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Huayna Potosi, with its summit under cloud - quite daunting!

Huayna Potosi, with its summit under cloud – quite daunting!

It has been almost a year since our first major training project, mountaineering in Bolivia, and I am very definitely missing it all and would love to go back. I don’t know what it is exactly – I must confess that I did not enjoy every minute of it; I got pretty sick for a couple of days; I must have lost a good few kilograms of weight going up those mountains; the fear of heights and looking down those steep steep drops… those 1,500metre falls just inches to one side, and those 500metre drops just inches away on my other side… nope, those knife-edge ridges were not nice! Mountaineering certainly leads to a lot of suffering if you ask me, especially when you are adapting for the first time to the high altitudes; your body just isn’t used to it and doesn’t know what to expect. Looking back at the video when I got sick and remembering back, and the change in my own physical state from good and enthusiastic, to vomiting and other nasty things, is too alarming to think about; literally in an hour or so!!

But I miss it, and I look at the photos and videos – even the one when I got sick – and the good memories of it all easily outweigh the difficult parts.

Why..??!

I guess all the moments which were hard were all balanced by the exhilaration of the challenge; really going for a goal that I had never done before but had wanted to do, and in facing some of my worst fears; going against the exhaustion with the altitude and the fatigue that the lack of oxygen causes in the body; managing to get to the summit and (more importantly!) back again… definitely amazing feelings. Seeing the tents of base camp, after 15 hours of climbing from midnight, just as the weather closes in… a superb sense of accomplishment. So I really do want to go back.

When will we be able to? Good question. I thought about it for this June, but we really do need to train for the kites, so we are going to Fortaleza for training with that for a week or so. Then we will have to keep working to keep income in for paying for this whole project; a month or so training up in northern Canada in February next year… meaning that may be possible next June or July – this would be the last chance before heading on the actual journey… so here’s hoping.

From the start of the time in Bolivia, after a few days acclimatizing in La Paz, the first part of the mountaineering was from the Condoriri, where we looked to climb Pequeño Alpamayo (around 5,400m) – a beautiful mountain. But getting there wasn’t such a smooth process..

For more about our time in the first few Bolivian mountains, see our posts about:

Condoriri

Pico Austria

Pequeño Alpamayo

Cada um no seu saco de dormir tentando parar de pensar no que nos espera e dormir. Nas noites anteriores foi possível me ouvir cantarolar enquanto o Ben tentava dormir. Eu com minha energia fora do comum faço isso quando meu marido não tá muito afim de conversar – eu sei que deve ser uma coisa meio irritante, mas não consigo me controlar – nessa noite o que era possível escutar eram mais uma vez gemidos leves. Dessa vez as coisas pareciam melhor para mim. Acordamos às 2am e começamos a nos arrumar. Já pronta comi um pouco de granola com leite, obrigada pelo Ben, demorei um pouco para me encontrar com tantas luvas e casacos e acabei atrasando um pouco. No começo tudo meio familiar já tínhamos feito esse trajeto antes, pelo menos eu, Bem e Kirk. A trilha até o glaciar leva mais ou menos uma 1h30, e é uma caminhada fácil. A noite não ajuda muito por ter muitas pedras e poças mas nada que me derrube. Enquanto ando vou sentindo pontadas no estômago e no começo vou as ignorando. Tento me concentrar nos passos e em seguir a pessoa a minha frente. Com o passar dos tempos as pontada vão ficando mais contínuas e já começo a pensar em abandonar o time enquanto ainda é possível voltar sozinha para o acampamento. Mais uns passos  e definitivamente essa não será a minha noite. Chamo a atenção de todos e comunico a minha retirada. Augusto diz que eu conheo meu corpo então sei o que é melhor. Caleb pergunta se posso ir voltar sozinha respondo que sim mas José diz que nem pensar, pega minha mochila e vai me acompanhando. Pelo caminho vamos conversando o tempo todo. Ao chegar no ponto onde é possível ver o acampamento peço que ele volte para o resto do grupo porque daqui em diante não tenho como me perder. Nos despedimos, e no caminho até a barraca sei que fiz a coisa certa. A dor se transforma em naúseas em com passar dos minutos tudo vai se revoltando dentro de mim. Uma noite recheada de cólicas e vômitos. Pelo jeito minha sorte tinha acabado mesmo e me via nas mesmas condições de Ben, Augusto e Caleb. A dúvida ainda fica se foi melhor ou pior para mim ter que passar por uma noite dessas sozinhas, me cuidei a base de muita água, massagens e compressas improvisadas. O problema de estar sozinha foi pra comer, na nossa barraca só tinhamos biscoitos, chocolates e coisas assim. Durante a tarde não me aguentei e revirei a bolsa de comida do Caleb e peguei um bagel seco e nada gostoso mas que saciou a vontade de comer algo salgado.

As horas ia passando e só conseguia pensar em como eles estavam e quanto tempo ainda faltava para chegarem. Entre um cochilo e outro ouço ao longe um chamado. A voz e o sotaque não tem como se enganar. Augusto e José chegavam felizes. Me perguntavam como eu estava, como foi o dia e tudo mais. Depois que respondi começo a ouvir Augusto contar os pontos altos. A verdade é que ele estava chateado em não termos tido aulas técnicas sobre uso de crampons e que isso poderia ter facilitado as coisas para o Ben porque em um dos momentos teve subida na rocha com os crampons e que ele ficou aflito em ver as dificuldades do Ben, mas foi bom saber que todos conseguiram chegar ao cume. Ele ficou pouco no topo e como estava só ele e o José a descida foi rápida.

Daqui em diante fiquei ansiosa e dando voltas do lado de fora na expectativas dos outros chegarem, do Ben chegar. Um par de horas mais tarde e vejo ao longe os 3 acenando. Visivelmente mais magros mas com um sorriso gigante.

Ben mal chega e se deita na barraca, está exausto. Fica todo empolgado me contando sobre as piores e melhores partes. Mais uma vez diz que o apoio de Kirk e Caleb foi essencial. Conta sobre a parte da subida na rocha e que se não fosse José vir e tirar seu crampons provavelmente teria gastado o triplo do tempo tentando se entender. Me disse que ficou apavorado num momento em que teve que andar numa pequena cresta bem no alto do Pequeño Alpamayo, que olhar para qualquer um dos lados só o fazia se sentir pior, a questão é que esse britânico tem medo de alturas e que naquele momento estava quase tendo um ataque de pânico. Passagem superada, chegada ao cume cansativa. Ele não conseguia parar de pensar que chegou lá mas que ainda tinha que voltar.

Foram 13 horas, +/- 1000 metros de altura, 4 barras de chocolates recheados, 2 litros de água, + de 5000kcal, tudo para isso para conseguir subir a primeira montanha.

Não vou mentir que no meu dia de espera não chorei, chorei sim, tentei lidar com a minha propria frustração. Foi duro pra mim ter que lidar com tudo isso sozinha. Ao final fiquei feliz sim, e orgulhosa de ver que ele conseguiu superar seu corpo e sua cabeça. A minha chance ainda virá, espero não ficar doente por mais dias.

Thanks to Casa de Pedra of São Paulo for your support! And thanks Augusto for the picture!

<—- Ascending the mountain

The guys helped calmed me down and I went on ahead with them securing me. It was now a scramble down a rock face about three metres wide, with crampons on  – something I had not done before. Fortunately, as I went down, José caught up with me and saw that I wasn’t a particularly happy chap. He asked if I had climbed with crampons on before and on receiving the negative answer, he took my crampons off and accompanied me down the rock face – something I was particularly grateful for considering my near panic after the thin pass.

Photo: Augusto Petacchi

We all got down the rock face eventually and now it was time to go up the slopes. Though much steeper than anything beforehand, it was relatively straightforward: using the ice axe to secure your upperbody and then a couple of steps up digging in the crampons, and then repeat this umpteen times until the top of the slope; another small platform to rest, then another steep slope. Straightforward, yes, but still extremely tiring – especially considering the altitude. The whole body just seeped away energy and everything seems in slow motion and takes so much longer than normal.

At the top, the views were beautiful, though I was too drained to really enjoy them. I probably managed a couple of pretty pathetic “wooos!” and just stayed sat down trying to recover my breath. Kirk, full of energy, stripped off down to his chest, much to the amusement of everyone on the peak. In the back of my mind I knew that we had to go back down the same way we had come, which meant crossing that horrible pass again. We must have stayed at the top for about twenty minutes or so, though we noted that dark clouds were forming over the summit – clouds which did not look like they boded well for climbers who would be stuck under them (we did meet a German and British climbing pair who were going to the summit an hour after we had got off it, and we hoped they would be okay).

Photo: Augusto Petacchi

In going back down… the first parts, the steep slopes, were very easy: Caleb belayed us down which meant we just needed to lean back with our full body weights, and enjoy the ride. Getting to the rock formation was straightforward. Unfortunately, José had already left and gone well ahead of us, so nobody was there to accompany me up. My rock climbing mindset from Casa de Pedra set in and slowly but surely I worked my way up. It is not the steepest climb in the world, and there are plenty of rocks to grab hold of, but the lack of security if one falls stayed in the back of the mind, and the falls to the side… would have consequences. Made it up and recovered my breath, and now for the hard part – the snow pass. Going down it was even worse than going up it as this time I was forced constantly to look at the falls. Onlookers who had already reached the other side looked on worriedly at the rookie crossing the pass.

Again, thankfully, no incidents and I managed to get across, pretty much by sitting down at some points and inching my way forward. My fear of heights (or fear of falling? interesting question – not sure exactly what, but ultimately it’s a fear!!!) pushed to the back by a very real need to concentrate. This was the last really challenging part of the climb and it lasted an eternity, and it must have looked like I was drunk once I had actually made it to the other side. Kirk was behind me, telling me to slow down as he was on the dangerous part and didn’t want me pulling him off! Fortunately I heard him, stopped and just sat down.

The weather really closed in when we were going back down the glacier and it began snowing quite heavily – by this time the two climbers we had met earlier would have been on the summit, and the hints of thunder in the air made us worry even more, though there was nothing we could do. We made our way down, knocking the snow out of our crampons and with me occasionally stumbling because of the fatigue. It was great getting off the glacier when we could take the crampons off, though it was even better an hour or so later when we eventually saw the tents of base camp with the mountain behind us completely obscured by cloud, and I saw Natalia there. We had made it.

A noite não foi como o esperado. Eu que estava o tempo todo me sentindo bem e confiante fui a vítima da vez do mal que  afetou quase todos. Não conseguia dormir com fortes cólicas estomacais, diarréia e uma forte sinusite. Sei que dar detalhes assim de minha doença não deve ser muito legal de ler mas escremos aqui para documentar o que esse projeto nos leva a conhecer e sofrer. Mas o problema só piorou mais a noite quando fui ir ao banheiro me deparei com o lado de fora da barrraca cheio de neve, nevava forte e foi um tanto difícil conseguir enxergar e andar. Apesar dos dias frios em Winnipeg nunca tive que andar sobre pedras para chegar em algum lugar. Na primeira ida etava tão confusa com o mar branco que surgiu a minha frente que cheguei a tomar a direção errada, depois me encontrei e consegui ir e voltar. Da segunda vez quase caí várias vezes escorregando a cada passo. As horas passaram e enquanto isso eu fui me esforçando o máximo para ficar bem.  Ao ouvir o grito de Hot drinks de Caleb cheguei a chorar frustrada, me sentia injustiçada por só agora ficar doente. O Bem começou a se arrumar e podia-se ouvir o movimento de todos lá fora. De repente ouço o grito de Caleb mais uma vez, dizendo que as condições do tempo não permitiam a nossa saída agora que iríamos tentar sair umas duas horas depois. Mais uma chance pra eu conseguir. As horas se passaram e nada de eu conseguir melhorar a pior parte eram as cólicas. Infelizmente para os demais, felizmente para mim, a saída foi cancelada e marcada  para a madrugada seguinte.

Dormi mais calma e tentei aquecer meu estômago para aliviar a dor. Manhã seguinte acordo com um convite para uma caminhada curta só pra aclimatar. Rejeito juntamete com Augusto, como ainda não estamos 100% decidimos ficar no acampamento e descansar. Ben, Kirk e Caleb saiem. Algumas horas depois ouço a voz alegre de José me perguntando se estou melhor se não seria hora de sair um pouco da barraca. Sigo seu conselho e encontro Augusto do lado de fora. Conversamos um bocado, na maior parte sobre o 360 Extremes. Ele fica me perguntando sobre o trajeto, os cursos e dando diversas ideias. A conversa foi boa porque pude esquecer um pouco. Comi um bagel, e papeamos mais. Alguns cochilos durante a tarde. E a maior parte dos sintomas passaram, as cólicas iam e voltavam, mas estava convencida que saíria e consegui subir com todos até o meu primeiro pico.

Mais ou menos 6 horas depois os outros finalmente chegaram. Sorridentes e empolgados, o motivo haviam subido o Pico Aústria para aclimatar, uma subida nada difícil mas que dá pra sentir a altitude de acordo com o Ben, ele fez questão de falar que só cnseguiu chegar ao topo com o suporte mental de Kirk que não o deixou voltar. Kirk, louco como é teve a capacidade de tirar a camiseta e ficar fazendo poses de alterofilista. Sempre fazendo graça virou um super parceiro para o Ben.

Chegaram cansados e com fome. Eu e o Augusto estávamos famintos e ficamos empolgados ao ouvir os planos de Caleb de hot drinks e jantar. Pena que no meio ele mudou de ideia e acabamos treinando técnicas de como andar e se comportar com a corda que nos mantém unidos. A essa hora vou confessar que nenhum de nós estava contente. O frio piorou, o vento aumentou e nos parecia idiotice ficar ali fora se desgastando ainda mais sendo que a noite seria puxada. Tentamos fazer tudo o mais rápido possível, e pela primeira vez pudemos ouvir uma reclamação da boca de Kirk. Ao terminar encontramos Caleb no fogão assando salames, crackers e queijo. Esse realmente não era o dia do Caleb, Augusto não come frituras e na minhas condições ta,bém não foi a melhor pedida.

Todos na cama cedo, e mais uma noite de expectativas, se o tempo deixar em poucas horas estaremos todos a caminha do pico que estamos com sede de conquistar desde o dia que entramos no avião.

Reaching the summit and descending the mountain —–>

After final preparations with more skills training on the afternoon after coming down from Austria, we went to bed in order to wake up at 1.30am to go up Pequeño Alpamayo. The reason we get up so early to go to the mountains rather than getting up during daylight hours is that it is much safer to complete the majority of the ascent when it is dark – once the sun is out, ice starts melting and things become a little less stable. Also, in these parts of the Andes, the weather has a habit of starting perfectly, and then turning bad in the afternoon as air from the rainforest rises… and the forecast for this day was for poor weather to come in after midday.

So it was; we woke up at 1am to get our stuff ready. Natalia was feeling better so we decided that she would give it a shot, and the weather was still, dry and completely clear – perfect conditions. Caleb called out for hot drinks and we had our cereal… headlamps on… and off we went. It was an hour or so hike along steadily higher terrain to the start of the glacier which we would ascend to begin the main assault on the peak. Unfortunately as we got closer to the glacier, Natalia’s stomach pains returned with aggression and she felt nauseous, so we thought that it would be best for her to go back. José went back with her, and carried her rucksack, which was a good job as later Natalia later commented that even with the headlamp it was very easy to lose the trail. We went on to the glacier, where we put on our crampons and linked into our rope team. I was with Kirk and Caleb, and when José got back (really, he has masses of energy and didn’t take long to catch up with us in spite of having been back to base camp!) he linked up with Augusto, who admitted that he felt pretty slow.

The glacier was straightforward. A gradual ascent, with no crevasses and no nasty falls. When we got to the top, it was sunrise and we could see the red light falling across the valley behind us as well as glowing on the snow on the peaks above us. The summit of Pequeño Alpamayo was not immediately visible. We still had to go up a number of other slopes until we got to see it. When the peak did reveal itself, however, both Kirk and I looked at it and just thought “wow”… it simply towered above us with steep 45-50 degree slopes leading up to it. The glacier itself had been nothing in comparison to what was to come and it was clear that we still had a lot of work to do.

As the sun rose and we moved onwards, we eventually got to a point where there was a snow platform from which we would have to traverse a narrow pass to climb a rock formation. It must have been about ten metres long with a steadily decreasing width to the thinnest part which was about couple of feet wide. On either side of these two feet were almost vertical falls going down for… I don’t know.. I guess a few hundred metres or so. Enough. Remembering how altitude has the effect of making things go much slower, this was not good, and with my not having the greatest head in the world for heights, this was not something that looked particularly enjoyable to me. Rock climbing is different – you are generally protected against the falls. With this, I was in a rope team with two other people and if I fell, I would have to depend on their reflexes to secure themselves with ice-axes to stop the whole team from falling. With these thoughts in my mind, the pass was simply terrifying for me. Augusto later commented that he had his heart in his mouth when he saw me going over it, with there being a bit too much slack on the rope and it getting tangled in my crampons. By the time I did get across and join Kirk and Caleb on the other side on the rocks, I was almost hyperventilating… but I managed it.

Reaching the summit and descending the mountain —–>

Todo mundo por aqui deve saber que nós nunca estivemos numa montanha, logo nunca enfrentamos os perigos que existem ali. Por isso o terceiro dia foi um dia de se aprender. Também não queríamos forçar os que estavam doente e mesmo Augusto ainda não estava 100%. Acordamos umas oito da manhã, nos reunimos para um chá quente e cereal. Demos uma caminhada pelo lago, brincamos com um estilingue boiviano que Kirk tinha comprado no primeiro dia. Depois nos reunimos para treinar tipos de nós. Os principais foram: oito – o nó mais usado no montanhismo e também na escalada da rocha, “eight in a bite” , prusik, clover, fishmen, e outros mais. Aprendemos onde deve ficar a sua ancora, o texas kick, o prusik de segurança, e como deixar sua cadeirinha mais segura com carabinas no seguro.

Como não temos fotos e esse monte de nome de no deve parecer grego, segue um vídeo mostrando como se fazer esses e outros nós tão importantes para o escalador:

Depois aprendemos que em caso de queda numa crevasse o certo é deixar os pés longe das paredes, porque o crampon pode segurar bruscamente e você acabar girando o corpo, não se deve soltar o ice axe e assim que possível craválo com as duas mãos na parede usando-o como breque, entendido isso depois de compreendido o posicionamento fomos para a rocha para aprender como sair de dentro da crevasse, subindo com a ajuda do texas kick.

Vídeo demonstrando o uso do Texas kick:

Fomos até uma rocha velha e que me dava medo só de olhar a cada agarrada as pedras se soltavam. Mas de acordo com o Caleb era segura se pendurar na corda e se içar até mais ou menos 10 metros do chão. O primeiro a tentar foi Augusto, que por ter uma cadeirinha de fita simples, não conseguiu nem sair do chão, falando português claro, as fitas amassavam as bolas dele. Desistiu e foi a vez do Ben que teve um pouquinho de dificuldade no começo, é complicado se equilibar e tentar se sustentar tão perto do chão, mas ele conseguiu, dificuldades na descida também superadas, chegou a vez de Kirk que tinha uma cadeirinha parecida com a de nosso parceiro italiano mas o nosso super homem não teve problemas, até brincou com o aperto na virilha. Finalmente chegou minha vez, por causa do vento forte estava com um pouco de sinusite mas me esforcei e encarei a tarefa, todos dando o suporte e falando que eu etava indo muito bem, fui subindo, subindo e subindo até que Caleb riu e perguntou quando eu ia começar a descer, dei graças por poder começar a descida. Treino terminado hora de voltar ao acampamento, com a sinusite mais forte e os ventos também a volta não foi das mais agradáveis. Chegando no acampamento vesti uma touca e me enfiei dentro da barraca não saindo nem pra comer. De lá pude ouvir eles combinando a nossa primeira saída para a montanha, às 2h30 da manhã começariamos a caminhada sentido ao Pequeño Alpamayo. Comemos um macarrão e dormimos ansiosos.

Illimani – one of our objectives – a tremendous backdrop to the city of La Paz

So yes, less than three days to go till we leave São Paulo! Our excitement is growing – this will be a major first for us. The first time to Bolivia; the first time on a big mountaineering expedition; the first time going over 6,000 metres… feelings of anxiety, excitement, worry… nervousness… all setting in! Have we done enough training to be able to deal with the challenges ahead? How will we cope with the climbing in the snow? Carrying the heavy rucksacks? How will we be able to cope with the altitude (La Paz is around 4,000 metres, and the body starts feeling the effects of altitude at about 2,100 metres)? The amount of oxygen in the air at 5,000 metres is about half what it is at sea-level…

Well, we believe we have done enough and are in good enough shape for this training project (training for a training expedition… sounds strange, doesn’t it..?! but we are taking this all very seriously and everything needs to be trained for!). And what we will be doing over the next few weeks will be exciting. Traversing glaciers; setting out at midnight for summit attempts; climbing some of the most beautiful mountains in the Andes… a lot to learn and a lot to look forward to!

So, here is a basic overview of our itinerary for the month – an itinerary that should allow us good time to provide updates on the site and indeed, we should have plenty of great stories from the expedition!

  • Days 1-3: Settling in to La Paz and acclimitising to the altitude
  • Days 4-6: To Salar de Uyuni and the salt flats
  • Days 7-10: Back to La Paz and hikes at Tiwinaku (one of Bolivia’s most important archaeological sites) and Isla Surique on Lake Titicaca
  • Day 11: To our first base camp near Lake Tuni Condorini (4,500 metres / 15,000 feet)
  • Day 12: Further acclimitisation hiking to 4,875 metres (16,000 feet) at the glacier terminus
  • Day 13: Reviewing skills and preparation for ascent of Ilusion
  • Day 14: Climb over a heavily crevassed glacier and steep snow ridges to the Ilusion peak
  • Day 15: Summit attempt of Pequeno Alpamayo, from where (hopefully!) we should have some fantastic views Huayna Potosi, the first major objective
  • Day 16: Hiking and return to rest at La Paz
  • Day 17: Relaxing in La Paz
  • Day 18: To our Huayna Potosi base camp at 4,785 metres (15,700 feet)
  • Day 19: Climbing all day to high camp at 5,600 metres (18,400 feet)
  • Day 20: Up at midnight for our Huayna Potosi summit attempt, over glaciers, through ice falls and around crevasses for over eight hours to the peak at 6,088 metres (19,974 feet)
  • Day 21: Resting
  • Day 22: To Illimani base camp, near Pinaya village, at 4,420 metres (14,500 feet)
  • Day 23: To Camp I at 5,090 metres (16,700 feet)
  • Day 24: Scrambling over rock to High Camp at 5,600 metres (18,372 feet)
  • Day 25: Summit day on Illimani! Going along crevassed glaciers and slopes of 30-40degrees to the summit ridge and reaching the top at 6,438 metres (21,122 feet) – the highest mountain in the Cordilleira Real and second highest peak in Bolivia! Should be quite a view!
  • Day 26: an optional summit/weather day
  • Day 27: Return to La Paz
  • Day 28: Back to Sao Paulo
  • Day 29: Back to work and back to planning!!