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A cada semana um novo desafio. No último domingo as dificuldades foram além das subidas e descidas. Para o desafio do Solo Sagrado virar o do Rio Grande da Serra você teria que multiplicar as ladeiras por 30, as avenidas com alto fluxo de ônibus por 10 e ainda por cima adicionar muita estrada de terra e pedra solta. Em contra partida as paisagens eram lindas e a Ilha do Bororé surpreendente.

Como sempre a saída estava marcada na estação Vila Olímpia só que dessa vez às 7h30. Acordar cedo é sempre o problema ainda mais depois de uma semana puxada. Fomos pedalando até a estação e no caminho paramos numa padaria para comer um bauru e beber um suco de laranja.
A pedalada para a estação não tem mais nenhum segredo e levamos 20 minutos, chegamos lá no horário exato e já tinha uma galera reunida. Todo mundo se preparando e papeando.

Encontro na CicloviaEncontramos o Paulo, e estávamos os 3 super empolgados com o trajeto e também por essa primeira experiência em equipe. De início seguimos juntos, na frente, pedalando e papeando e mantendo o mesmo ritmo. Na ciclovia fomos rápidos, ali eu me sinto segura pra ir numa velocidade maior, e o cheiro é um incentivo para sair logo dali.
Ao fim da ciclovia já enfrentamos uma subidinha cabrera no Grajaú. Eu infelizmente não consegui terminar em cima da bike mas foi por muito pouco. Não demorou muito chegaram outras subidas e descidas no bairro e o caminho até a balsa já foi bem cansativo. As subidas depois foram ficando fáceis e as descidas tensas, ainda mais com tanta lotação. As lotações se mostraram menos cuidadosas com os ciclista, num certo momento uma quase me derruba a sorte foi um carro estacionado onde pude me apoiar. Xinguei e gritei horrores, o motorista que ainda estava no carro me olhou assustado com a minha reação e só tive tempo de me desculpar e seguir pedalando. Porém aqui optei em ir pela calçada bem devagar.

Pegamos a primeira balsa e todos continuavam empolgados, deu pra notar que algumas pessoas já haviam desistido, mas o começo realmente não havia sido fácil. Do outro lado do rio uma nova paisagem, um novo clima e até parecia um novo ar. A mata atlântica por toda Igreja na Ilha do Bororeparte e a cidadela um verdadeiro encanto, uma igrejinha antiga onde estava tendo uma missa, gente sentada na rede e uma calmaria. Parecia que estávamos a quilômetros de distância da capital e pelo contrário ainda estávamos nela.

O charme da ilha nos distraia e tornava tudo mais agradável. as subidas não me assustavam e as descidas já estava começando a me habituar a pressão certo dos freios. Mais uma balsa e tudo vai ficando mais insólito, mais distante. Não há vestígios da metrópole, e o simples respirar já me acalma. Nesse trecho o asfalto dá ugar a terra batida, a primeira subida já faz diversos ciclistas descerem de suas bikes e subir empurrando, eu fui com cuidado e devagarzinho. Consegui!

No topo uma padaria comunitária é a parada obrigatório pra quem quer comer ou beber alguma coisa.

Daqui pra frente muita coisa aconteceu, mas isso eu vou contar no próximo post!

Agradeço desde já as fotos da galera do pedal!

A noite não é como o esperado, primeiro acordo com o quarto super quente e seco. Bebo água, e molho uma camiseta e coloco na cabiceira da cama, de nada adianta. Ben também acorda com o mesmo problema, abro a janela. Ele volta a dormir mas pra mim era só o começo do desconforto. Cólicas estomacais voltam e a noite vira um pesadelo. Molho a minha camiseta e coloco a camiseta sobre ela, quem sabe assim quando respiro fica melhor e na verdade deu uma mehorada sim. Algum tempo depois as cólicas se transformam em mais uma vez diarréia. E pronto já não durmo e as seguidas idas ao banheiro acorda o Ben, que fica aflito. Ligamos para Caleb às 8am e pedimos para adiarmos a ida para o dia seguinte, ele diz que tudo bem, vem ao quarto com uma garrafa de água e remédios. O dia foi de descanso, muita água e de comidas leves. Em nossos rostos era possível ver que estamos tentando lidar com a possibilidade de eu ficar aqui, e além disso temos que lidar com a frustração que aumenta ainda mais de eu ainda não ter conseguido ir ao topo de uma montanha. Chorar não é a solução mas é a única coisa que alívia um pouco o coração apertado.

Com o passar dos dias pareço estar um pouco melhor, e voltamos a nos animar. Amanhã será o dia, amanhã saíremos daqui para o acampamento base e eu vou estar bem, vou conseguir, o pensamento segue assim, e na hora de dormir até me atrevo a tomar um remédio para controlar meu intestino. Durmo aflita porque sei que amanhã não posso decepcionar, e peço para meu corpo ser forte pelo menos nos próximos 5 dias.

Acordamos cedo, descemos as malas e fomos tomar um café da manhã. Enquanto o Ben se esbalda com torradas e ovos, eu tento ser o mais leve e neutro possível. 2 Torradas com manteiga, um copo de leite quente e litros e litros de água. José chega e é era de partir, a viagem de La Paz ao povoado de Pinaya é de +/- 4 horas, as condições das estradas são péssimas, a via de terra e pedras soltas é estreita, diversas curvas super-fechadas e encontros sem aviso de carros vindo do outro sentido. O precipício do lado direito aumenta a aflição, Ben chega a suar olhando a queda que fica a poucos centímetros das rodas de nosso carro. Chegar a Pinaya é mais que um alívio. Lá comemos um sanduíche de pasta de amendoim e geleia e fechamos 2 burros para carregar as coisas até o acampamento base.

Começamos a trilha, o lugar é muito bonito, passamos por diversas casas e cholitas puxando ovelhas, por aqui tudo é muito verde e quente. A medida que vamos subindo o calor vai diminuindo e o vento aumentando. Por mais resistente que eu tente ser meu corpo começa a entrar em colapso, o estomago dói e se revira. Mais uma vez é difícil respirar e manter o ritmo. Todos começam a reparar que estou ficando mais lenta e ofegante, e minha cara de desconforto demonstra que algo está me afetando. De início respondo que tudo está bem quando me perguntam, mas a revira-volta no meu estomago me obriga a confessar que não estou 100%. Diminuímos o ritmo mas seguimos em frente, quando a dor piora paro, sento e espero passar. Depois seguimos mais adiante. Começo a ficar brava porque não sei se mais uma vez fiz a escolha certa, minha cabeça segue com diversas questionamentos que a cada minuto penso em respostas diferentes. A todo instante José nos dá uma previsão de quanto tempo ainda falta sempre diz a mesma frase ” A esse passo mais ou menos 2 horas”. A verdade é que essa trilha normalmente leva entre 2 a 3 horas, e nós levamos umas 5 horas.

Ao chegar no acampamento, me deito sobre uma pedra que está no sol e me aqueço um pouco ali. Os outros vão olhar as coisas deixadas ao lado das barracas que já estavam armadas. Ben vem me checar e me chama para ir deitar um pouco.

A tarde e a noite no acampamento base promete ser tensa, enquanto Caleb e José conversam sobre o dia seguinte, eu e Ben estamos aflitos na nossa barraca.

<— Serra da Canastra: Dia 01

O segundo dia foi menos cansativo. Fechamos um passeio com guia na Central de Turismo (37 3433-1641) com a Dani. Às 9 am saímos de lá com mais dois casais e o nosso guia o Boca. O Passeio dura o dia todo então se esqueça de levar lanches e água pra aguentar o dia. Dentro do Parque da Serra da Canastra não existe lanchonetes ou conveniências então saia despreparado. Outra coisa boa de se falar é que é cobrada a taca de R$6,50 por pessoa para entrar no parque e essa taxa não está inclusa no passeio fechado com a Central de Turismo.

Da caçamba do jipe pode mos ficar de pé e observar os animais de cima. No caminho até a nascente do Rio São Francisco – nossa primeira parada – vimos muitos caracará, corujas toucadeiras, águias cinzentas e siriemas.

O Boca tem olhos de águia e ia nos avisando de tudo. Ao passar pelos campos abertos ele parava o carro e apontava para os veados campeiros, parava e apontava os caracará do outro, assim seguimos a viagem a procura de tamanduás, lobos guará, coatis, emas e outros animais.

Ao chegar na primeira cachoeira descemos do carro e fizemos uma trilha bem curta que nos dava diferentes pontos de vista, estávamos na Casca d’Anta parte alta. Ao fim da trilha chegamos em um mirante onde é possível ver muito longe e a vista é muito bela. Lá o Boca falou pra eu deitar sobre uma pedra pra ver a queda da cachoeira. A altura é incrível, são 186 metros de altura  Depois de tirar uma foto à la SuperMan, desci a trilha e fui mergulhar um pouco nas piscinas que se formam. A água é gelada mas relaxante. Algo com o clima todo do lugar que mesmo na correria da viagem de dois dias me sentia relaxada como há tempos não me sentia.

Ao sairmos da cachoeira para ir para o jipe para a próxima parada vejo  o Boca acenando e nos chamando com pressa. Ele apontava para a direita e eu já imaginei que devia ter algum tamanduá por ali… Corremos eu e o Ben, e ao chegar onde o Boca apontou vemos uma família de patos mergulhões, essa é uma espécie que está em extinção, onde o total de indivíduos tem diminuído de forma rápida devido a poluição pluvial, estima-se que a população atual seja de menos de 250 patos. Uma pena só termos tirado fotos de longe.

Próxima parada foi a Cachoeira dos Rolinhos parte alta, aqui é irresistível não entrar na água. A cachoeira forma verdadeiras hidromassagens naturais. E todas as quedas são muito gostosas de se banhar. Atravessando a primeira cachoeira chegamos a outra logo em seguida a Cachoeira Rasga  Canga aqui nessa parte é possível sentar embaixo de uma escada que se formou ali, assim dá pra relaxar sentado e com as quedas menores batendo nos ombros.

No fim da tarde é hora de voltar, porque afinal o parque fechas ás 17h. De volta a São Roque, comemos uma deliciosa comida da roça no Restaurante Vivá, já aviso que o restaurante é um das únicas opções abertas aos domingos e a comida é um banquete.

Saímos rapidinho para Piumhi pra pegar o ônibus de volta pra São Paulo que saiu às 22:30.

Se me perguntar se cheguei cansada em casa. Não, nada cansada, mesmo depois de encarar uma viagem de 8h e de ter ido trabalhar praticamente direto da rodoviária.

Por isso recomendo pra você ir conhecer, seja só por dois dias ou melhor ainda em uma semana.  É tanto sossego, natureza e cachoeira que a gente volta renovado de lá.

Para quem quiser saber mais:

Nesse site tem a lista de atrações do parque e avalia cada uma delas (http://www.serradacanastra.com.br/atracoes/outras_atracoes.html)

Parque Nacional da Serra da Canastra: (37) 3433-1840

Central de Turismo: (37) 3433-1641

Restaurante Vivá: Av. Vicente Picardi, 446 (tem a opção de comer a vontade e a comida é servida direto no fogão a lenha ou a la carte)Central de Turismo –

Para dormir indicamos a Pousada Barcelos (http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/minas-gerais/sao-roque-de-minas/pousada/pousada-barcelos/)

<— Serra da Canastra: Dia 01

Se tiver dúvidas ou quiser saber alguma coisa pode perguntar que respondemos.

Já vou logo avisando que 2 dias é pouco para conhecer tudo o que tem dentro do parque mas é o suficiente para se apaixonar.

O Parque Nacional da Serra da Canastra possuí 71.525 hectares demarcados e está presente nas cidades de Sacramento, São Roque de Minas e Delfinópolis em Minas Gerais. Você pode entrar no parque por uma das 4 portarias (São Roque de Minas/São João da Canastra/Sacramento/Casca D’Anta) e é cobrada a taxa de R$6,50 por pessoa. O parque está aberto a visitação das 8H às 18H. Você pode ir com o seu carro mas o estado das estradas internas são péssimas e nos dias de chuva pioram ainda mais. Recomendo que você pegue um guia ainda na cidade.

Em São Roque de Minas tem a Central de Turismo lá você pode conversar com a Dani que sabe tudo o que está rolando e certeza vai indicar a aventura que você procura. Se estiver com fome aproveite para conhecer as delicias do Restaurante Vivá servida no fogão a lenha.

Para aqueles com pouco tempo e sem carro dou a dica do nosso primeiro dia: Cachoeira Capão do Forro e Da Mata. 

Chegamos em São Roque às 7 da manhã fomos na padaria tomar café da manhã e a decepção – acredite se quiser – o pão de queijo não era bom. Quando se está no estado de Minas Gerais pensamos que o pão de queijo vai ser bom em qualquer lugar, mas pelo menos dessa padaria te garanto que qualquer padaria em São Paulo faz um melhor. Caminho explicado, lanche na bolsa agora é hora de por o pé na estrada – literalmente.

Foram 5 km andando pela estrada com muita terra, poeira e subidas, mas em compensação as paisagens são belas e pra quem gosta de curtir a natureza uma ótima oportunidade para observar as aves. Vimos bastante pássaros como: caracará, pica-pau do campo, periquito rei, entre outros.

Na estrada ficávamos ouvindo um barulho que parecia uma risada. Procuramos muito, olhamos atrás dos matos, sobre as árvores atrás dos cumpinzeiros e nada. Mais tarde descobrimos que é o som da siriema.

5 km de estrada e chegamos numa bifurcação com uma placa gigante sinalizando as trilhas e cachoeira, viramos a direita e descemos por um caminho de pedras passando por bois e vacas até chegar a portaria, lá tivemos que pagar a taxa de R$10,00 por pessoa para poder ir até as cachoeiras. A primeira, Cachoeira Capão Forro, ficava logo em frente e contornando ela pela direita tem a Cachoeira do Lobo e diversas piscinas naturais. Depois de aproveitarmos essa pegamos uma trilha que fica antes da portaria até a Cachoeira da Mata essa sim é um espetáculo. Aqui nadamos, e aproveitamos o resto da tarde. 

No fim de tarde voltamos para São Roque a pé apesar de muito insistirem em nos dar carona. O fim de tarde é muito bonito, e compensou cada passo só para ver as paisagens lindas com o céu colorido e às vezes dramáticos.

Segue algumas informações:

Parque Nacional da Serra da Canastra: (37) 3433-1840

Central de Turismo: (37) 3433-1641

Restaurante Vivá: Av. Vicente Picardi, 446 (tem a opção de comer a vontade e a comida é servida direto no fogão a lenha ou a la carte)

Já falei num post anterior sobre a nossa ida ao Parque intervales e sobre as trilha que fizemos, a maior dificuldade e a maior emoção foi dentro da caverna principalmente na Caverna do Fendão, nesse vídeo tentei re-criar o clima que vivenciamos lá dentro. Então apague as luzes e preste atenção.

Esse final de semana fomos para o Parque Estadual Intervales para fazer uma trilha, o mais impressionante foi ao chegar ver que o parque é muito famoso nos Estados Unidos. A maior parte dos freqüentadores são americanos. Como pode, um lugar que fica a menos de 4 horas de São Paulo, que ninguém nunca nem ouviu falar, ser famoso no exterior?

O motivo de tanto sucesso é a grande diversidade de aves. No meio da Mata Atlântica o parque oferece diversas trilhas, cachoeiras, grutas e cavernas e diversas opções de ecoturismo. Uma pena que a gente só tinha ido passar o Domingo, o site do governo do estado não descrevia bem o parque e pensávamos que só tinha uma trilha para fazer.

Fizemos a trilha Divisor das Águas com um percurso de mais ou menos 13 km e com uma duração que pode chegar a 9 horas. A caminhada é longa mas sem muitas dificuldades, alguns trechos molhados e escorregadios mas nada demais. A maior dificuldade foi ao entrar nas cavernas. Foi a nossa primeira experiência e não imaginávamos que seria tão complicado. Na maior parte tínhamos que andar agachados, com água na altura da canela, alguns trechos com o teto baixo e largura estreita. Alem disso tínhamos que iluminar o caminho porque dentro da gruta era um breu só. De uma galeria para outra tínhamos que pular fendas, se arrastar em túneis, escalar mini boulders… Uma experiência desafiadora e muito gostosa.

Certeza que iremos repetir.

DICA

Para você que gosta de aventuras:

Parque Estadual Intervales Monitor R$ 50,00 por dia.

Hospedagem no parque? R$50,00 por dia.

Sai ônibus da Rodoviária da Barra funda para Capão Bonito de lá você pode pegar um taxi o custo médio da corrida é de R$70,00.

Para mais informações sobre essa e outras trilhas: http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/principal_conheca anos.

Trilha da Pedra Grande

Posted: March 10, 2012 by Natália Almeida in Hiking, Português, Training
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Eu já falei no post anterior um pouco sobre essa trilha, são 9km de caminhada, numa subida sem fim para chegar até a Pedra Grande, de lá uma vista incrível, a fusão nada suave entre a Mata Atlântica e a Metrópole. De certa forma assustador, porque pensamos em  como antes essa mata devia dominar tudo a nossa frente.

Dentro do Parque do Horto, você ainda tem diversas outras trilhas como a Trilha do Bugio, da Bica, das Aguas Claras…

Pra quem mora ou está visitando São Paulo vale muito à pena conhecer.

Agora espero que gostem do vídeo!

The Pedra Grande hike is a 9.5km walk through remnants of the once massive Mata Atlantica tropical and subtropical forest that currently covers about 4,000 km2 of land in Brazil, Argentina and Paraguay, though is estimated to be about 88% smaller than it used to be before human settlements really began to grow, particularly along the coastline of Brazil. In the middle of the hike, high up over the city, one can see the massive contrast between the forest and the grey and white urban skyline in the distance.

The São Paulo environmental website described the walk as a “high difficulty” hike. With that in my mind, I imagined that there would be tricky trail going through the forest, maybe a bit of climbing here and there up rocks to get up sections and altogether a bit strenuous. I was a little disappointed that the hike was on a tarmac road about 3-4 metres wide (no cars though apart from park staff) so it was an easy “trail” to follow.

What made it difficult was that the first half of the trail was almost entirely up quite steep hill slopes, so I guess that this helped with our leg muscles. And it was quite good training carrying reasonably heavy rucksacks up it. Furthermore, it was still great to be outside of the city and breathe much nicer air free of all the car fumes. It was great to be able to hear the sounds of the forest, see the butterflies, spiders and various creatures that lurk around. It was made all the more impressive that one of the first things we saw as we began the trail was the fight between the Wasp and a Spider – it was all by chance as we saw a couple of others looking at the struggle, and though at a small-scale, it really showed how tough nature could be even in a pleasant environment such as this. I am not sure if we would have seen it otherwise as we would not have known what to look for, and we would have been looking to the trees, trying to see monkeys hanging around.

There are a few other trails which can be done in the same national park as Pedra Grande which are well worth doing: On the way back down, we ended up doing a few of these extra side-walks and probably ended up walking a total of 15km by the end of the day. Going towards one such hike, after passing by a Chinese guy who was singing China opera at the top of his voice, and a few groups of foreign tourists, we eventually got to the Trilha dos Bugios – the Bugio Monkey Trail, which was along a nice dirt and rocky track and immediately made me happier (in spite of the blood thirsty mosquitoes, but we can’t have everything, can we..?!)

We didn’t really expect to see anything as we thought that if we hadn’t particularly enjoyed the singing, then the monkeys (who aren’t the biggest fans of us humans) would most likely have been terrified. But a few minutes into the walk, with only the sounds of the forest around us, we eventually heard some movement in the trees. With a little bit of looking around, we could see a couple of Bugios sitting and swinging around high up in the branches. After a while we could even hear the noise they made as they ate fruits and nuts. Quite a nice way to bring the day to the close.

The one point that was extremely annoying was caused by myself: I left my camera memory cards at home. A good point to remember is what Norm describes in his backpacking tips: preparation! And this was certainly something that could have been double checked. For this, I apologize – the quality of the photos from the video camera is not the best – regulating the light and focus is all automatic so there was no real control over it. But at least there is a good excuse to go back. Next time, I won’t forget anything – I promise!

Trilha da Pedra Grande - http://www.ambiente.sp.gov.br

Se voce quiser me achar hoje pode ir pro Horto e procurar a trilha da Pedra Grande…. Estaremos  lá, eu e Benjamin, curtindo a natureza e em busca de uma vista que promete ser linda.

Esse final de semanas procuramos trilhas aqui na Capital, que nos permitisse um contato com a natureza e treinar nossas caminhadas. Achamos um site que fornece uma lista de trilhas aqui na capital e no interior. No site eles informam o nível de dificuldade, o tempo, a localização, se precisa de guia ou não e os horários.

Se você estiver querendo um dia diferente na sua semana entre lá e escolha uma das opções, se quiser companhia é só chamar, o mesmo para dicas.

Depois contamos como foi essa aventura!