas a ajudar nasceu o Projeto Bicicletas de Natal. Que abaixo eu coloco o texto que peguei emprestado de seu blog para vocês entenderem, divulgarem e que sabe fazer parte.

PROJETO BICICLETAS DE NATAL

O Coletivo formado pelos participantes do grupo Desafio Bicicletas ao Mar organizou uma campanha de doação de bicicletas, nosso objetivo era recebermos a doação de 100 bicicletas que serão reformadas e doadas a jovens ligados a entidades filantrópicas da região metropolitana de São Paulo. Para realizarmos essa ação, firmamos uma parceria com a CPTM que irá nos ceder um espaço para montarmos nossa oficina temporária. Esse espaço será a antiga passarela da estação Pinheiros da CPTM, que atualmente está desativada. Lá iremos montar nossa base operacional, onde organizaremos grandes mutirões para prepararmos as bicicletas.

foto01
O projeto está dividido em três fases, a primeira foi no ultimo final-de-semana, a etapa de recebimento das doações. Um sucesso sem tamanho, conseguimos exatas 100 bicicletas. A segunda foi no dia 03 de dezembro, com inventário e início dos mutirões para reforma das mesmas e a terceira será no dia 23, data da entrega das bicicletas.

Como colaborar com o projeto?

Os voluntários poderão ajudar daqui pra frente:

– Se voluntariando para ajudar na reforma das bicicletas

– Abaixo iremos detalhar as fases do projeto e como ajudar:

Se voluntariando na reforma das bicicletas

Como iremos operar dentro de uma área paga da CPTM, todos voluntários irão assinar uma lista de presença na entrada da estação Pinheiros. Já aqueles que se dirigirem até o local utilizando o sistema do Metro e da CPTM não precisarão preencher esse formulário já que nosso ponto de encontro será na área paga do sistema. De qualquer forma, caso você queira participar de algum dos mutirões, envie um email para bicicreteiro@gmail.com com seu nome e RG para colocarmos na lista que ficará durante o mês de dezembro na estação Pinheiros da CPTM.
Criamos um evento no Facebook para os grandes mutirões dos dias 15 e 16, se inscreva e tire suas dúvidas por lá.

http://www.facebook.com/events/454753451247472/

Para mais informações sobre os mutirões de dias de semana, acesse o grupo Desafio Bicicletas ao Mar no Facebook e participe de forma mais ativa da nossa campanha.

Para chegar ao local dos mutirões basta se dirigir até a estação Pinheiros da CPTM. Se você for de bicicleta ou de carro, deixe sua bicicleta no bicicletário (carro na rua), procure os funcionários da CPTM e informe seu nome completo com RG, eles irão consultar uma relação de pessoas autorizadas e lhe dará o acesso a estação, depois basta se dirigir a passarela que fica na área da CPTM, em frente aos banheiros públicos.

IMPORTANTE: É preciso ter seu nome na lista para acessar nossa oficina na estação Pinheiros, para isso mande um email para bicicreteiro@gmail.com com o assunto “Voluntário do Mutirão” informando nome completo e RG. Também importante escrever o campo do assunto exatamente como acima, do contrário seu email pode ser perdido e o nome não entrará na lista. Já quem se deslocar até a estação de Metro ou Trem, não precisa sair da área paga, basta ir até a passarela e procurar um dos voluntários que estarão no local, desde que seja nos horários citados mais acima. Na dúvida pergunte sempre a um funcionário da CPTM (não do Metro).

Doando peças ou valores ao projeto

Os voluntários poderão sair a “caça” de doações, visitando bicicletarias pois é comum as pessoas trocarem equipamentos, descartando os antigos ainda em bom estado de conservação, uma lista com equipamentos necessários se encontra no site do bicicreteiro também.

Há outros tipos de equipamentos, como conduítes, cabos de aço, pastilhas de freio, óleos e lubrificantes, pneus e até mesmo algumas ferramentas específicas que utilizaremos nas montagens das bicicletas que possivelmente precisaremos adquirir. Caso você opte em ajudar dessa forma, aguarde a divulgação da lista de materiais ou faça uma doação clicando aqui.

Quem fizer uma doação a partir de R$30,00 e levar o comprovante da doação em um dos nossos mutirões, receberá dos nossos voluntários um pequeno curso de manutenção de bicicletas, dicas que servirão para você manter sua magrela sempre em ordem. Caso você também deseje colocar a mão na massa, pode ficar a disposição do grupo para realizar algum trabalho no mutirão, outra boa maneira de aprender um pouco sobre mecânica de bicicleta.

Doe e concorra a uma Bicicleta Durban Metro

Para incentivar as doações vamos rifar essa linda bicicleta que foi doada por um voluntário, para concorrer você pode doar qualquer quantia e enviar o comprovante da doação para o email bicicreteiro@gmail.com. A cada dois reais doados você ganha um número de 0 a 1000 e o resultado do primeiro prêmio da Loteria Federal do dia 12/12/2012 leva a bicicleta. Participe e nos ajude, entre no site do O Bicicreteiro para mais infos e cadastramentos.

André Pasqualini

And so to Santos – the aim of our training with André, O Bicicreteiro. Santos, on the coast of São Paulo state with the largest port in Brazil; the home of Santos Football Club, which in turn is the club that Pelé played for along with a number of other fantastic Brazilian football players, including Neymar at the moment. Robinho… Elano… Leonardo.. loads of them. Good club to go watch play football, though their fans can be a bit quiet when things are not going so well.

The route we took to Santos was 100km from the main starting point (another 8km away from our house), so a healthy distance for a day’s ride. We were in the green shirts for “beginners”, whilst people in white shirts were “advanced” riders – a distinction that swiftly became apparent was very much subjective, depending on people’s own opinion about themselves, rather than based on any evaluation of technical skills and capacity! But it didn’t really matter in the end – we were within a group who had a good mixture of people who definitely did know how to help when we needed it, as well as less experienced riders.

Section along the Maintenance Road – one of the hilliest parts of the route

Though around 800metres lower than São Paulo city, for a coastal town there were plenty of hill climbs upwards to navigate. Altogether, the net height climbed over the length of the ride was about 2,250 metres, whilst net descent was about 3,050 metres. Some pretty tough climbs in there as well, with one gradient of around 24% going up taking a lot out of all of, though both Natalia and myself managed to make them all without pushing our bikes. People described it as a “wall”, but in comparison to the Sorocaba training, this just seemed easier – maybe because it was shorter rather than a sustained long climb, or maybe it was because our training rides had had a good effect on us. Still pretty brutal though and the legs were burning a bit at the top, though the downhills on the other side made up for it in the end!

The first third of the journey covered the route we took to Rio Grande da Serra, along the loose rock and stone road where Natalia got a puncture the last time. As with the big climbs, it all seemed a lot easier this time, and thankfully no punctures. To get to the highway maintenance road (the old highway used now only by cyclists and highway maintenance cars), we had a stretch going along the hard should of the Immigrantes Highway the wrong direction – not particularly pleasant, but fortunately no cars decided to use the hard shoulder as traffic was flowing quite freely.  The maintenance road itself was picturesque (with the exception of the main highway above us, it felt like we were in Jurassic Park, with the forest around us) and in reasonably good condition – we just had to keep to the middle to avoid the slippy moss/algae growing on the sides. Hitting that stuff at speed and turning could spell disaster.

Gradient profile of the route to Santos – some pretty hilly sections there…

We got to Santos at about 5.30pm, cycling in from the neighbouring industrial town of Cubatão, through the city to the promenade where we had some rather salty fish and squid. Too bad the football team was playing away from home, but I think we would have been too tired to go to any match. We had to wait till around 8pm for the bus – the driver of which was particularly unhelpful in terms of getting the bikes into the luggage containers at the bottom. It was torture seeing our bikes all piled on top of each other, but everything got back to São Paulo in one piece, thankfully, and we managed to sleep as the bus edged its way up through the traffic.