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P24h
Em menos de uma semana um ciclo importante da minha vida se conclui e a minha rotina vai mudar bastante. Sinceramente esperava que a essa altura eu fosse estar triste e saudosista mas meu corpo e minha mente anseiam por essa mudança. Tamanha a ansiedade que estou com a alergia tomando conta dos meus braços e pescoço…
Ansiedade é algo sempre difícil de se controlar. E no meu caso é genético, porque todos em casa somos extremamente ansiosos. Com o passar dos anos sempre busquei controlar isso porque no meu caso sempre fez mal ao meu organismo.
Sou alérgica desde sempre e normalmente essa minha dermatite é emocional, sempre motivada pelo estresse, nervoso, cansaço e ansiedade.

Acredito que o motivo de hoje seja o cansaço e o querer de resolver e deixar minha equipe com as coisas encaminhadas e uma estrutura de trabalho que funcione.

Depois de 4 anos trabalhando na Eyeworks-Cuatro Cabezas vou deixar a casa e buscar novas experiências e crescimento profissional. Lá fiz amigos eternos, criei parceiros de trabalho, conheci pessoas incríveis,
aprendi muita coisa nova e amadureci. Não foram só maravilhas nesse tempo, na verdade foram muito perrengues, muitas madrugadas e finais de semana, diversos momentos tensos, de muita pressão, de cansaço e de correria.
Ali chorei, briguei, sorri, papeei, festejei, reclamei, resolvi e ri muito. Tantos sentimentos, histórias e momentos que vou levar comigo. Certeza que o que mais vai me faltar serão as companhias diárias regadas a papos e desabafos.
O que me consola da saudade antecipada que me bate destes é a certeza que os trabalhos vão e voltam mas as pessoas podemos carregar conosco.
A equipe que deixo, levo o orgulho de um trabalho suado e de muita dedicação. Levo os sufocos e os perigos que cada um enfrenta. E levo a alegria que sempre me motivou a cada dia. Saio com a certeza de que dei o meu melhor e que tudo só foi possível porque todos de alguma forma contribuirão. Desejo sucesso sempre e que com o novo ano tudo só melhore. Àqueles que ficam meu muito obrigado e estamos aqui pra qualquer desabafo, ajuda, cerveja e risadas!

A partir do dia 15 vou conseguir me dedicar forte aos treinos e ao planejamento para a viagem-treino de janeiro, além de muitas ideias que estão a saltitar na minha cabeça e preciso programar e organizar a vida daqui em diante.
Afinal de contas mais um ano que termina e outro que começa e a minha vida cheia de novidades!

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Os altos e baixos do Audax. Foto: Vitor M.

O tempo passou, já consegui digerir toda a informação, e está mais doque na hora de eu contar aqui como foi a prova de 300km que participei.

Recapitulando rapidamente para quem não leu o meu post pré-prova. Audax é uma modalidade  de ciclismo não competitivo onde o objetivo é percorrer longas distâncias de uma maneira totalmente autossuficiente.

Para participar da prova de 300km, é necessário ter feito uma prova de 200km no brasil ou em qualquer parte do mundo, desde que essa prova seja homologada pelo Audax Club Parisien. Eu tinha feito o Audax 200 no final do ano passado. Finalmente tinha chegado a hora de fazer os 300.

Vistoria e entrega do Termo de Responsabilidade.
Foto: Vitor M.

Fui com meu amigo Rafael Taleisnik de carro, na sexta feira pra lá. O Rogério Polo, da organização, sempre convida os inscritos para um jantar de confraternização na noite anterior à prova. Dessa vez seria em uma pizzaria que o pessoal já conhecia e gostava. Acabamos chegando lá meio tarde e o pessoal já estava de saída. Mesmo assim dividimos uma pizza, tomamos algum vinho e depois fomos para o hotel dormir.

O quarto do hotel era bem bom, e como estavam hospedados nele um razoável número de participantes do Audax, eles anteciparam o café da manhã. Como a largada é as 07h00 tomamos um bom café da manhã as 06h00 com muito pão, queijo e suco.
Nos dirigimos à Prefeitura de Holambra, onde aconteceria o Brieffing da prova, a vistoria e a largada.

Manhã de sábado em Holambra. Foto: Vitor M.

No brieffing, o Rogério explicou alguns pontos mais complicados do trajeto. A vistoria acontece para que todos os participantes estejam de acordo com o regulamento, isto é: Todos precisam estar com farol dianteiro branco na bicicleta que provida uma boa iluminação, uma luz traseira vermelha e vestidos com um colete refletivo e capacete. Nesse momento também se entrega aos participantes uma espécie de “passaporte”. Esse passaporte é necessário para que se possa comprovar, através de carimbo que o participante passou em todos os PC’s (Postos de Controle).

A neblina na hora da largada estava muito forte, e o frio não chegava a me incomodar tanto, mas estava ali presente. Foi muito bom eu ter ido com Manguitos, que são apenas mangas compridas que se usa por baixo das mangas curtas da camiseta de ciclismo. Outra coisa que veio a calhar, foi que quando eu fui para a casa do Rafael em São Paulo, esqueci minhas luvas em casa, e ele acabou me emprestando umas de dedo inteiro, as minhas não cobrem as pontas dos dedos.

Comecei pedalando num ritmo bom, algo em volta de 25km/h. Estava me sentindo disposto, com energia, relaxado e feliz. O caminho até o PC1 era de 48,6km, e fiz sem dificuldades. O

Neblina durante o início da prova.
Foto: Vitor M.

Rafael logo depois da largada, percebeu que tinha esquecido os óculos de sol no hotel e voltou para buscar. Cheguei no primeiro PC as 08h53, comi e bebi bastante gatorade, nessa hora a neblina já começava a se dissipar e o sol aparecer. Quando estava pronto para sair, vejo o Rafael chegando, então resolvi esperar ele durante um tempo de forma que seguissemos juntos por um trecho. Estávamos pedalando agora na rodovia Anhanguera e o tráfego de caminhões era intensomas nada que prejudicasse a experiência. Agora eram mais 76km até o próximo PC em Porto Ferreira. O sol já estava quente, o tempo seco, e eu continuava rendendo bem. O trajeto todo até agora, possuia vários postos onde era possível reabastecer as caramanholas com mais água, mas como eu nessas pedaladas longas eu levo duas caramanholas grandes, não senti necessidade de reabastecêlas, conseguia chegar no PC sempre com um restinho de água ainda. Isso mesmo seguindo a máxima “Coma antes de sentir fome, beba antes de sentir sede.” Quando cheguei no PC2 12h43 o sol estava a pino, o calor era muito forte, e resolvi mesmo assim não tirar os manguitos pois esses estavam me protejendo também do sol. Uma queimadura nos braços não ia ser nada confortável, e com o suor e o vento o protetor solar não segurava durante muito tempo e eu não queria ficar parando para passar mais protetor solar. Nesse PC2 conheci o Paulo Piacitelli e o Rosevaldo, dali em diante seguimos mais ou menos juntos. É sempre bom ter alguém pra andar junto, além de mais seguro, é sempre bom ajudar e contar com ajuda no caso de uma necessidade. A altimetria do percurso até então era de muitas subidas e descidas, mas as pernas respondiam e o ritmo era bom.

Estrutura de um PC.
Foto: Vitor M.

Entre o PC2 e o PC3 foi sem dúvida o pior trecho, o calor era intenso, a as subidas não tinham mais fim, eu estava usando um pedivela compacto 50×34, mas o cassete não era o idela para uma prova tão longa, era um 11×23. No caso de pedivela, quanto menor o número de dentes, mais leve é a marcha, e no cassete é o inverso. Muitos dos participantes, usam cassete com o maior pinhão com 32 dentes, é uma bela diferença. Esse trecho era na SP215, canaviais dos dois lados, e por mais que o perfil altimétrico me diga o contrário a minha impressão é que eram 51kms sem descidas, hora pedalando no plano, hora subindo ladeiras sem fim. Pela minha relação pesada, eu subia mais rápido que o Paulo e que o Rosevaldo, mas esses logo me alcançavam nos trechos planos. Nesse trecho só havia também um posto no caminho, resolvi parar para trocar a água por uma mais gelada e acabei também tomando um picolé de limão para dar uma refrescada. Cheguei no PC3 15h58 desgastado pelo sol, mas ainda disposto eram já eram 175km acumulados. Ali comi bastante, tomei bastante água e Gatorade. Fiz uma pausa um pouco mais longa, em torno de 20minutos e seguindo conselhos do Richard Dunner, ciclista muito experiente, saí dali para tentar chegar no PA antes de escurecer.

Anoitecer na estrada. Foto: Paulo Filho

Entre o PC3 e o PC4 seriam 80km, então a organização resolveu fazer um PA entre os dois. A estrutura é basicamente a mesma de um PC, mas não há controle e a parada é facultativa. Resolvemos parar, o Paulo Piacitelli tinha sentido a pressão baixar e resolvemos nos alimetar bem e comer alguma coisa quente e tomar algo diferente de agua e gatorade. Por ali ficamos uns 40minutos, descansamos e partimos. Já eram 223km acumulados, mais do que qualquer pedal que eu já tinha feito, mas estava bem contente com meu desempenho. Com 250km acumulados comecei a sentir dores fortes na parte inferior do joelho direito. As dores eram bastante fortes e comecei a pensar se realmente conseguiria completar a prova. Nessa hora comecei a ficar um pouco para trás, e pedalava sozinho. Pedalar na escuridão também era novidade para mim. Eu usava um farol Cateye bom no guidão da bicicleta, uma outra lanterna presa no capacete e outra de 4 leds pequenos presa no garfo da bicicleta. Mesmo assim, o desempenho na subida já não era o mesmo por conta do cansaço e também não conseguia compensar nas descidas, já que não conseguia ver muito a frente e tinha medo de um buraco ou qualquer outro obstáculo na via. Esses 15km para chegar no PC4 foram dificílimos para mim.

Perfil altimétrico da prova. Mais de 3000m acumulados em 301,5km

Quando cheguei no PC4 eram 22:00 e logo depois de dar meu passaporte para o Daniel Labadia carimbar, avisei este que não prosseguiria, que estava com fortes dores. O Labadia, me aconselhou a tentar, dali para frente eram só mais 34km, e ainda me repetiu a famosa frase de Lance Armstrong “A dor é passageira, o fracasso é eterno”. Nessa hora tirei o celular do bolso e tinha mensagens de amigos me incentivando e uma mensagem também do meu pai “Força para completar”. Meu pai já participou de várias provas de corrida e de algumas maratonas, ele sabe então oque é superar os limites do corpo, e considerei então continuar a prova. Ness hora um outro paricipante, o Ricardo me deu um comprimido para dor, tomei e segui viagem.

Gambiarra que fiz para prender o corta-vento no selim.
Foto: Vitor M.

Apesar de ter saído desse último PC mais uma vez com alguns amigos, logo fiquei para trás. Apesar de já estar vestindo um bom cortavento, nas descidas sentia muito frio. Na estrada, no meio da noite, descendo ladeiras a 50km/h o corpo tremia tanto de frio que dava medo de cair de tanto tremer. Nas restas e subidas joelho doia e as lágrimas escorriam. Eram lágrimas de dor e de felicidade, porque percebi que ia sim completar a prova, não no melhor estado mas ia. O meu psicológico estava bom, na verdade não me faltavam pulmões e nem músculos, oque estragava tudo era o joelho direito, que me castigava, e fazia com que a perna esquerda mais acompanhasse o movimento do pedal do que realmente pedalasse. A perna esquerda fazia 75% do trabalho. Continuei pedalando e quando vi finalmente o moinho que me provava que finalmente tinha chegado em Holambra novamente senti muito alívio, dali foi só mais uma subidinha até a prefeitura. O tempo máximo para completar o Audax 300 era de 20h, fiz em 17h29. Dei meu passaporte para sem carimbado e segui pedalando até o hotel. Lá o Rafael já estava dormindo, ele tinha feito a prova em 15horas mesmo com um queda. Tomei um banho, já era 01h00 da manhã, podia dormir tranquilo, metas compridas. Domingo foi dia de tomar um bom café da manhã e voltar pra São Paulo. Posso estar errado quanto a isso, mas acredito que tenham sido queimadas 17000 calorias em um único dia, e ingerido um bom tanto de outras, a minha lista aproximada doque comi é:

Comida que levei no bolso da camiseta

4 barrinhas de cereal
2 waffles de mel
3 mini paçoquinhas
4 pastilhas de eletrólitos
8 litros de gatorade
2 litros d’agua
1 pão de queijo grande
4 pães de queijo coquetel
1 saquinho de proteina em gel mastigável
1 saquinho pequeno de amendoim japonês
1 sorvete de limão
1 misto quente
1 schwepps
1 dipirona sódica
8 sanduichinhos de bisnaguinha

É incrível o quanto consegui melhorar minha técninca de pedalada em apenas um dia. Durante a prova você se acha na bicicleta, passando as marchas cada vez com mais naturalidade e confiança. Mais uma vez, superei meus limites. A recompensa é pessoal e inexplicável.

As fotos do post são em sua maioria do amigo Vitor M. – Seu trabalho pode ser visto em http://www.vitorm.com.br

Todo começo de atividade é de certa forma complicada, porque o gostar nem sempre basta e incluir na sua agenda um esporte exige muito mais que vontade. Desde pequena sempre pensei que tempo é questão de prioridade e isso é uma verdade porque cada coisa que você prioriza acaba chamando outra prioridade e outra e outra que no fim é complicado organizá-las.

Com esse projeto conseguimos incluir a musculação e a escalada em nossos treinos semanas, hoje a bicicleta é um dos nossos focos e já estudamos como fazer dela um treino constante. São Paulo não é a cidade mais amiga dos ciclistas e pegar a bike ra ir e vir pela cidade não me agrada muito, o Paulo que já é um apaixonado pelas pedaladas treina 2 veze por semana na ciclovia da marginal e faz viagens aos fins de semana, enquanto eu e o Bem ainda temos que comprar a nossa. Mas calma, iremos comprar até o fim deste mês. É que nem sempre a nossa conta bancária e nossas vontades estão na mesma página, ainda mais agora depois da Bolívia. Agora antes mesmo de ter a bike já tentamos bolar um esquema. Pesquisando passeios na internet achei diversas opções legais e queria compartilha-as com vocês, quem sabe alguém também está incluindo ciclismo em suas atividades.

No site da WDE (http://www.wde.com.br/bike/passeios.htm) tem uma matéria muito legal ra quem mora aqui em São Paulo Capital orque tem um calendário semanal falando sobre diversos grupos de edaladas e passeios, com dados como horário de saída, percurso, nível dos ciclistas e tempo de passeio. Existem gruos para iniciantes, para quem gosta de velocidade, pra quem gosta da madrugada para pedalar e trlhas mais longas aos finais de semanas.

Já no www.ondepedalar.com existem grupos de todo o aís e dicas de competições, esse site funciona como um guia de cicimo em geral, dando dicas sobre bike, ensina como montar uma, mecânica online e por aí vai.

Se você estiver querendo começar a viajar ou até mesmo fazer trilhas, se prepare antes. Bicicleta exige bastante dos musculos das ernas e de condicionamento aeróbico, então treine antes de se arriscar na estrada, porque você pode sofrer exaustão e exigir de mais de seu corpo. A experiência que poderia ter sido maravilhosa vai se transformar em tortura por pura falta de planejamento sua.

Cataratas do Iguaçú não é à toa que está entre as 7 maravilhas naturais do mundo. Mas a cidade de Foz do Iguaçú tem muito mais do que o Parque Nacional, a cidade oferece diversas opções de parques e lojas para quem gosta de fazer compras.

Para chegar lá é bem fácil tem aviões saindo das principais cidades do Brasil e diversas opções de onibús. Para ficar, você pode escolher entre albergues e hotéis chiques, para comer esse é o problema a cidade oferece poucas opções de qualidade, churrascarias e casas de massas são os restaurantes mais comuns.

Segue um pouco sobre os pontos a serem visitados:

Parque Nacional de Iguaçú – é um conjunto de cerca de 275 quedas de água que estão compartilhadas entre o território brasileiro e argentino. Os dois parques no total possuem  mais de 250 mil hectares de floresta subtropical. As diferenças entre os dois é notória, enquanto no Brasil se tem uma visão ampla da cortina de água do lado argentino você fica mais perto das quedas graças as suas passarelas suspensas que passam por cima das quedas ou te permite estar cercada por 260 graus de cachoeiras. Além das quedas você consegue ver diversos animais. Então fique bem atento. Para entrar nos parques é cobrada uma entrada de R$41,10 para estrangeiros e R$24,60 para brasileiros no Parque Nacional do Iguaçú; Parque Nacional de Iguazu $130,00 para estrangeiros e para Brasileiros e Mercosur $90,00,no lado argentino só é aceito pagamento em pesos argentinos.

Macuco Safári: passeio inicia-se a cerca de 3km das Cataratas, na rodovia que corta o Parque. Nos jipes os guias vão explicando as principais características da fauna e da flora da região.
Depois, parte do percurso é feito a pé, descendo à garganta do rio, onde imponentes penhascos permitem ver de perto o salto do Macuco (altura de mais de 20m sobre rochas). Depois o passeio continua em barcos infláveis, que nos levam até bem perto da base das quedas. O Passeio sozinho custa R$156,00, mas se tiver tempo e pique vale a pena comprar o passaporte do parque por R$200,00 onde além do macuco safari você tem direito ao parque das aves, almoço no restaurante porto canoas e jantar na noite italiana.

Dentro do parque ainda é possível fazer diversos passeios de trilhas, observação de aves, arvorismo, rapel e outras coisas para mais informações acesse o site ou se informe dentro dos parques na central de turismo.

Fora do Parque

Usina de Itaipu: uma das maiores atrações da região. De lá é possível entender como funciona e qual a importância dessa usina que com a sua construção teve sim diversos pontos negativos mas que também permitiu o crescimento da região e o abastecimento de energia elétrica ao país.
A barragem foi construída no Rio Paraná, a cerca de 16km de Foz do Iguaçu, nesse passeio é possível ver a escada de migração de peixes que foi construída para que os peixes pudessem se reproduzir, subindo o rio durante a piracema.
A Usina oferece um permanente centro de recepção com auditório e projeção de filmes explicativos, além de acompanhamento de um guia.
Também abriga o  Ecomuseu de Itaipu com sua coleção de interesse arqueológico, etnográfico e antropológico. Tem como objetivo estudar os impactos da relação do homem com o meio ambiente. O preço para este passeio pode variar entre R$20,00 e R$51,00. Cheque as opções.

Refúgio Biológico Bela Vista : a caminho da Usina vale a pena visitar esse lugar onde os animais e plantas resgatados da região inundada se abrigam. São animais raros ou ameaçados de extinção, como o urubu-rei, o cachorro-vinagre e o veado bororó. O refúgio é considerado um sucesso já que com sua organização propiciou até a procriação de algumas espécies silvestres. A entrada é de R$19,80.

Parque das Aves Foz Tropicana: para quem gosta de aves, aqui vai se impressionar com as mais de 600 aves de 170 espécies diferentes. Em grandes viveiros perfeitamente integrados à floresta alojam-se ricas espécies de aves. Traga sua camera fotográfica por ser permitido entrar em alguns viveiros você consegue tirar fotos bem próximas de aves como: periquitos, tucanos, araras e outras, propiciando o conhecimento das aves brasileiras, bem como de espécies vindas da África, Ásia e Austrália. R$35,00 é o custo do ingresso.

Se quiserem mais dicas ou tiverem dúvidas é só deixar um comentário.

Nada como viajar, acredito que essa seja a melhor coisa no mundo. Porque não existe viagem ruim, pode dar tudo errado: o avião perder a sua mala, pegarem seu dinheiro na mochila, te tratarem mal na imigração ou até mesmo perder um dos aviões num mochilão. Pelo menos pra mim nada disso estraga a viagem por inteiro. Já passei por coisas parecidas e no fim da viagem ainda me senti feliz.

De certa forma ao sairmos do nosso habitat natural devemos estar abertos a novas experiências e o mais importante estarmos dispostos a aprender. Nada como dar algo errado para aprendermos.

Melhor do que voltar a um lugar é descobrir algo novo sobre ele e essa semana mesmo sem sair de São Paulo tive o prazer de descobrir e querer voltar para um lugar: o Maranhão.

Li uma reportagem da Aventura &Ação sobre a Chapada das Mesas e fiquei impressionada como nunca havia ouvido falar sobre esse lugar espetacular.

A beleza dessa área maranhense é bem diferente do que poderíamos esperar desse estado. Aqui você encontra muitas cachoeiras, lagos e reservatórios de água limpa e natural, diversos chapadões areníticos num ambiente que lembra uma savana.

Para chegar lá não é tão fácil, como a região fica na parte sul do estado a capital fca bem longe. Você deve pegar um avião até Imperatriz e de lá alugar um carro para ir e se instalar em Carolina. Aqui tem diversas opções de pousadas e hotéis.

No Parque Nacional  da Chapada das Mesas você vai encontrar dversas opções de trilhas a pé e de carro, as principais são:

Trilha do Cume do Morro do Chapéu – uma caminhada de mais ou menos 2 horas de ida e volta num calor de rachar, por isso não esqueça de levar bastante água e de iniciar a trilha cedo. Por ser um dos pontos mais altos do Parque (378 metros de altura) você tem uma vista panorâmica da região.

Trilha do São Romão e do Prata: próximo ao Rio Farinha existem duas quedas de água, para quem gosta de cachoeiras é uma ótima opção. Para chegar aqui você vai precisar de um carro 4×4 para ultrapassar os 56 km de estrada de areia fofa. Da queda de São Romão é possível caminhar por dentro de uma gruta que está atrás da queda, e se prepare ao fim da caminhada você vai encontrar diversas andorinhas que abrigam seus ninhos ali. Lindo!

Pedra Caída – fora do parque você tem ótimas opções também, a melhor é o Santuário Ecológico da Pedra Caída. Trata –se de uma reserva particular com diversas trilhas pelo cerrado além de opções de esportes de aventura como rapel, arvorismo e tirolesa.

Então fica a dica, se você quiser uma aventura diferente  e com muita beleza natural ao redor, vá para a Chapada das Mesas, se conseguir separar 2 semanas no mínimo das suas férias seria ótimo, senão vai  conhecendo aos poucos.

Segue link com fotos pra você olhar, se deliciar e se surpreender

Já vou logo avisando que 2 dias é pouco para conhecer tudo o que tem dentro do parque mas é o suficiente para se apaixonar.

O Parque Nacional da Serra da Canastra possuí 71.525 hectares demarcados e está presente nas cidades de Sacramento, São Roque de Minas e Delfinópolis em Minas Gerais. Você pode entrar no parque por uma das 4 portarias (São Roque de Minas/São João da Canastra/Sacramento/Casca D’Anta) e é cobrada a taxa de R$6,50 por pessoa. O parque está aberto a visitação das 8H às 18H. Você pode ir com o seu carro mas o estado das estradas internas são péssimas e nos dias de chuva pioram ainda mais. Recomendo que você pegue um guia ainda na cidade.

Em São Roque de Minas tem a Central de Turismo lá você pode conversar com a Dani que sabe tudo o que está rolando e certeza vai indicar a aventura que você procura. Se estiver com fome aproveite para conhecer as delicias do Restaurante Vivá servida no fogão a lenha.

Para aqueles com pouco tempo e sem carro dou a dica do nosso primeiro dia: Cachoeira Capão do Forro e Da Mata. 

Chegamos em São Roque às 7 da manhã fomos na padaria tomar café da manhã e a decepção – acredite se quiser – o pão de queijo não era bom. Quando se está no estado de Minas Gerais pensamos que o pão de queijo vai ser bom em qualquer lugar, mas pelo menos dessa padaria te garanto que qualquer padaria em São Paulo faz um melhor. Caminho explicado, lanche na bolsa agora é hora de por o pé na estrada – literalmente.

Foram 5 km andando pela estrada com muita terra, poeira e subidas, mas em compensação as paisagens são belas e pra quem gosta de curtir a natureza uma ótima oportunidade para observar as aves. Vimos bastante pássaros como: caracará, pica-pau do campo, periquito rei, entre outros.

Na estrada ficávamos ouvindo um barulho que parecia uma risada. Procuramos muito, olhamos atrás dos matos, sobre as árvores atrás dos cumpinzeiros e nada. Mais tarde descobrimos que é o som da siriema.

5 km de estrada e chegamos numa bifurcação com uma placa gigante sinalizando as trilhas e cachoeira, viramos a direita e descemos por um caminho de pedras passando por bois e vacas até chegar a portaria, lá tivemos que pagar a taxa de R$10,00 por pessoa para poder ir até as cachoeiras. A primeira, Cachoeira Capão Forro, ficava logo em frente e contornando ela pela direita tem a Cachoeira do Lobo e diversas piscinas naturais. Depois de aproveitarmos essa pegamos uma trilha que fica antes da portaria até a Cachoeira da Mata essa sim é um espetáculo. Aqui nadamos, e aproveitamos o resto da tarde. 

No fim de tarde voltamos para São Roque a pé apesar de muito insistirem em nos dar carona. O fim de tarde é muito bonito, e compensou cada passo só para ver as paisagens lindas com o céu colorido e às vezes dramáticos.

Segue algumas informações:

Parque Nacional da Serra da Canastra: (37) 3433-1840

Central de Turismo: (37) 3433-1641

Restaurante Vivá: Av. Vicente Picardi, 446 (tem a opção de comer a vontade e a comida é servida direto no fogão a lenha ou a la carte)

Trilha da Pedra Grande

Posted: March 10, 2012 by Natália Almeida in Hiking, Português, Training
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Eu já falei no post anterior um pouco sobre essa trilha, são 9km de caminhada, numa subida sem fim para chegar até a Pedra Grande, de lá uma vista incrível, a fusão nada suave entre a Mata Atlântica e a Metrópole. De certa forma assustador, porque pensamos em  como antes essa mata devia dominar tudo a nossa frente.

Dentro do Parque do Horto, você ainda tem diversas outras trilhas como a Trilha do Bugio, da Bica, das Aguas Claras…

Pra quem mora ou está visitando São Paulo vale muito à pena conhecer.

Agora espero que gostem do vídeo!

Trilha da Pedra Grande - http://www.ambiente.sp.gov.br

Se voce quiser me achar hoje pode ir pro Horto e procurar a trilha da Pedra Grande…. Estaremos  lá, eu e Benjamin, curtindo a natureza e em busca de uma vista que promete ser linda.

Esse final de semanas procuramos trilhas aqui na Capital, que nos permitisse um contato com a natureza e treinar nossas caminhadas. Achamos um site que fornece uma lista de trilhas aqui na capital e no interior. No site eles informam o nível de dificuldade, o tempo, a localização, se precisa de guia ou não e os horários.

Se você estiver querendo um dia diferente na sua semana entre lá e escolha uma das opções, se quiser companhia é só chamar, o mesmo para dicas.

Depois contamos como foi essa aventura!

PRAIA, PRAIA, PRAIA…!!

Posted: February 27, 2012 by Natália Almeida in Português
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Não me lembrava a última vez que tinha saído de Sampa, ou de ter ido a praia, fico confulsa entre ano novo em  Maresias, ou em Galápagos.

Mas mesmo assim qualquer uma das opções me faz pensar que faz mais de um ano.

Na quinta a Gi, uma grande amiga, me chama para irmos a praia na sexta, eu que ando muito cansada e precisando de férias aceito na hora, a semana estava ensolarada e prometia um final de semana quente. Mas morando nessa cidade sabe-se que a vida não é fácil e que normalmente o sol dura até sexta meio-dia e depois começa a chover. Dito e feito. Uma tempestade começa e nem sair da produtora consigo, mesmo assim me mantenho animada porque sei que saindo da cidade as minhas baterias se recarregam. Antes de pegar a estrada, eu e o Ben nos encontramos na Casa de Pedra, subimos umas paredes, tomamos um suco de açaí com banana e dividimos o único salgado que não tinha leite, um pão recheado com palmito. Feito isso, passada rápida em casa e saímos rumo a praia.

Juquehy foi o destino. Sábado quente, muito mormasso mas nem tanto sol, o mar estava bem gostoso o que nos fez passar um tempo nele. O Ben realmente relaxou, dormiu quase sábado todo, foi um dia recheado de cochilos dele. Eu umas 14h tomei uma caipirinha de kiwi que me baqueou, deitei na canga e devo ter dormido umas duas horas, acho que todo mundo dormiu. Acordamos todos muito queimados, o Ben vermelhaço. Eu graças a Deus tenho bastante melanina na pele o que me rendeu um bronze. Saímos da praia super moles, acho que meio desidratados, sentamos num restaurante e comemos peixe grelhado, arroz, feijão, salada, farofa e batata. De noite choveu mas foi bem rápido coisa de 15 minuto.

Domingo acordei pensando que estaria chovendo. Grande engano, ao abrir a porta vemos o sol, e o dia todo foi assim muito sol, muito mar e boas risadas. Voltamos pra capital com chuva e trânsito na estrada. Mas quem disse que paulistano pode se divertir sem sofrer nada por isso. Não adianta sempre tem algo pra tirar um pouco da sua energia seja na ida ou na volta. Mesmo assim, valeu muito a pena, já me faz pensar que na Páscoa seria bom repetir a dose.

Cada dia que iremos pedalar esperaremos mais mudanças, saindo da capital e entrando no interior paulista tudo vai mudar, acredito que o próprio peso que é viver em SP vai ficar para trás e espero que uma hora o único peso sobre as nossas costas seja o da mochila. Também depois de tanto batalhar iremos estar ansiosos para ver a natureza e quanto mais nos afastarmos da capital mais verde esperaremos encontrar.

O caminho de bicicleta vai se dificultar, afinal quanto mais nos aproximarmos do Mato Grosso mais quente e úmido vai ficar. A motivação nessa hora com certeza será o Pantanal, afinal qual gringo não sonha em conhecer esse lugar, então realiza um americano, um “inglês” e uma brasileira alucinada por animais, certeza que ter ele a nossa frente nos dará força para pedalar e fôlego para seguir em frente.

Não acho que essa parte será fácil, até porque esse será só o começo da jornada, e enquanto a empolgação empurra, o corpo talvez ainda não estará acostumado a essa maratona.

Me imagino pedalando nas estradas e olhando para todos os lados em busca de tamanduás, macacos, araras e jacarés… O Ben certamente vai ter muito medo de pisar em cobras (ele tem fobia delas), meu problema será com os insetos. Mas é bom ter esse primeiro desafio perto de casa, assim poderemos nos dedicar a superá-los por aqui e quando estirvermos longe já teremos menos medos à administrar.

Gente se você conhece, mora ou sabe algum lugar que nós devíamos passar deixa um comentário aí, como já disse antes você pode nos ajudar com nosso roteiro. Obrigado pela visita!

CURIOSIDADE

Você sabia que origem do Pantanal é resultado da separação do oceano há milhões de anos. Animais que estão presentes no mar também existem no pantanal, formando o que se pode chamar de mar interior.

Se quiser saber mais dá uma olhada na Wikipedia, muita coisa interessante e curiosa.

O que vai ficar pra trás…

Posted: February 12, 2012 by Natália Almeida in Português
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Talvez vocês pensem que resolvemos marcar nossa partida aqui de São Paulo pelo simples fato de morarmos aqui, mas tem muito além disso. Na verdade, já começamos, porque essa maratona de preparação já conta como esse projeto, porque senão fosse ele não imagino nós mudando os nossos hábitos e rotina.

Festival de dança em São Paulo

Mas porque São Paulo? Difícil explicar….

São Paulo é essa cidade gigante, caótica, bagunçada, lotada e amiga.

Recebe imigrantes e turistas como se fossem nativos, oferece milhões de opções de diversão e tem um povo que apesar de não ter muitos parques ou áreas verdes continua tentando ser saudável.Uma cidade que consome nossa energia mas que parece sempre cheia de vida.

São Paulo é esse desequilíbrio, que faz com quem vive nela nunca saber se realmente ama ou odeia, faz a maioria pensar que quer morar aqui mas não viver nela para sempre.

Cresci aqui e foi aqui que construí a minha vida. Aqui tenho a minha história, meus amigos, meus irmãos, pai, tios e tias, aqui conheci o Ben, casei, peguei minhas gatas… Foi aqui onde chorei, andei, sorri, gritei e dancei. Foi aqui que aprendi a ser quem eu sou e pensar como penso… Foi aqui!

Então como não andar pelas ruas e não lembrar de tudo o que já foi. Como poderia não amar, se tudo o que amo veio daqui…

São Paulo é assim um ponto de interrogação gigante que vira e mexe quem mora nela tenta decifrar.

E porque querer sair daqui sendo que esse projeto deve ser o oposto dessa cidade, tem que ser claro, certeiro e sem complicações. A resposta é mais simples do que todas as perguntas anteriores, porque depois de 3 anos de ralação vai ser delicioso poder voltar pra casa, isso mesmo, casa, porque apesar desse sentimento confuso que temos dentro do peito esse é o nosso lar e ao fim dessa jornada é aqui que vamos querer chegar, deitar na nossa cama, comer nossa granola, tomar uma vitamina ou comer uma coxinha… Aqui que vamos encontrar aqueles de quem sentiremos falta nesses 3 anos e vamos poder refletir tudo o que passou.

E afinal de contas, se no meio desse caos conseguimos pensar nesse projeto acredito que voltando pra cá poderemos pensar no próximo.

Nossa gata, Mocha, acordando

Mocha acordada

Construção do novo Iguatemi

Transito maravilhoso..!

Muito normal...

Parque Ibirapuera

Mercado Municipal

Tinha uma rocha no meu caminho!

Posted: February 7, 2012 by Natália Almeida in Climbing, Português, Training
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Domingo chegou e finalmente vou saber o que é a tal rocha… Rocha essa que me faz treinar todos os dias na Casa de Pedra…

Para isso tivemos que acordar às 6am se trocar super rápido, comer algo na padoca e ir para a academia. De lá saímos, um grupo de +/- 16 pessoas, formado por uma maioria principiante e alguns experts.

Depois de 1h30 de viagem chegamos a Pedra Bela, a cidade parece bem pequena e a rocha de longe também. Chegando lá, já vemos o Mineiro em cima de uma via, e pelo que eu entendi ele estava montando ela. Cada um com seu parceiro, suas sapatilhas e cadeirinha e claro capacete, pra quem tá subindo não quebrar a cabeça e pra quem está embaixo não receber pedradas…

As minhas duas primeiras vias foram fáceis e na minha opinião muito importantes para depois ir fazer as outras que viriam pela frente, pra quem prestou atenção nas duas primeiras deu pra ver que as pegadas nessa rocha eram bem diferentes das paredes da academia. Aqui qualquer pontinha pra fora vira apoio para as mãos e pés, e confesso que é bem difícil confiar jogar seu peso todo sobre seus pés, e depois ainda forçar a perna sobre esses micros cristais.

Eu encontrei bastante dificuldade  no começo de uma via, o que me rendeu cortes e arranhões nos joelhos e cotovelos, mas cair é sempre bom, ainda mais pra aprender como cair, ali já descobri que na hora que escorregar a melhor coisa é jogar o corpo pra trás pra não se esfolar toda. Passando o começo tudo se mostrou mais claro, ainda difícil mas eu conseguia enxergar as agarras e pisadas.

Do outro lado da rocha fiz mais duas vias, uma eu achei que não ia conseguir pensei em desistir mas os gritos no chão me ajudaram a continuar, agora entendi porque a torcida é tão importante nos jogos de futebol, como não dar um pouco mais de si com um monte de gente gritando pra você, isso faz a gente acreditar que é possível, e no meu caso foi mesmo. Venci essa via, essa era a sensação!

No total fiz 8 das 9 vias armadas, o único arrependimento foi não ter tentado essa nona, e olha que essa ainda tinha um ninho de passarinho no caminho para motivar…

Mas certeza que terei outra oportunidade. Depois de ir uma vez queria ir toda hora, nada como um bom desafio.

Para quem quiser saber mais sobre Pedra Bela