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Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Chove lá fora mas para os apaixonados por esporte ou querem aproveitar o dia fazendo algo diferente não precisam usar a chuva de desculpa.

A Casa de Pedra estára aberta hoje e amanhã das 14h às 20H, com diversas vias e tipos de escalada indoor, slackline, boulder e toda uma estrutura para os iniciantes ou crianças.

Se você nunca escalou também pode ir e contar com a ajuda dos instrutores e frequentadores da casa que sempre vão dar dicas e te motivar a alcançar o topo.

Para mais informações entra no site e confira: http://www.escaladaindoor.com.br/planos

Casa de Pedra

Tel. +55 11 3875-1521 / 3873-8178
Rua Venâncio Aires, 31 – Água Branca, CEP 05024-030, São Paulo, SP
(próximo ao Parque Antártica)
Horários: Aberta de segunda a sexta das 16:00 as 23:00hs. Sábados, domingos e feriados das 14:00 as 20:00hs.

Food shopping

Ontem divulguei aqui o passeio oferecido pela Kaiporah esse final de semana, englobando bike e escalada. Já escrevi aqui antes como acredito que esses dois esportes são parceiros e em como vejo cada vez mais ciclistas na Casa de Pedra e mais escaladores se aliando a bike para manter o condicionamento físico em dia.

Por isso hoje vou dar uma dica e falar um pouco da importância de uma alimentação adequeada para quem pratica essas modalidades e quer alcançar um bom desempenho nos treinos.

NewFoodPyramid1Por se tratarem de modalidades onde os treinos são de longa duração e com variados graus de dificuldade, intensidade e serem praticados outdoor as refeições devem ser constituídas em maior proporção por carboidratos e a ingestão de liquidos deve ser constante. Carboidratos de baixo a médio índice glicêmico (ex.:batata doce, granola, biscoito integral, maçã, morango) são as opção mais recomendadas por fornecerem energia de forma gradual, evitando os picos glicêmicos. Os alimentos antioxidantes (ex.: frutas vermelhas, frutas cítricas, verduras escuras, siga o princípio de quanto mais colorido melhor) ajudam na redução de radicais livres.

Na noite anterior a saída para rocha ou pedal deve se evitar alimentos ricos em lipídeos (ex.: molhos, biscoitos recheados, maionese) e proteínas, que são mais difíceis de ser digeridas e podem assim gerar desconforto; fibras por acelerarem o processo intestinal e a cafeína por ser diurética te faz perder liquidos mais rápido e podendo levar até mesmo a desidratação. Os doces e alimentos cheios de açúcar, e que a maioria dos ciclistas tem como queridinhos em suas mochilas e bagageiros fornecem uma energia não efetiva, ela leva o corpo a um pico no indíce glicêmico o que te dá a sensação de energia, mas essa energia dura pouco tempo, o que na maioria das vezes te faz consumir muito mais colorias e açúcar necessário.

Suco de beterraba com laranja antes de pedalar!

Suco de beterraba com laranja antes de pedalar!

Viu se alimentar não é tão fácil quanto você pensa, e perder peso nem sempre é sinônimo de estar fazendo o certo, afinal de contas a perda rápida pode estar relacionada à desidratação e à perda de massa magra, sendo que a busca sempre é pelo aumento de massa magra e não a redução, e isso só é possível com a dieta certa você. Mas dieta certa não é dieta de revista ou a dieta do amigo por que cada pessoa tem seu organismo e seu metabolismo por isso nós do 360 Extremes contamos com a ajuda de uma nutricionista. Com a Dra. Isabella Alencar nós aprendemos a escolher melhor o que comer no dia-a-dia e durante os treinos e com isso ganhamos muito: perda de peso gordo e aumento de peso magro, maior disposição, melhor desempenho em dias longos, recuperação de músculos mais rápida e diminuição de cansaço nas horas seguintes a prática.

Pra quem quer suar a camisa

Posted: April 11, 2013 by Natália Almeida in Climbing, Cycling, Environment
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Olá Galera !!!
Que tal um  final de semana recheado de aventuras, esporte e um pouco do sossego do interior Paulista?
Pra quem curte Escalada, mountain bike e quer sentir a adrenalina subir numa mega tirolessa fica a dica do passeio oferecido pela Kaiporahsaida-Pedrabela-tiro-bike:
Dia 27 e 28/04 – Pedra Bela – SP
ESCALADA EM ROCHA – MOUNTAIN BIKE – MEGA TIROLESA
Sábado – 8h – Mega Tirolesa – 1.9km de distância cortando os vales da cidade …
               14h – Trilha de mountain bike – 35 km com altimetria intermediária em um cenário lindo com acesso a cachoeira (onde pararemos para um lanche).
Domingo – 9h – Escalada em rocha – 6 horas de atividades para totais iniciantes…
Incluso – Hospedagem em pousada com café da manhã.
               Para a trilha de mountain bike, carro de apoio com hidratação e alimentação.
               Lanches e equipamentos para escalada.
               Seguro.
Aos interessados, entre em contato com o pessoal da Kaiporah www.kaiporah.eco.br.

Satisfação total!

Como eu já disse viver na capital paulistana nem sempre é fácil, por isso a busca por lazer e uma vida saudável é interminável e um tanto desafiadora. Pedalar aos finais de semana para a praia ou interior é muito bom, mas para aqueles que tem sede por mais e mais, o jeito é incluir outros esportes. E as vantagens de diversificar as suas atividades esportivas não param só em te dar opções mas também previnem contusões e tendinites. Por exercitar diferentes  músculos com outros  movimentos gera um fortalecimento mais completo. A musculação sempre deixada de lado por aqueles que não buscam ficar bombados é essencial para uma evolução em qualquer esporte além de dar suporte para os ligamentos e articulações. Nós que precisamos estar com o corpo e a mente prontos para qualquer coisa já que esse projeto vai nos levar ao limite, ficamos cada vez mais versáteis e buscando treinos e atividades que nos ajudem. E foi por isso que começamos a escalar. A escalada é uma ótima dica para aqueles que buscam um corpo forte, alongado e maleável. Por trabalhar flexibilidade, resistência e força do corpo todo é um esporte mais que completo, sem falar da melhora na auto-estima, concentração e resistência mental.

Paulista - Va de BikeHoje mais do que nunca percebo como o mundo da bike e da rocha andam cada dia mais perto um do outro. Afinal de contas nada mais gostoso do que cair na estrada em cima da magrela, chegar no meio da natureza em algum cantinho razoavelmente perto da capital e escalar na rocha. Lá de cima ver a vista e pensar que conquistou não só quilômetros mas também “alturas”. Essa proximidade vejo pelos que estão a minha volta, a quantidade de gente indo e voltando da Casa de Pedra de bike aumenta mais e mais, hoje são organizadas pedaladas as quintas e até rola uns pedais longos de final de semana, na CP alunos novos são frutos invertidos, ciclistas que vão lá ver qual é a boa das agarras e paredões. Esse crescimento de ambos dos esporte é animador, e até dá um tanto de orgulho ver o rumo que as pessoas estão pegando. Na Europa o uso de bike e escalada como lazer e meio de se manter em forma já é antigo, e tenho certeza que um dos fatores por grande parte da postura aventureira, da consciência ambiental e da maneira de lidar com coisas ligadas a melhora da qualidade de vida sejam tão enraizadas.

Para pedalar existem diversos grupos no face, em blogs, bicicletaria e bairros da cidade que te ajudam a iniciar a prática já a escalada parece mais distante, por isso hoje vim aqui mostrar que não é tão difícil começar a escalar, muito menos ir atrás de experimentar. Treino de Equilibrio - Slackline

Caso você queira tentar a primeira vez num ginásio com diversos níveis de dificuldades e segmentos do esporte sugerimos a Casa de Pedra que fica pertinho do metro Barra Funda. Além de ser o maior ginásio de escalada esportiva do país com paredes de até 14m de altura e mais de 100 vias de escalada guiada, top rope e boulder você ainda conta com uma estrutura completa de musculação. É possível ir um dia só para conferir ou fazer um plano mensal, dá uma olhadinha no site ou passa lá e conversa na recepção.

Casa de Pedra climbing gym, São Paulo

Casa de Pedra, São Paulo

Para aqueles viciados em esporte na natureza, e não querem nem passar perto de uma academia, indicamos a Kaiporah uma agência de esporte de aventura que nasceu justamente para ajudar ao acesso a esportes como: bike, yoga, trekking e claro escalada. Todo mês são programadas diversas saídas para as rochas no interior que cerca a cidade de São Paulo. As vias normalmente tem de diversos níveis de dificuldade e eles fornecem todo o equipamento de segurança, lanches super saudáveis e instrutores super experientes que vão te ajudar a superar os obstáculos e conquistar o cume.

Esse domingo caso você queira ir conferir vai rolar uma saída para o Guarujá no Morro do Maluf com vias muito boas para iniciantes e intermediários, caso queira saber mais informações dá uma perguntada lá na pagina deles Kaiporah.

Acho que no meu último post não deixei claro uma coisa: o que é um 7a?

Para responder isso eu tenho que voltar lá no começo.

Por aqui vocês puderam acompanhar todas as nossas impressões e evolução nesses 6 meses de escalada. Lembram que de início não existiam níveis ou vias e ao olhar para uma parede qualquer agarra era A agarra. Com o tempo passamos a respeitar as cores e vias o que nos exigia um melhor posicionamento. E assim sozinhos fomos absorvendo maneiras novas de se colocar, e assim saímos do quarto para o quinto grau. Não vou mentir dizendo que essa transição foi um exemplo de superação, porque não foi. Foi o mais simples e instintivo possível. Na época serviu de m

otivação.

O quinto foi um pouco mais desafiador, nos exigia maior concentração e nos deu uma gama de movimentos muito maior. A partir daqui já estávamos contando com a ajuda do Fábio, que nos ajudou a entender movimentos como o flag, gancho, jump… Por que aqui estávamos viciados a virar o corpo o que dificultava a ler e entender a via. Então a evolução do quinto para um quinto sup foi mais suada. Aqui aprendemos que não é porque uma via é de dificuldade maior que então precisamos virar mais. Às vezes a via pede de você uma subida de frente, que nem sempre a subida vai parecer um ballet.

Conquistar um quinto sup sim é uma delícia. Aqui cada via é um desafio, cada via um aprendizado.

Foi numa dessas que eu perdi o controle psicológico e chorei, gritei e chutei a parede como se a culpa fosse dela de eu não ter conseguido chegar ao topo. Com isso aprendi como é importante para o escalador auto-controle. Equilíbrio e consciência são as chaves de uma boa escalada. Equilíbrio para exigir de sí mais sem criar um stress ou uma frutração. Equilíbrio na hora de dar um impulso. Equilíbrio emocional para lidar com as quedas e ainda assim voltar com calma para tentar o movimento novamente. Consciência em cada movimento, consciência de saber a hora de parar. Consciência para entender que você pode descer da via que mais tarde ela vai estar ali te esperando. Essas duas características são treináveis e isso é um trabalho de auto-conhecimento antes de qualquer coisa.

Hoje na Casa de Pedra estamos treinando em vias de sexto grau. E agora mais do que nunca é um desafio mental. Precisamos melhorar nossa visão, estudar a via do chão nunca foi tão essencial, e esse estudo é realmente o nosso ponto fraco. Identificar o crux e saber administrar a força e a energia é o que define a conclusão da via. Sei que vou descobrindo a via enquanto faço, e sei que com isso acabo perdendo a agarra boa na minha cara e optando por um reglete que está lá em cima. Por causa de um move “burro” acabo gastando uma força desnecessária e chego ao crux cansada e exausta. Desisto da via e no chão entendo meu erro.

Eu sempre digo que o gostoso da escalada é ser um esporte de superação pessoal, e a essa altura o nível de inteligência nas escolhas, o nível de força e equilíbrio mental são tão altos que aqui é a hora que você vai saber se você é ou não é da escalada. Porque aqui você tem duas opções ou se frustrar de tal maneira e abandonar a prática ou se encantar ainda mais e querer estudar e treinar mais e mais. Pra mim a dificuldade do sexto ou um sexto sup tornou o desafio ainda mais gostoso.

Agora, a grande pergunta O que é um 7A?

Um 7a pra nós a essa altura é uma prova de que estamos no caminho certo. Nesse nível a via exige de você um domínio de tudo acima.Você precisa ser calmo, escolher cada pé e mão já pensando no próximo move, porque aqui mais do que nunca o movimento não é isolado e a sabedoria em escolher bem é o que vai te ajudar a administrar a energia.

Ao fim apesar de cansado você tem aquele gostinho de quero mais, de ser super herói, de conquistar mesmo um pedacinho de rocha e essa rocha é o melhor lugar do mundo. Ao terminar você senta e observa a paisagem do topo e não consegue pensar em nada, os pés doem sim, mas é uma dor que não incomoda, ela é simplesmente a comprovação de nossa determinação e dedicação.

Esse 7A é muito importante, e pra ser sincera mais importante ainda quando pensamos que fomos os únicos a concluí-lo sem “roubar”, eu ainda me cobro por uma hora ter segurado na costura para ajeitar minhas mãos, mas o Ben foi demais, se mostrou incansável e conquistou cada pedacinho da via sem precisar ser erguido ou se puxar nas costuras.


Fomos pra rocha a primeira vez há mais ou menos 2 meses atrás,  depois disso  tivemos a oportunidade de irmos mês passado, mas por um desencontro acabamos ficando em Sampa.

Domingo passado fomos  para Salesópolis mais uma vez desafiar a pedra.

Foi um dia de muito aprendizado, a comecar pelo clima.

Foto: Lucas do Nascimento

Encontramos o grupo na Casa de Pedra às 7h30 da manhã, nos dividimoss nos carros disponíveis e partimos. Foram 110km e 2 horas de asfalto e estradas de terra, no caminho muita chuva e garoa, nada de sol.

No carro íamos pensando que provavelmente a escalada não rolaria mas seguimos em frente até chegar na casa da galera da Kaiporah.

Todo mundo pegando as coisas e notava-se no rostos de todos a ansiedade de escalar e o receio de cancelarem a atividade.

Subimos ao pé da rocha, ouvimos uma palstra do Fabio sobre os cuidados e perigos e depois cada um pegou uma via.

O Ben foi logo na segunda mais complicada. O crux (parte mais difícil) ficava bem no comeco da via. Acredito que a pedra úmida aumentava as dificuldades, mas ele ficou lá, não desistiu. Depois de 30 minutos, um joelho ralado e as posntas dos dedos cortada ele passou o crux e depois disso virou um passeio.

Minha vez, eu comecei  por uma via não tão difícil e pra ser sincera só me deparei com uma dificuldade na quinta via, que por um acaso foi essa que o Ben comecou.  Eu fiquei também uma meia hora e nada, eu estava quase desistindo quando o Fabio e o Mineiro resolveram me ajudar.

Eles me ensinaram a subir no “batman”:

A ideia é a mesma do começo desse video, e na verdade apesar de ser considerada uma roubadinha eu gostei muito de ter aprendido. Mesmo assim não consegui mandar a via inteira, porque estava muito encharcado e em aguns trechos formaram poças que não permitiam a aderência dos pês.

Para o Ben  a via mais difícil foi a mias difícil mesmo, uma 5 grau que exigia posições de mãos e muita força das pernas para conseguir passar o crux.

Ele gastou mais uns 40 minutos para passar o crux, passando isso teve que desistir por causa da rocha encharcada e da falta de força nas pernas.

Em um determinado momento as pernas dele tremiam muito, o Fabio comçou a falar que o Ben “recebeu” o Elvis, as pernas dele tremiam tanto que até parecia a dança do rei do Rock.

Ao fim do dia cada um não mandou uma das vias e desceu para a casa com aquela vontade de voltar em breve.

Dicas

Se você quiser experimentar escalada na rocha entre em contato com o pessoal da Kaiporah e converse com eles sobre os próximos passeios. O e-mail deles é kaiporahescalada@gmail.com

Foto: Lucas do Nascimento

Foto: Tatiana Pedra

Foto: Tatiana Pedra

Foto: Tatiana Pedra

Eu sei, eu sei estou devendo o vídeo da trilha, mas prometo que até domingo está no ar. Mas vocês tem que entender que a rotina é corrida e apertada. 

Todos os dias acordamos cedo, enquanto um toma banho o outro prepara o café da manhã caprichado com um suco diferente a cada dia, sanduíche de rucula e mostarda ou tapioca com manteiga, e uma fruta com granola e mel… Sem dizer que tem dias que nos inspiramos e sai umas panqueca!

Depois cada qual pro seu trabalho, eu saio da produtora umas 18h,e ultimamente tenho ido andando ou pegado carona até perto da Casa de Pedra, aí vocês já sabem sobe sobe, desce desce, escala aqui e atravessa lá, acabamos saindo da academia às 23h, pegamos o ónibus e caminho de casa, as vezes passamos no mercado pra comprar coisas que faltam, chegando em casa é fazer a jantinha leve, conversar sore o projeto e escrever o post do dia seguinte.

Resumindo a nossa vida: dormimos +/- 7 horas, trabalhamos 9h, malhamos 4h, e o resto do tempo é no trânsito ou comendo. Logo, tempo pra editar chegando em casa anda raro, mas esse sábado dou um jeito nisso.

Hoje na academia foi um dia daqueles, Yoga uma torturirinha básica pra variar, no fim da aula eu sempre acho que o Ben vai me falar que não quer mais, mas por mais ridículo que ele ache ele não desiste. Além da Yoga  treinamento com o Fábio, e hoje dividimos a aula com a Rita – uma aluna da Casa de Pedra.

Escalamos e desescalamos o que mais uma vez se mostrou um bom treinamento, o Ben melhorou muito, dessa vez ele acabava as vias mas ainda parecia com energia pra fazer mais coisa, fizemos uma travessia fácil, mas tínhamos que ficar 5 segundos em cada posição de braço e encontrar posições de descanso e depois fizemos um jogo de memória de posições, cada um fazia 3 exercício mais os próximos 3 que a pessoa anterior tinha feito. Achei muito divertido e bom pra nos fazer pensar um pouco na parede e melhorar posicionamento de pés e mãos. 

Amanhã tem mais escalada, mas a novidade da semana e o motivador é nossa segunda saída pra rocha, será domingo, iremos pra Salesópolis. E dizem que o lugar é bem bonito com uma represa em frente a pedra. 

Não vejo a hora de chegar domingo!! 

Tinha uma rocha no meu caminho!

Posted: February 7, 2012 by Natália Almeida in Climbing, Português, Training
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Domingo chegou e finalmente vou saber o que é a tal rocha… Rocha essa que me faz treinar todos os dias na Casa de Pedra…

Para isso tivemos que acordar às 6am se trocar super rápido, comer algo na padoca e ir para a academia. De lá saímos, um grupo de +/- 16 pessoas, formado por uma maioria principiante e alguns experts.

Depois de 1h30 de viagem chegamos a Pedra Bela, a cidade parece bem pequena e a rocha de longe também. Chegando lá, já vemos o Mineiro em cima de uma via, e pelo que eu entendi ele estava montando ela. Cada um com seu parceiro, suas sapatilhas e cadeirinha e claro capacete, pra quem tá subindo não quebrar a cabeça e pra quem está embaixo não receber pedradas…

As minhas duas primeiras vias foram fáceis e na minha opinião muito importantes para depois ir fazer as outras que viriam pela frente, pra quem prestou atenção nas duas primeiras deu pra ver que as pegadas nessa rocha eram bem diferentes das paredes da academia. Aqui qualquer pontinha pra fora vira apoio para as mãos e pés, e confesso que é bem difícil confiar jogar seu peso todo sobre seus pés, e depois ainda forçar a perna sobre esses micros cristais.

Eu encontrei bastante dificuldade  no começo de uma via, o que me rendeu cortes e arranhões nos joelhos e cotovelos, mas cair é sempre bom, ainda mais pra aprender como cair, ali já descobri que na hora que escorregar a melhor coisa é jogar o corpo pra trás pra não se esfolar toda. Passando o começo tudo se mostrou mais claro, ainda difícil mas eu conseguia enxergar as agarras e pisadas.

Do outro lado da rocha fiz mais duas vias, uma eu achei que não ia conseguir pensei em desistir mas os gritos no chão me ajudaram a continuar, agora entendi porque a torcida é tão importante nos jogos de futebol, como não dar um pouco mais de si com um monte de gente gritando pra você, isso faz a gente acreditar que é possível, e no meu caso foi mesmo. Venci essa via, essa era a sensação!

No total fiz 8 das 9 vias armadas, o único arrependimento foi não ter tentado essa nona, e olha que essa ainda tinha um ninho de passarinho no caminho para motivar…

Mas certeza que terei outra oportunidade. Depois de ir uma vez queria ir toda hora, nada como um bom desafio.

Para quem quiser saber mais sobre Pedra Bela